Por Diana Cortez | Fotos Arquivo Pessoal | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Um dos maiores sonhos da estilista e instablogger Daniele Cozzarin, de 36 anos, era ser mãe. Mas, apesar de ter se casado aos 21 anos, não conseguia realizá-lo. Depois de quatro anos de tentativas, decidiu fazer um tratamento. “Tomei vários remédios e hormônios. Quando estava próximo de fazer 30 anos, fiz fertilização in vitro e engravidei de dois meninos”, conta. Ela lembra que a gravidez foi maravilhosa. Seus bebês nasceram saudáveis, com 38 semanas. “Eu era a pessoa mais feliz do mundo”, diz a loira. Logo todos foram para casa. E, ali, Dani começou a sentir um desespero. “A amamentação foi muito difícil e eles choravam de fome. Fiquei bastante frustrada. Para piorar, não conseguia dormir à noite porque um deles sofria de refluxo.” Então veio a depressão e a apatia. “Percebi que alguma coisa tinha mudado em mim, mas não aceitava buscar ajuda. Como era possível eu ter lutado quatro anos para engravidar e não estar feliz, nem mesmo sentir afeto?”, revela.

O marido e a mãe de Daniele começaram a perceber que algo estava errado. Ela, que sempre foi vaidosa, chegava a ficar dois dias com a mesma roupa. Então, na tentativa de reanimá-la, a mãe marcou uma escova no salão em frente à sua casa. Mas Dani sentiu um vazio tão grande que, na volta, pensou em se jogar na frente de um carro. “Naquele momento algo me impediu. Comecei a chorar e pedi ajuda a eles.” 

Ela foi ao psiquiatra, passou a tomar remédios e a fazer terapia. Dois anos depois, apesar de estar melhor da depressão, ela continuava ansiosa e estressada. Então, o médico sugeriu que fizesse uma atividade física. “Descobri o muay thai e a minha vida mudou. Deixava meus filhos na escolinha e ia treinar”, comenta. 

Daniele também buscou uma nutricionista para orientá-la e passou a escolher opções mais nutritivas e saudáveis para a família. O corpo foi mudando e seu percentual de gordura, diminuindo. Depois de um tempo,  ela passou a fazer musculação três vezes por semana e trocou o muay thai pelo kickboxing duas vezes por semana. “A estética foi uma consequência da minha disciplina, mas por um comprometimento com a minha saúde”, finaliza.

Os segredos do sucesso de Daniele

Tenha a sua dieta

“Não se baseie no cardápio das amigas, nem gaste dinheiro com suplementos. Busque uma nutricionista para saber o que é melhor para você.”

Em paz com o espelho

“Seja a sua melhor versão para você mesma e não para agradar alguém. A outra pessoa é só mais uma inspiração para chegar lá.”

Equilíbrio sempre!

“Esse é o segredo para dar certo e seguir com esse estilo de vida por muitos anos.”

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Por Ana Paula Ferreira | Foto Shutterstock 



A indicação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que o aleitamento materno exclusivo seja feito até os seis meses de idade do bebê, podendo estender-se até os dois anos com complementação de outras fontes de alimentos. Contudo, este tema ainda desperta muitas dúvidas sobre como se preparar para o aleitamento ou o que pode ou não ser feito durante esse período. Pensando nisso, Clery Gallacci, neonatologista do Hospital e Maternidade Santa Joana, de São Paulo, esclarece alguns mitos e verdades sobre a amamentação:

1. Cerveja preta ajuda a aumentar a produção de leite.

MITO. É contraindicado que lactantes ingiram bebidas alcoólicas durante o período que estão amamentando. 

→ Dica: Para auxiliar a lactação, é importante que a mãe esteja sempre bem hidratada. Como amamentar exige muito do organismo da mulher, beber bastante água é essencial.  

2. Existem posições não indicadas para amamentar. 

VERDADE. Para amamentar, a mamãe precisa estar em uma posição confortável e o bebê deve conseguir abocanhar toda a aréola, fazendo estímulo para a produção do leite. 

→ Dica: Nem sempre é fácil fazer a pega correta. Para ajudar o bebê a abocanhar o seio corretamente, uma dica é abaixar o seu queixinho. Além disso, o bebê deve estar virado de barriguinha para a mãe, que deve mantê-lo próximo ao seu corpo para que o bebê se organize neurologicamente e consiga coordenar a sucção com a deglutição de forma efetiva.

3. Amamentar ajuda a mulher a retornar ao peso de antes da gravidez.

VERDADE. O ato de amamentar estimula a produção de alguns hormônios que incentivam a contração uterina. Dessa forma, o útero volta mais rapidamente ao tamanho natural no pós-parto. Além disso, o gasto energético que a mãe tem durante a amamentação auxilia na perda de peso. 

4. O aleitamento prejudica o seio da mulher. 

MITO. Com uma boa preparação e cuidados durante o pré-natal, é possível evitar as lesões nos mamilos. Porém, caso isso aconteça, é importante que a mulher vá até um serviço de saúde buscar orientações. 

→ Dica: É importante que a mulher tenha autoconhecimento da anatomia de suas mamas. A postura no momento da amamentação é muito importante para evitar lesões. 

5. Bebê que mama no peito não precisa beber água. 

VERDADE. O aleitamento materno exclusivo nos seis primeiros meses proporciona a esses bebês uma proteção importante contra infecções e colabora para um desenvolvimento neurológico melhor. Ele contém todas as proteínas, gorduras, carboidratos, água e vitaminas que o bebê precisa; é o alimento mais completo que existe. 

6. Devem-se limpar as mamas a cada mamada.  

MITO. A higienização das mamas pode ser feita normalmente durante o banho diário. 

