Antes de se tornar referência de um corpo esculpido e estilo de vida saudável na internet, Renata Spallicci já levava vida regrada

Texto: Redação | Foto: Divulgação



Assumidamente praticante de esportes e adepta a uma dieta rigorosa, Renata Spallicci, embaixadora da Brasil Trading Fitness Fair há três anos, empresária, rainha de bateria, fisiculturista e ex bailarina profissional, conta como foi a sua saga para chegar ao corpo invejável que possui hoje. Em um dos seus relatos, a musa, descendente de italianos e baianos, culturas conhecidas por possuir uma sinergia bastante estreita em relação a culinária, revela que o maior desafio sempre foram as restrições alimentares, uma vez que, nós brasileiros somos acostumados a confraternizar em torno de comidas e bebidas.

Segundo a atleta, o primeiro ano exige muita disciplina, e requer uma adaptação não somente pessoal, mas também de todas as pessoas que convivem com o esportista. “O primeiro ano exigiu muita disciplina e adaptação, não só minha, mas das pessoas que conviviam comigo, você ir aos lugares com sua lancheira, para as outras pessoas é estranho, é esquisito.” Explica Renata.

Além de uma das divas fitness mais cobiçadas da atualidade, Renata Spallicci é executiva, proprietária de uma das maiores indústria farmacêutica do país. Ou seja, outro grande desafio é conciliar os horários de alimentação do atletismo. Foi preciso muito jogo de cintura para abrir lancheiras em reuniões, afinal, era algo não convencional. “Eu tive muitos desafios para aprender a lidar e adaptar isso a minha rotina, a minha realidade, ao meu trabalho, da mesma forma com a rotina de treinos, que se torna um pouco mais intensa, enfim, mas tudo é um aprendizado, no começo foi muito difícil, mas eu superei.” Conta a atleta.

Quando Renata determinou que gostaria de competir outro grande obstáculo foi se adequar as categorias impostas pelas federações, há dezesseis anos ela executa seu treino diariamente, mas quando o assunto é competição muitas coisas mudam na rotina, inclusive no dia a dia dos treinos, o nível exigido para competições são elevados. Segundo a musa, a maior dificuldade foi adquirir volume, afinal, na época, ela era mais “fininha” e as categorias no fisiculturismo são bastante diferentes. No Fisiculturismo possuem-se a categoria “Biquíni” e categoria “Welness” e após estas duas, as “Figure” que são ainda mais fortes.

A diferença entre “Biquíni” e “Welness” tem uma diferença muito grande, e Renata, quando iniciou a vida de competições se encontrava justamente no meio, no entanto, ela precisaria afinar e entrar na categoria “biquíni” ou eu ganhar volume e partir para a categoria “Welness”. “Esteticamente eu gosto muito da categoria “Welness”, então foi mais uma grande adversidade. Ganhar massa, secar e perder gordura pra competir são coisas antagônicas, e, competição a competição, a cada preparo, eu ia ganhando mais volume, com qualidade” Desabafa, Spallicci. A evolução levou cerca de quatro anos, portanto, quando o atleta determina que irá competir, é necessário, em primeiro lugar, entender que construir um corpo leva tempo.