Mãezona e louca por pilates e coxinha: essa é Fernanda Motta, musa da Corpo a Corpo de dezembro, que conta como mantém as curvas e as good vibes lá em cima, veja!

Texto Helô Oliveira | Fotos Nana Moraes | Styling Debora Ewbank | Assistente de produção Pamela Ewbank | Cabelo e make André Veloso | Adaptação Ana Araujo

Fernanda Motta é capa da Corpo a Corpo de dezembro

Fernanda Motta é capa da Corpo a Corpo de dezembro

Foto: Nana Moraes

Foi por pouco, muito pouco mesmo, que Fernanda Motta, 34, não se tornou arquiteta. Aos 16 anos, a fluminense de Campo dos Goytacazes já tinha metas profissionais definidas e fazia um curso técnico em Edificações para ser capaz de planejar e executar obras de construção. “Tinha certeza absoluta do que queria para a minha vida. Até hoje me pego analisando plantas e prédios”, afirma.

Tudo teria corrido conforme planejado não fosse uma ida a Guarapari, no Espírito Santo, para curtir férias com a família. Lá, em uma das praias da cidade, chamou a atenção de um olheiro, que insistiu para que ela desse uma chance à carreira de modelo. “Ele simplesmente olhou pra mim e disse: ‘Quer ser modelo?’. Eu respondi: ‘Não, obrigada’, e fui embora [risos]”, lembra. Três meses depois, o homem apareceu na porta da sua casa. “O cara descobriu meu endereço! Não dá pra negar que foi coisa do destino, né?”, diz. Mais uma vez, Fernanda recusou o convite, mas foi convencida pela mãe, Claudia, a abraçar a oportunidade. “Eu chorava, não queria abandonar minha vidinha de jeito nenhum. Lembro até hoje do dia em que minha mãe disse: ‘Filha, todo mundo pode se arrepender das coisas que fez, mas nunca do que não fez. Você precisa tentar’.”

Graças ao empurrãozinho de Claudia, Fernanda foi a São Paulo conhecer a agência e tirar fotos para um book. Uma semana depois, no dia do seu aniversário de 17 anos, recebeu um presente inesperado: seu primeiro trabalho, a capa de uma revista feminina. “Nunca tinha feito nada e me deram logo a capa! A sensação que tive ao me ver na banca pela primeira vez foi indescritível. Naquele momento percebi que gostava daquilo, por mais improvável que fosse”, recorda.

De lá pra cá, a modelo recheou o currículo com incontáveis ensaios e campanhas nacionais e internacionais – e garante que tem o mesmo carinho por todas, sem distinção. “Todos os trabalhos são igualmente importantes pra mim. Nunca tive essa coisa de querer fazer uma campanha para a marca tal. Encaro todas, da menor à maior, com o mesmo profissionalismo e sem deslumbramentos.”

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