→ Dica: Depois de cada mamada, passar um pouco do próprio leite na aréola e no mamilo, para manter a pele hidratada. 

7. Todas as mães podem doar leite.

VERDADE. Desde que a mãe deseje doar seu leite, ela pode se dirigir aos bancos e realizar os procedimentos recomendados.  Se para todo recém-nascido a alimentação recomendada é o leite materno, para os prematuros ajudará na recuperação mais rápida diminuindo as morbidades da prematuridade. Os nutrientes do leite materno vão contribuir também entre outras coisas para o amadurecimento gastrointestinal com melhor tolerância alimentar.

8. O ambiente externo influencia no sucesso da amamentação.

VERDADE. O ambiente externo no qual a mamãe está inserida pode colaborar para o sucesso da amamentação. O pai e os familiares podem ajudar nos afazeres domésticos, por exemplo, e na oferta de nutrientes a mamãe. O cansaço e o stress materno pode diminuir a produção de leite. Assim a colaboração de todos ao redor pode ajudar a mamãe. Nesse aspecto, vale ressaltar que os pais ou acompanhantes fazem parte do processo de amamentação. 

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Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Segundo a Agência Nacional de Saúde (ANS), os planos de saúde perderam nada menos do que 1,4 milhão de beneficiários em 2016. Por outro lado, as chamadas clínicas populares viram sua clientela aumentar a passos largos. A fórmula é simples: agendamento de serviços pela internet, atendimento ágil, bons profissionais e consultas com valores que giram em torno dos R$ 100, com direito a retorno. “Nós temos uma equipe de mais de mil médicos, formados nas melhores universidades. E, por meio de hospitais parceiros, oferecemos até cirurgias”, diz Marcos Fumio, vice-presidente médico da rede Dr.Consulta. Veja abaixo, algumas outras dessas alternativas.

Saúde na Mão

Possui três unidades em São Paulo (SP) e oferece consultas, inclusive de odontologia, e exames.

Clínica Sim

Com seis unidades em Fortaleza (CE), oferece um pacote de exames de check-up para mulheres e consultas.

Policlínica Granato

Localizada no Rio de Janeiro  (RJ), possui cinco unidades na cidade. Além das consultas, tem exames laboratoriais e de imagem.

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Por Isabela Leal | Foto Shutterstock | Adaptação Web Ana Paula Ferreira



Não é só a poluição e a poeira excessiva que inalamos na rua que podem fazer mal à saúde. Um estudo publicado no The Scientific Electronic Library Online (biblioteca eletrônica que divulga artigos científicos brasileiros) mostrou que o ar que respiramos em ambientes fechados também contém os chamados VOCs (compostos orgânicos voláteis), substâncias tóxicas encontradas nos materiais que nos rodeiam, como papéis, móveis, tintas de paredes, tintas de impressora, plásticos, vernizes, produtos de limpeza etc. O contato diário com essas toxinas pode causar desde irritações nos olhos, boca e garganta até náuseas, sonolência, tontura e aumento da frequência cardíaca, dores de cabeça, e em alguns casos pode até deixar a pessoa inconsciente. 

“Essas substâncias nocivas podem se manifestar com mais ou menos intensidade, dependendo do ambiente, mas o fato é que elas podem ser muito prejudiciais à saúde. Para criar um ar mais limpo, vale manter nos espaços de convívio algumas espécies de plantas que purificam e umidificam o ar, neutralizando a ação desses compostos maléficos”, sugere Alexandre Ferreira Pedro, paisagista e docente da área de paisagismo e jardinagem do Senac Lapa Tito, de São Paulo (SP). Não à toa a NASA fez um estudo para determinar as espécies de plantas mais indicadas para purificar o ar de ambientes fechados. São elas: jiboia, lírio-da-paz, palmeira-dama, espada-de-são-jorge e árvore-da-borracha — facilmente encontradas em viveiros e lojas de jardinagem.  Gostou da ideia de ter essas plantinhas como aliadas? A seguir, Alexandre Pedro ensina como cultivá-las em casa.

Jiboia

Uma das poucas folhagens com características de trepadeiras que podem ser cultivadas à meia sombra. À medida que o tempo passa, suas folhas ficam mais largas, recortadas ou variegadas (rajadas de amarelo). Necessita de água a cada dois dias e tolera meia sombra e luz difusa. Não é muito indicada para sol pleno, pois suas folhas podem ficar muito amareladas. Aconselha—se o plantio em solo (ou vaso) rico em matéria orgânica, adubando-a com intervalos de três a quatro meses.

Lírio-da-paz

Suas flores brancas trazem charme ao ambiente. Deve ser plantada em solo rico em matéria orgânica, com adubação anual e regadas a cada dois dias. Não tolera sol intenso, mas fica muito bem em espaços com meia sombra ou luz difusa. Seu crescimento é bem rápido e sua multiplicação se dá por touceiras, que quando replantadas geram novas mudas.

Palmeira-rápis ou palmeira-dama

De crescimento lento, não suporta sol pleno, sendo indicada sempre para ambientes de meia sombra ou luz difusa. Necessita de bastante água, porém sem encharcar a terra, e solo rico em matéria orgânica e bem drenado. Resiste ao ar-condicionado, caso tenha regas regulares, adubação anual e incidência de luz difusa.

Espada-de-São-Jorge 

Seu plantio é muito fácil, pois se dá bem com sol pleno, meia sombra ou luz difusa. Não necessita de muita água, pode ser regada a cada três dias ou semanalmente, aguentando longos períodos de estiagem.  Não necessita de adubação e se multiplica com facilidade: uma folha retirada com um pouco de raiz já dá origem a uma nova planta. Pode ser encontrada na versão variegada.

