O aumento da exposição solar no verão requer cuidados com a pele. Por isso, conversamos com uma dermatologista que explicou como escolher o melhor protetor solar. Olha só!

Texto Redação | Foto Divulgação

 

As temperaturas aumentam, as praias lotam e a exposição solar na pele do rosto também. A preocupação com os danos cutâneos causados pelo verão tem justificativa, já que 80% do envelhecimento da pele é provocado pelo sol e 20% pela nossa biologia, como afirma a dermatologista Cláudia Sá.

Entre os outros problemas trazidos pela irradiação solar estão o aparecimento de sardas e o escurecimento do melasma nas pessoas mais suscetíveis. Para evitar esses efeitos, é essencial a prevenção com protetor solar. E a especialista elenca 5 dicas na hora de escolher o produto.

1) Opte por um protetor com cor

O filtro físico presente nos protetores com cor facilita a defesa contra os raios ultravioleta e luz visível. Além disso, é possível verificar com mais clareza se o filtro foi removido com a gordura da pele.

 2) FPS não é tudo

 Um protetor com fator de proteção solar (FPS) alto não significa que seja melhor que um de FPS médio, se o segundo tiver outros filtros que também dificultem a penetração dos raios UVA e luz visível.

 Geralmente, a recomendação são filtros com FPS mais alto porque a medida é realizada com a aplicação de 2g/cm2. Essa quantidade significa que a pele tem ficar bem coberta, branca de filtro, equivalente a 100g em cada aplicação no corpo, ou seja, uma embalagem por ida à praia, o que não ocorre.

 

3) Atenção à proteção UVB

 

O UVB é responsável por deixar a pele vermelha quando exposta ao sol. Contudo, os filtros mais antigos que só tinham protetor contra UVB estão ultrapassados e hoje existem associações com filtros que também protegem contra o UVA e a luz visível. Aposte!

 

4) O tipo de pele importa

 

O dermatologista é o profissional ideal para identificar o tipo de pele, a cor e textura. Tudo isso vai influenciar a escolha do protetor. As peles mais claras e sensíveis precisam de proteção mais intensa e as oleosas de filtros mais adstringentes. Muito cuidado com produtos que irritem a glândula sebácea, pois estes podem provocar acne, mesmo que no rótulo venha escrito "oil free".

 

5) O clima também

 

Filtros de FPS 30 combinados com filtro químico e físico, que tenham boa aderência e mantenham a pele seca, são ideias para os climas mais úmidos e quentes. Nas cidades mais frias, com altitude, a irradiação solar é mais forte do que ao nível do mar. Para quem mora nesses locais, são indicados filtros que mantenham a umidade e hidratação da pele, com FPS e anti-UVA mais alto, numa base cremosa mais hidratante.