De acordo com Danilo Höfling, endocrinologista que atua, também, na realização de procedimentos estéticos o tratamento é mais eficaz que o tradicional. Entenda!

Texto: Estela Lopes | Foto: Arquivo Pessoal 

Não é segredo para ninguém que a maioria das mulheres se incomodam com aquela gordurinha localizada que, muitas vezes, só a academia e uma alimentação saudável não é capaz de eliminar em pouco tempo.

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Mas, nada está perdido! A Criolipólise de contraste surgiu como uma santa ajuda e vem conquistando cada vez mais o público. Como o nome sugere, trata-se de uma técnica estética que intercala o uso controlado de calor e frio na região tratada. A novidade pode reduzir em torno de 40% da gordura tratada em apenas uma sessão.

De acordo com Danilo Höfling, endocrinologista que atua, também, na realização de procedimentos estéticos, a criolipólise de contraste é mais eficiente que a tradicional, pois também utiliza as propriedades do calor, que provavelmente contribui para a destruição de um maior número de células de gordura (adipócitos).

“Assim como a criolipólise tradicional, a de contraste é segura, quando utilizada respeitando os critérios estabelecidos e, também, já é bastante utilizada no exterior”, destaca. Ele explica que, para evitar possíveis danos à pele (devido à exposição de calor e frio), utiliza-se uma manta especial para proteção da pele, que nunca deve ser reutilizada. O resultado final só é observado cerca de três meses depois.


Danilo Höfling, endocrinologista 

O método pode ser feito a partir de 18 anos e não é recomendado fazer em caso de dermatites, pruridos, cicatrizes, hérnias e cirurgia recente (últimos 6 meses) na região a ser tratada; doença de Raynaud; gravidez; lactação; feridas abertas ou infectadas; doenças neuropáticas; sensibilidade conhecida ao frio; hemoglobinúria paroxística ao frio; crioglobulinemia; algumas doenças autoimunes; tumores e câncer.

Vale lembrar que antes de realizar o tratamento, é imprescindível fazer uma avaliação médica para verificar se há alguma condição que possa contraindicar o procedimento. Entre as áreas que essa técnica pode ser aplicada estão abdome, flancos, costas, quadris, coxas e papinho, com intervalo de, aproximadamente, dois a três meses.

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