Falsa-seringueira ou árvore-da-borracha

Aprecia a luz direta do sol, por isso deve ser cultivada próximo a janelas e portas, com bastante claridade.  Por crescer excessivamente, é necessário fazer podas de contenção e plantá-la em vasos para ter maior controle de seu tamanho. Exige regas a cada três dias e adubação anual.

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Por Ana Paula Ferreira | Foto Shutterstock 



Mesmo sendo considerado um vilão da saúde, o colesterol é um componente essencial para o bom funcionamento do organismo. É importante, contudo, ter atenção aos níveis do colesterol “ruim” (LDL), comumente associado aos hábitos de quem está com sobrepeso. “O excesso de LDL – acima de 200mg/decilitro – é chamado de dislipidemia e pode aumentar os riscos de arteriosclerose, a qual, consequentemente, eleva as chances de doenças cardiovasculares”, explica Leonardo Martins, cardiologista da Cia. da Consulta. “Entre os principais riscos estão a maior probabilidade de infarto agudo do miocárdio (IAM), acidente vascular cerebral (AVC) e doença arterial periférica”, completa.

Enquanto o HDL (considerado o colesterol “bom”) ajuda a eliminar o “colesterol ruim” e a reduzir os riscos de problemas cardíacos, o LDL possui baixa densidade e, ao entrar nas células, faz com que o seu excesso se acumule nas artérias como placas gordurosas. “O abacate é um poderoso aliado para aumentar o HDL e recomendo consumir pelo menos uma colher de sopa por dia”, indica Emily Sena, nutricionista da Cia. da Consulta.

As alterações dos níveis de colesterol podem ter três origens: fator genético, ocorrência de doenças como hipotireoidismo, obesidade, diabetes e insuficiência renal , e hábitos de vida, como sedentarismo, tabagismo ou alimentação rica em gordura saturada (sobretudo de origem animal), gordura trans e açúcar. “Optar por uma vida saudável, praticando exercícios físicos, mantendo-se no peso adequado e evitando comer alimentos gordurosos, ajuda a prevenir o alto colesterol”, recomenda Martins. Dependendo de cada situação, o tratamento sugerido pelo médico pode utilizar remédios para reduzir o colesterol. “Mesmo com o uso de medicamentos, os cuidados com alimentação e exercícios devem ser mantidos por tempo indeterminado”, completa o cardiologista. Abaixo, Emily listou alguns alimentos que podem ajudar no combate do colesterol “ruim”. Confira: 

Alimentos a serem evitados

- Consumo de alimentos com alto nível de gordura, como coxinha, folhados ou empadas;
- Carnes gordurosas, principalmente aquelas com gordura aparente, entre elas picanha ou pele de frango; 
- Frituras em geral;
- Bolachas recheadas e  amanteigadas, tortas ou bolos com recheio e com cobertura;
- Manteiga, margarina e banha de porco;
- Alimentos industrializados, que são ricos em gordura vegetal hidrogenada e aumentam assim a taxa de colesterol no sangue, como sorvetes ou salgadinhos;
- Gordura saturada, principalmente de origem animal, como queijos amarelos, creme de leite, toucinho e bacon, além de leite, requeijão  e iogurte integrais.;
- Embutidos, como salsicha, linguiça ou salame;
- Massa folhada.

Alimentos a serem priorizados

- Dê preferência ao pão, macarrão e arroz integrais;
- Inclua no cardápio as leguminosas, como feijão, soja, lentilha ou ervilhas; 
- Prefira cereais integrais, como aveia, trigo, centeio ou cevadinha;
- Dê preferência aos peixes, aves (peito de frango) sem pele e carnes magras cozidas ou assadas;
- Prefira leite desnatado e iogurte desnatado; 
- Dentre os queijos, priorize queijo branco;
- Farelo de aveia, que é rico em fibra e ajuda a diminuir os índices de colesterol;

- Consuma mais gorduras saudáveis, como as monoinsaturadas que ajudam a aumentar HDL presentes no azeite de oliva, abacate, peixes de água fria (salmão, sardinha e atum) e linhaça dourada;
- Aumente o consumo de frutas, verduras e legumes, e coma de forma variada. 
- Procure colocar diferentes cores no seu prato;
- Consuma frutas e vegetais crus em abundância.

Para consumir todos os dias 

- Frutas vermelhas;
- Vegetais;
- Peixes de água fria, como cavala, sardinha, bacalhau fresco, salmão grelhados ou assados;
- Azeite de oliva;
- Alimentos ricos em fibras, como aveia, feijões, grão-de-bico, lentilha, ervilha, trigo e hortaliças;
- Leite desnatado e iogurte desnatado.

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Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira



O diagnóstico nas mulheres demora mais

Verdade. “Elas reclamam de dor ou mal-estar, mas acreditam que seja apenas psicológico.  Isso acaba agravando o quadro e retardando o diagnóstico”, diz Rogério Krakauer, cardiologista da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP).

Estresse faz mal

Verdade. “Um estudo realizado pela McMaster University, no Canadá,  com 24 mil voluntários em 52 países,  revelou que a prevalência de estresse crônico é maior entre as vítimas de infarto”, diz Rogério Krakauer.

Um estilo de vida saudável pode contar mais do que a genética 

Verdade. Um trabalho apresentado no congresso da American Heart Association, em 2016, relatou que hábitos saudáveis reduzem o risco de doença cardiovascular, infarto e morte por causa cardíaca mesmo nas pessoas com histórico familiar.

Os riscos aumentam após a menopausa

Verdade. Os hormônios femininos protegem o coração. Então, quando há seu declínio, por volta dos 50 anos, os riscos elevam progressivamente.

