Além do lifting, os fios de polidioxanona estimulam a produção de colágeno e elastina e imitam o efeito do botox. Saiba mais sobre a novidade

Texto Karina Hollo | Adaptação Ana Araujo

Fios de polidioxanona estimulam a produção de colágeno e detonam a flacidez
Fios de polidioxanona dão fim à flacidez
Foto: Christian Parente

Há pouco mais de um ano, os fios de sustentação de ácido polilático chegaram ao Brasil e revolucionaram o conceito de lifting facial e corporal. Em 2016, uma nova geração de fios promete movimentar o mundo da beleza quando o assunto é flacidez: os de polidioxanona.

O material, sintético, já é utilizado há tempos em suturas subcutâneas (em cirurgias plásticas e oftalmológicas). Os especialistas observaram que a substância, que é absorvida pelo organismo, turbina a produção de colágeno, proteína responsável pela tensão e firmeza da pele.

“O polidioxanona também estimula a síntese de elastina, proteína responsável pela firmeza e elasticidade da pele, e favorece a produção de ácido hialurônico natural. Isso significa que por meio do PDO a pele se torna mais firme, elástica e hidratada”, explica o cirurgião plástico Eduardo Sucupira, do Rio de Janeiro. Além disso, a técnica de aplicação tenciona a pele e provoca uma ação semelhante a um lifting cirúrgico.

Outro diferencial dos novos fios é a possibilidade de conseguir o efeito da aplicação de toxina botulínica. Segundo a dermatologista Helena Costa, do Rio de Janeiro, os fios podem ser aplicados de forma a limitar a ação dos músculos faciais, promovendo um relaxamento muscular suave a atenuando as linhas de expressão. “O resultado fica mais natural que o da toxina, pois não fixa os músculos, apenas enfraquece sua tensão”, diz.

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No rosto, os fios de PDO podem ser usados para tratar rugas da testa, sobrancelhas caídas, bochechas, bigode chinês, queixo duplo e mandíbula. Os resultados de lifting aparecem imediatamente. Após dez dias, em média, a ativação da síntese de colágeno e elastina começa e continua por até 240 dias. E os resultados duram até dois anos.

Revista Corpo a Corpo | Ed. 329

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