Você já ouviu falar em farinha de amora? Não? Então, inclua já em seu cardápio e desfrute de benefícios incríveis para a sua saúde!

Por Kelly Miyazato

A farinha de amora pode ser uma boa aliada na saciedade e na perda de peso
Foto: Divulgação

A farinha de amora apresenta muitos benefícios, inclusive, para proteger o coração e combater a osteoporose, reumatismo, artrite, infecções na garganta e febres.

De acordo com Fábio Bicalho – Nutricionista Clínico e Funcional, o alimento é um forte aliado das mulheres nos períodos de tensão pré-menstrual, a famosa TPM, diurética, ajuda na memória, melhora o funcionamento dos rins e do fígado, reduz os riscos de úlcera, câncer estomacal e previne infecção urinária.

Para Bicalho, a ingestão da farinha de amora dificulta a absorção de gordura e do açúcar, ao reduzir a glicose no sangue e contribui com a diminuição do inchaço. A saciedade é conquistada através da pectina, uma fibra que se transforma em um gel, que pode ser boa aliada na saciedade e na perda de peso. Estudos sugerem ser controladora de colesterol e ainda pode favorecer o bom trânsito intestinal. Além disso, ela é antioxidante, pois previne a ação dos radicais livres e evita o envelhecimento precoce. Dentre as vitaminas presentes na farinha de amora, figuram as vitaminas A, B e C. Para complementar o mix nutritivo, estão presente os minerais como cálcio, magnésio, selênio, fósforo e potássio.

Para consumir, o especialista sugere "uma colher de sopa, três vezes ao dia, nas principais refeições, café da manhã, almoço e jantar. Pode ser dissolvido em água, em sucos, iogurtes, leite, vitaminas, ou, até mesmo, às massas de bolos, pães e tortas. A farinha de amora pode receber reforço também das aliadas: farinha de frutas vermelhas, como mirtilo, framboesa, goji berry ou ainda chia ou linhaça". Outra sugestão válida é alternar a farinha, pela própria amora e aproveitar as propriedades naturais contidas na fruta.

Vale lembrar que o consumo por gestantes, mulheres em período de amamentação e diabéticos, deve ser controlado e recomendado por um especialista nutricionista, que deve ser consultado antes de incluir o alimento na dieta.

* Agradecimentos ao  Fábio Bicalho – Nutricionista Clínico e Funcional