Prevenção é tudo

Verdade. A avaliação cardiológica para pessoas com história familiar de doenças do coração deve ser iniciada entre os 30 e 35 anos, para quem não desempenha atividade esportiva intensa. Indivíduos sedentários e sem história familiar de problemas cardíacos podem começar um pouco mais tarde, entre 35 e 40 anos.

Apenas obesos têm problema no coração

Mentira. A obesidade é apenas um dos fatores. Magros também podem ser afetados, principalmente se integrarem grupos de riscos, como hipertensos, sedentários e fumantes.

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Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação Web Ana Paula Ferreira



Substituir os óculos pelas lentes de contato pode ser uma ótima ideia, especialmente para quem faz esporte. Veja, a seguir, um pequeno guia de como começar a usar e cuidar das suas:

- No início, é preciso passar por um período de adaptação: usar a lente por períodos curtos, aumentando a cada dia. 

- Elas devem ser higienizadas antes e depois de cada uso. Mas nada de água da torneira ou soro fisiológico — use soluções específicas para esse fim.

- Segundo Samantha de Albuquerque, oftalmologista, de São Paulo (SP), não é recomendado dormir nem tomar banho com a lente. “Durante o sono, não piscamos. Assim, não há renovação da lágrima, que limpa as lentes, retira ‘sujeiras’ e ajuda na oxigenação”, explica. Em relação ao banho, a água do chuveiro não é estéril e pode contaminar as lentes.

- Uma novidade são as lentes diárias, que devem ser descartadas depois do uso. Elas são mais finas que as comuns e diminuem o risco de infecções, porém têm o custo mais alto.

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Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação Web Ana Paula Ferreira



Quem consegue imaginar a vida sem celular? Pois além de todas as funções que ele já desempenha, adicione mais uma à lista: ajudar a manter o organismo em dia. Confira abaixo 5 aplicativos para cuidar da saúde:

Einstein Vacinas 

Gerencia as vacinas que você e sua família precisam tomar, com calendários personalizados e alertas.

Beber Água 

Calcula a quantidade ideal de líquido por dia e envia notificações periódicas para não esquecer de consumir.  Além disso, também dá para consultar o histórico de consumo no dia a dia.

Hora da Pílula 

Sufoco, nunca mais. O aplicativo envia lembretes diários para nunca mais esquecer de tomar o anticoncepcional na hora certa.

Docway

Conecta médicos e pacientes para atendimento domiciliar. O aplicativo possui um banco de médicos cadastrados e faz o agendamento das visitas solicitadas. Disponível para São Paulo, Belo Horizonte e Curitiba.

Cardiógrafo

Quer saber a quantas andam os batimentos do seu coração? Esse app, por meio da câmera do celular, é capaz de medir a frequência cardíaca. Útil para quem faz exercícios físicos.

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Por Ana Paula Ferreira | Foto Shutterstock 



Celebrado em 31 de agosto, o Dia do Orgasmo merece ser comemorado com o ápice do prazer, né? Contudo, algumas mulheres ainda têm dificuldades em atingir o orgasmo, sendo a timidez, a autoestima baixa e a falta de conhecimento do próprio corpo alguns dos motivos mais comuns para este problema. 

De acordo com Carla Cecarello, sexóloga e especialista do site de encontros casuais C-date, para que haja o orgasmo é fundamental que a mulher se entregue a relação e aprenda a despertar desejos sexuais, antes mesmo de o parceiro a tocá-la. “A primeira coisa que a mulher precisa fazer é colocar um espelho em frente a sua vulva e saber identificar cada órgão como, por exemplo, os lábios da vagina e o clitóris”, explica. “Quanto mais livre de preconceitos e tabus for a mulher, mais facilidade ela terá de chegar ao orgasmo”, completa.

Abaixo, a profissional listou 7 dicas para atingir um orgasmo mais intenso:

1. Aposte na masturbação: é necessário que a mulher aprenda a se tocar e perceba as sensações que causam quando ela reconhece que está sentindo prazer. “Faça carícias em torno do clitóris, até que a região fique sensível, depois disso aos poucos comece a introduzir o dedo na vagina”, orienta Carla.  

2. Erotize sua mente: é preciso aprender a erotizar as situações, principalmente, quando se está sozinho, pois as chances de conhecer suas vontades na hora do sexo aumentam. “Feche os olhos e, na medida em que você se toca, perceba quais partes despertam mais prazer”, recomenda a sexóloga do C-date.

3. Fale mais sobre sexo: durante a relação sexual a mulher precisa ser ousada. Por isso, não tenha medo de se atirar mais sexualmente para seu parceiro. “Converse com as amigas sobre assuntos relacionados a sexo, assim você terá mais liberdade tanto verbal quanto corporal.”

4. Preliminares: quando a mulher for ter uma relação sexual, nunca deve permitir que o homem já coloque de primeiro momento a mão ou os dedos dentro da sua vagina. “Para que ela possa atingir ao orgasmo é preciso que esteja excitada, por isso, as preliminares são indispensáveis neste momento. Ir direito ao ponto não contribui para que a mulher chegue ao tão esperado momento”, orienta ela.

5. Se entregue ao momento: mulheres que não conseguem ter orgasmos são aquelas que não se concentram naquilo que estão fazendo. Dessa forma, é preciso se entregar na relação - de corpo e alma - para entrar em contato com seus desejos e sentimentos.

6. Segurança: a mulher precisa ter confiança no parceiro com o qual irá se relacionar. “Se você não sente atração ou desejo por seu parceiro, diretamente não irá sentir segurança, o que fará com que a relação sexual não seja boa para ambos”, relata Carla.

7. Seja ousada: mulheres que se sentem mais “safadas” na cama conseguem aproveitar melhor a relação sexual e ficam mais a vontade com o próprio corpo. “Não tenha vergonha de se mostrar e fazer movimentos sensuais.”

