Modalidade cresce cada vez mais no Brasil e é a queridinha das celebridades. Confira!

Texto: Redação | Foto: TecFit Brasil

Você já ouviu falar em eletroestimulação muscular de corpo inteiro? Trata-se de um novo tipo de treinamento físico, que desembarcou no Brasil há quase três anos, e que continua fazendo muito sucesso. Ele tem como carro-chefe uma máquina que aciona, simultaneamente, 350 grupos musculares, enquanto são executados exercícios conhecidos como flexões de braços, agachamentos, e abdominais. Esse aparelho, que virou febre entre várias famosas, como as atrizes Fernanda Souza, Cláudia Raia, Juliana Paes e Deborah Secco, está conectado ao corpo do usuário, através de um colete recheado de eletrodos, potencializando o efeito dos exercícios.

Hoje em dia, já existem no país estúdios que oferecem exclusivamente esse tipo de treino, como a rede TecFit, que tem 21 unidades espalhadas pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso, além do Distrito Federal. Algo do tipo que ocorre com o Pilates e com a bike indoor. E a tecnologia XBody de eletroestimulação muscular de corpo inteiro, que já era aprovada pela Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária), órgão do Ministério da Saúde, inclusive para o uso terapêutico no Brasil, recebeu, recentemente, o aval do FDA (Food and Drug Admistration) para ser utilizado nos Estados Unidos, maior mercado mundial de fitness. Isso comprova, mais uma vez a eficácia e segurança desse novo tipo de treinamento.

Listamos, aqui, alguns bons motivos que fazem com que esse tipo de treino seja um sucesso no Brasil  e que incentivam a prática: 

1.Treinamento otimizado. Basta uma sessão de 20 minutos, no máximo três vezes na semana, em dias alternados, para que a composição corporal (menos gordura e mais massa muscular), comece a melhorar em um mês. E o que é melhor: o treino é individualizado ou, no máximo, em duplas. Em outras palavras, o professor pode ser só seu. 

2. Proteção total das articulações.  Como a máquina aciona as fibras musculares mais profundas, sem a utilização de peso, partes sensíveis do corpo, como a junção entre os ossos, são poupadas. “Isso faz com que o treino possa ser aproveitado inclusive por idosos ou por sedentários, minimizando os riscos de lesões”, diz Keko Rodrigues, educador físico e diretor técnico da rede TecFit.  

3. Redução da celulite. Não há estudos que comprovem isso, mas existem relatos de mulheres nesse sentido. O motivo é simples: como há um gasto calórico de 350 calorias por sessão, ao mesmo tempo que há uma trabalho que garante o fortalecimento da musculatura, a pele ganha sustentação.

4. Fortalecimento de glúteos com segurança. A musculatura do bumbum é uma das maiores do corpo. E para acioná-la adequadamente, é preciso investir em exercícios como o agachamento com carga. Isso, evidentemente, sobrecarrega articulações “Mas como o treinamento pautado na eletroestimulação muscular de corpo inteiro consegue acionar as fibras musculares que compõem regiões poucos exploradas no trabalho convencional de academia, como glúteos médio e região do culote, há muito mais segurança e conforto na execução do movimento. Ou seja, não é preciso forçar demais o agachamento”, diz Keko Rodrigues.

 5. Favorece o treinamento funcional. Há pessoas que praticam outras atividades físicas ou esportes como corrida, tênis ou lutas, que utilizam a eletroestimulação muscular de corpo inteiro, como preparação física. E isso faz total sentido, pois é possível direcionar o treino, realizando movimentos típicos de cada esporte. Assim, uma vez feitos, posteriormente, sem a “sobrecarga” proporcionada pela eletroestimulação muscular, eles saem de forma mais precisa e natural.