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Por Diana Cortez | Fotos Arquivo Pessoal | Adaptação Web Ana Paula Ferreira



Tatiane foi uma criança magrinha, mas, na adolescência, teve a primeira experiência com o sobrepeso. “Vivia rodeada de comidas engordativas. Minha mãe fazia salgadinhos e bolos para vender”, conta a consultora fit, de Araras (SP). Ela lembra que sua primeira frustração com o peso foi em sua festa de 15 anos: “Não consegui encontrar uma roupa que ficasse bem e fiquei chateada”,  relembra. Com uma alimentação baseada em frituras, doces, pastéis,  pizzas, lanches, salgadinhos e refrigerantes, além de muito sedentarismo, Tatiane chegou aos 101 quilos! “Ficava muito tempo sem comer e, depois, atacava tudo,  mesmo tarde da noite”, conta. No final de 2012, após várias decepções, Tatiane conheceu a depressão e a síndrome do pânico. “Afundei, me isolei e até tentei suicídio. Estava disposta a acabar com tudo!”

Por dois anos, ela foi levando essa vida até que uma pessoa a aconselhou a olhar para si e deixar de colocar as outras pessoas como prioridade. “Em um estalo decidi me dar essa chance,  era a última! Então, em agosto de 2014, iniciei o meu processo de transformação. Confesso que não acreditava muito, mas não saberia se não tentasse”, confessa. Com apenas 1,56 m de altura, Tatiane definiu como meta inicial pesar 80 quilos. Para isso, procurou uma nutricionista e se matriculou em uma academia. “Decidi que queria algo para sempre, estava cansada de emagrecer e engordar.” 

Então, a gata começou uma reeducação alimentar. Ela também passou a fazer exercícios aeróbicos (esteira, elíptico, bicicleta) e, um mês depois, começou a intercalar com musculação. “Muitas vezes chorei pelas limitações, mas não desisti”, fala. Ela manteve o foco e passou a treinar de segunda a sexta, durante uma hora e meia, sempre no mesmo horário. “Eu sabia que só assim viraria um hábito.” No primeiro mês, emagreceu 8 quilos e vibrou de felicidade. Mas, no mês seguinte, foram apenas 2. “Quase desanimei. Porém, decidi me preocupar em emagrecer, e não com o tempo que isso levaria”, diz. Em dez meses, a gata detonou 40 quilos! Depois de um ano e dois meses, foram 50! Até hoje ela mantém o mesmo peso. “É uma mudança de vida para sempre! Não vivo mais para comer. Eu como pra viver”, finaliza.

Os segredos do sucesso de Tatiane

Viva uma etapa de cada vez!

“Primeiro, faça o café da manhã direito. Depois, vá para a próxima refeição, o lanche. Caiu em tentação no almoço? Levanta, sacode a poeira e volte para o foco.”

Comece a dieta todo dia

“Tudo o que é novo fascina e encanta, mas perde a graça depois de um tempo. Por isso, sempre acordo com a ideia de que vou começar o regime.”

Equilíbrio, por favor!

“Não é preciso se isolar do mundo, mas fazer as melhores escolhas, sempre. Por isso, quando vou a um happy hour sempre me pergunto: Vai me fazer bem? Vai valer a pena?”

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Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação Web Ana Paula Ferreira



A menopausa — nome dado à última menstruação — costuma ocorrer entre os 45 e os 55 anos.  No entanto, há quem pare de menstruar antes dos 40 anos, uma condição chamada de insuficiência ovariana prematura, ou menopausa precoce. Os sintomas do climatério (fase de transição entre os ciclos reprodutivo e não reprodutivo da mulher) são os mesmos: fogachos (ondas de calor excessivo), secura vaginal, alterações de humor, diminuição da libido, entre outros.  

As causas da menopausa antes da hora são muitas: doenças autoimunes (ligadas à tireoide, como a tireoidite de Hashimoto e a Doença de Graves), quimioterapia, radioterapia, alterações hormonais, genética... A condição aumenta o risco de osteoporose, doenças cardiovasculares e Alzheimer.  

Na maioria das vezes, a terapia hormonal é o tratamento escolhido. “Como há queda nos hormônios produzidos pelos ovários, eles são repostos por meio de medicamentos. A escolha do método, dose e via de administração depende da necessidade e da indicação, que varia de caso a caso”, explica Renato de Oliveira, ginecologista e especialista em reprodução humana da clínica Criogênesis, de São Paulo (SP). 

A terapia deve ser bem indicada, pois tem uma série de efeitos colaterais: mal-estar, sangramento uterino e alteração dos níveis de pressão arterial são alguns deles. “O risco de câncer de mama associado à terapia de reposição, uma das maiores preocupações das pacientes, é pequeno, com incidência anual de menos de um caso a cada mil mulheres”, avisa o médico.

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Por Isabela Leal | Foto Shutterstock | Adaptação Web Ana Paula Ferreira



Pessoas que conseguem perdoar — tanto a si mesmas quanto aos outros — tendem a sofrer menos de estresse e de doenças mentais, de acordo com um estudo publicado no britânico Journal of Health Psychology. 

Faz sentido. A psicóloga Fabiane Curvo, do Rio de Janeiro (RJ), explica que, quando uma pessoa não consegue perdoar, ela se aprisiona à situação que lhe causou dor e passa a cultivar ódio, rancor e raiva, sentimentos que adoecem e mantêm uma prisão emocional com o passado, o que faz muito mal. “O perdão é uma forma de libertação, um detox do coração. Ele é uma maneira de encerrar conflitos, de trazer de volta a paz. Isso só acontece quando seu emocional entende que há uma luta em vão.  Ao perdoar, você se livra do peso de carregar uma mágoa por anos”, esclarece a psicoterapeuta.

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Por Isabela Leal | Foto Shutterstock | Adaptação Web Ana Paula Ferreira

Nem sempre é fácil administrar as emoções, mas se lançarmos mão dos métodos certos a mudança acontece naturalmente e traz uma bela colheita de paz interior. Um bom exemplo são os florais de bach originais,  fáceis de ministrar no dia a dia e com efeito seguro. “Às vezes guardamos sentimentos mal resolvidos durante a jornada que podem acarretar doenças físicas ou mentais. O floral pode ser útil, pois transforma o sofrimento em algo positivo. Ele trabalha a transformação”, explica Márcia Rissato, terapeuta floral da Mona’s Flower, única importadora dos Florais de Bach Rescue originais no Brasil. A seguir, selecionamos alguns perfis e damos a dica do floral certo para cada caso.

Romântica

Delicada, amorosa e sonhadora.
Necessidade: por viver em outra dimensão, precisa concretizar mais, realizar de fato.
Floral: Clematis — para ter foco e concretizar.

Vaidosa

Cuida de si mesma, muitas vezes com exagero; se preocupa demais com a autoimagem. 
Necessidade: desvencilhar-se desse apego e deixar de ser refém da imagem a ponto de ter uma distorção da realidade.
Floral: Crab Apple — limpa a visão distorcida da autoimagem.

Fitness

Não abre mão dos exercícios e chega a exagerar.  
Necessidade: ter uma rotina de malhação saudável, sem excessos.
Floral: Rock Water — para ser mais flexível consigo mesma.

Dinâmica

Faz milhões de coisas, todas bem-feitas, mas exige um grau de perfeição alto que nem sempre é atingido.
Necessidade: aceitar suas limitações.
Floral: Rock Water — para se tornar mais flexível e condescendente com as próprias limitações.

Executiva

Muito trabalhadora, mas está a um passo de se tornar workaholic.
Necessidade: permitir-se mais os momentos de lazer e ter vida pessoal.
Floral: Oak — para trabalhar no limite do razoável, antes que adoeça.

Superprotetora

Quer proteger sua família, especialmente os filhos, de tudo, sem deixá-los livres e autônomos.
Necessidade: entender que não pode controlar tudo.
Florais: Chicory — para praticar o desapego. Red Chestnut — para limpar os pensamentos negativos.

Aventureira

Louca por viagens e aventuras, sempre encara novos desafios, o que é positivo, mas tende a não se apegar a nada, e a falta de “mudanças” já é motivo para frustração.
Necessidade: valorizar sua vida como ela é.
Floral: Wild Oat — ajuda a trazer um rumo.

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Por Ana Paula Ferreira | Foto Shutterstock 



Com propriedades relaxantes, a lavanda – também conhecida como alfazema – pode oferecer diversos benefícios à saúde, principalmente para as mulheres que costumam sofrer com os sintomas da TPM.

Para usar a flor a favor do seu bem-estar, Nathalia Carravetta, especialista em desenvolvimentos de aromas da L’eponge, listou 5 dicas que vão te ajudar a amenizar a temida tensão pré-menstrual.  

Hora de dormir bem

Por ter efeito calmante, a flor é uma aliada das mulheres que sofrem com os sintomas da TPM. A dica é pingar de 5 a 8 gotas do óleo essencial em 1 litro de água e borrifar pelo quarto antes de dormir. Ele vai ajudar a te acalmar e ter uma boa noite de sono. Outra opção é colocar flores secas de lavanda dentro da fronha do travesseiro para acalmar os ânimos. 

Dor de cabeça não mais

Para quem sofre com dores de cabeça, principalmente nesse período, a dica é massagear as têmporas com uma gotinha do óleo essencial. 

Tchau inchaço

O inchaço também acompanha a maioria das mulheres nesta época do mês. Para diminuir os sintomas nos pés e pernas, a dica é fazer um escalda pés com o olho essencial da flor. Deixe os pés de molho por 15 minutos antes de dormir em um recipiente com água, 10 gotas de óleo de lavanda e uma colher de sopa de sal grosso. Você também pode massagear algumas gotas do óleo nos pés antes de deitar, ela ajuda a acalmar os pés cansados e hidratar a região. 

Efeito Rapunzel 

O óleo essencial da flor é eficaz no tratamento de queda de cabelos emocional. Isso acontece porque a planta tem benefícios que ajudam na cura da insônia, depressão, estresse e ansiedade, causas da perda dos fios. A dica adicionar algumas gotas no seu xampu ou condicionador. 

Para acalmar os ânimos durante o dia

A lavanda tem um aroma único bastante requisitado no mercado de beleza. Para acalmar os seus ânimos e de quem está ao seu redor, aposte em um perfume ou creme com essa essência. Aplique nos pulsos, atrás das orelhas, nuca e dobras, regiões que têm maior circulação sanguínea e ajudam a fixar a fragrância. 

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Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação Web Ana Paula Ferreira



Até pouco tempo atrás, quem queria mostrar menos a gengiva ao sorrir só tinha uma opção: cirurgia. Agora, os dentistas estão usando também a toxina botulínica para amenizar o sorriso gengival.

“Ela é aplicada no músculo que levanta o lábio. Ele perde a força de contração e não levanta tanto ao sorrir”, explica Osmir Batista de Oliveira Júnior, dentista e professor da Faculdade de Odontologia na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), de Araraquara (SP). O efeito dura de três a seis meses.

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Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação Web Ana Paula Ferreira 



O número assusta: segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), 40% dos brasileiros sofrem com a insônia.  “Muitos procuram medicamentos para dormir, mas eles podem trazer efeitos colaterais desagradáveis, como boca seca, dor de cabeça, amnésia e distração”, comenta Joseth Gimenez, farmacêutica do Grupo Pholias, empresa que fornece insumos para farmácias de manipulação. 

É justamente para combater esses efeitos colaterais que algumas pessoas apostam em medicamentos derivados de frutas ou plantas. Um deles, o ProSleep, que pode ser manipulado em farmácias, é um blend de frutas vermelhas. “Ele limpa e desinflama os espaços entre as células do cérebro, promovendo um sono reparador”, diz Joseth Gimenez. 

Além das frutas vermelhas, outros ingredientes naturais também têm efeitos comprovados no combate à insônia. “É o caso da valeriana, cuja raiz reduz os efeitos da ansiedade e da insônia, e também do caule e das folhas da erva-cidreira, que tem boa atuação sobre as alterações indesejadas do sono”, afirma Luis Marques, farmacêutico especialista em Fitoterapia, de São Paulo (SP).

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Por Rita Santander | Foto Shutterstock | Adaptação Web Ana Paula Ferreira 

A reflexologia restaura o bem-estar do organismo, produz relaxamento e ainda contribui para o tratamento de doenças. “Para a reflexologia, o pé é dividido em três partes”, explica Gilson Tsuyoshi Fuji, massoterapeuta, de São Paulo (SP).

Dedos – contêm pontos reflexos dos órgãos e membros do tórax para cima, como olhos, ouvidos, têmporas, cérebro e pescoço.

Meio do pé – os pontos dessa região se refletirão no meio do corpo. A maior parte dos órgãos internos está representada nessa área do pé — rim, pulmão, pâncreas, baço, intestino e coração, para citar alguns.

Calcanhar – tem pontos que se refletem nos membros inferiores e no nervo ciático, que passa por quase todo o corpo.

Conheça abaixo como trabalhar cada problema com a técnica:

Relaxamento: precisa relaxar? Puxar todos os dedos, fazendo uma pequena torção, trará esse benefício. Lembre-se de dedicar de 10 a 15 minutos para cada pé, e não é preciso estalar os dedos.

Lombar: muitas horas de caminhada ou até a má ergonomia no ambiente de trabalho podem causar dores lombares. Para aliviar esse incômodo, a lateral do pé, do dedão até o calcanhar, deve ser pressionada.

Nervo ciático: a dor provocada pela inflamação do nervo ciático pode ocorrer por múltiplos fatores: problemas musculares, problemas vicerais, má postura, sapatos com saltos muito altos,  sedentarismo ou excesso de atividades físicas.

Fígado: o ponto referente a este órgão está localizado no meio do pé direito.  A pressão nessa região ajuda a aliviar o desconforto causado pelo álcool e eliminar essa substância do organismo.

Pescoço e cervical: nos dias de hoje, devido ao uso contínuo de celular, a região dos ombros acaba sofrendo as consequências. Para aliviar a tensão dessa área, pressione a lateral externa do pé, do dedo mínimo até o calcanhar e a base do dedão. Essa massagem trabalhará os pontos reflexos do pescoço, da coluna cervical, dos ombros e cotovelos.

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Por Rita Santander | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira



Todos os órgãos, glândulas e estruturas ósseas do corpo estão representados em pontos específicos dos pés. Baseada nessa premissa, a reflexologia podal utiliza as mais de 70 mil terminações nervosas presentes nesses membros para conduzir estímulos que beneficiarão todo o corpo humano, levando a uma melhora da qualidade de vida, saúde e atuando como terapia complementar no tratamento de doenças

Quando um ponto do pé chamado de zona reflexa é tocado pela pressão exercida pelos dedos das mãos, é gerada uma espécie de descarga elétrica no cérebro, que manda a mensagem para o órgão equivalente e alivia a tensão acumulada nos pés, assim estimula a circulação energética e sanguínea, levando uma sensação de alívio ao organismo. E não é só. Ainda melhora o funcionamento dos órgãos devido à estimulação da circulação sanguínea e linfática, favorecendo a absorção de nutrientes e facilitando a eliminação de toxinas, levando, dessa maneira, ao restabelecimento do equilíbrio do organismo. 

Em uma sequência completa de reflexologia podal, são estimulados todos os pontos para promover o relaxamento e aliviar a tensão do corpo. “Se a paciente relata alguma queixa, concentramos mais a massagem na zona reflexa que ajudará a tratar aquele problema. Em alguns casos, ela não percebe, mas conseguimos sentir o acúmulo de energia em determinadas áreas, e com isso é possível direcionar o tratamento”,  explica Gilson Tsuyoshi Fuji, massoterapeuta, de São Paulo (SP).

Para cada caso, um ponto

No Guia Completo da Reflexologia (Ed. Pensamento), a autora Ann Gillanders afirma que os resultados mais impressionantes dessa terapia são o alívio de problemas comuns, como dores e incômodos pontuais, mas muitas vezes sem gravidade, que médicos e outros profissionais de saúde gastam tempo demais para tratar. 

Na adolescência, quando a menstruação e os distúrbios de pele costumam ser um problema, sessões regulares de reflexologia podem aliviar as dores do período menstrual, regular o ciclo e equilibrar a carga hormonal que tanto afeta os cabelos e a epiderme. A reflexologia também é altamente recomendada para promover relaxamento mental durante as épocas de exames escolares.  

Tratamentos regulares de reflexologia no pós-operatório podem ser de grande valia, ajudando o corpo a se recuperar mais rapidamente, já que toda intervenção cirúrgica provoca um choque no corpo, e os anestésicos enfraquecem o sistema imunológico.

Atenção: não é para todos

Ann Gillanders relata ainda no livro que, se as pessoas recorressem à reflexologia ao notarem os primeiros sintomas, muitas doenças jamais se agravariam. Contudo, em alguns casos, o uso dessa terapia complementar não é recomendado.  É o caso de grávidas nas primeiras 14 semanas de gestação. “Enquanto o bebê está em formação, o feto exige muito sangue da mãe, e como a reflexologia interfere na circulação sanguínea e energética, isso pode afetar a produção de sangue para o bebê”, enfatiza Gilson Fuji.

Pela mesma razão, pacientes diagnosticadas com câncer ou trombose não devem ser submetidas a sessões de reflexologia, pois o estímulo pode fazer as células cancerígenas se reproduzirem ou ainda deslocar os coágulos sanguíneos,  acometendo outras partes do corpo. Pessoas em fases agudas de doenças infecciosas também não devem ser tratadas com a terapia.

Já as pacientes com grau avançado de diabetes podem ter a sensibilidade na planta do pé comprometida e não perceber os estímulos.  “Por isso, a técnica, nesse caso, é feita somente com o intuito de relaxamento, sem estimular pontos específicos”, acrescenta Gilson Fuji.

O terapeuta que aplica o tratamento não tem o poder de diagnosticar doenças. O massoterapeuta explica que sua função, nesse caso, é indicar à paciente que busque um médico. “Quando ouvimos reclamação de dor ao estimularmos determinado ponto, sabemos a qual área reflexa ela se refere, e por isso temos como orientar a busca pelo especialista, mas não dizer que determinado órgão tem um problema”, completa.

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Por Maria Helena da Fonte | Fotos Danilo Tanaka | Adaptação Web Ana Paula Ferreira

Os cosméticos e maquiagens “verdes” estão em alta. Além do apelo cruelty-free não contêm nenhum derivado de origem animal, são livres de componentes químicos, por isso menos alergênicos e nada cancerígenos. Confira!

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Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação Web Ana Paula Ferreira



Já ouviu falar em microfisioterapia? A técnica leva esse nome porque é realizada por meio de mínimos toques, pequenos movimentos em regiões específicas do corpo, feitos por um terapeuta capacitado, e pode melhorar os sintomas de doenças como fibromialgia, enxaqueca e ansiedade, além de traumas físicos, como quedas e acidentes, e dores crônicas que não respondem bem a tratamentos tradicionais. 

Criado na França em 1984 e trazido para o Brasil há cerca de dez anos, o método requer uma avaliação do sistema musculoesquelético, nervoso, pele, além de mucosas e vísceras. “O objetivo é sentir o ritmo vital dos órgãos e tecidos. Nós reproduzimos esses ritmos e esperamos que o corpo responda ao estímulo. Caso isso não aconteça, percebemos que há um bloqueio nesse processo, com perda de vitalidade e desequilíbrios que possam ter desencadeado uma determinada doença. Além disso, a microfisioterapia também estimula o corpo para que se autorregule”, explica Fabio Akiyama, fisioterapeuta da clínica Mind Touch, de São Paulo (SP), que indica apenas 2 ou 3 sessões para se ver resultados.

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Por Ana Paula Ferreira | Fotos Divulgação

O universo feminino não para de inovar e receber novidades! Por isso, todo mês, a CORPO vai te mostrar os produtos que já chegaram ou devem chegar em breve às prateleiras. Confira abaixo os lançamentos do mês de JULHO!

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Por Isabela Leal | Foto Danilo Borges/Escala Imagens | Adaptação Web Ana Paula Ferreira



Para ter seios num tamanho ideal, com um formato perfeito e superfemininos, não basta se encher de coragem, fazer o implante de próteses de silicone e pronto!  Esquecer a vida... O procedimento – apesar de estar cada vez mais banalizado como algo sem importância, corriqueiro – requer, sim, acompanhamento, avaliação médica e observação constante por parte da mulher para perceber se fisicamente há algo fora do normal. Para manter o controle da situação, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP)  indica que as pacientes façam avaliação a cada sete anos com seu cirurgião plástico, embora a maioria dos fabricantes ofereça uma garantia de dez anos para as próteses. Mas uma coisa é certa: não dá para ignorar os detalhes e cuidados necessários para se manter o implante mamário em dia e sem riscos. Veja a seguir aspectos importantes dessa escolha.

Prazo para a troca

A maioria dos fabricantes dá uma garantia de dez anos, mas isso não significa que após esse tempo as próteses devam ser trocadas. Suzy Vieira conta que o que mudou ao longo dos anos e com o avanço da tecnologia, é que o prazo para troca não é predeterminado, já que não existe uma data de validade. “Hoje, a durabilidade média das próteses de última geração é de mais de 15 anos. Algumas marcas fornecem a garantia vitalícia, isto é, no momento em que houver a necessidade da prótese ser substituída, o fabricante fornece um novo par sem custo”, diz a médica. Ana Paula Garcia, 36 anos, assistente social, de Jundiaí (SP), conta que as suas estão em perfeito estado. “Tenho próteses há mais de 16 anos e nunca senti nada diferente ou necessidade de trocar”, relata.

Questão polêmica

Antes de qualquer coisa, vale esclarecer se as próteses têm ou não data de validade. O tema divide a opinião dos especialistas. Segundo Suzy Vieira, cirurgiã plástica, de São Paulo (SP), atualmente ainda não há no mercado mundial uma prótese mamária que seja definitiva, todas precisarão, em algum momento, ser trocadas, ainda que seja em longo prazo. Para Luiz Victor Carneiro Jr, cirurgião plástico, do Rio de Janeiro (RJ), que atuou 14 anos na clínica do mestre Ivo Pitanguy, se a mulher estiver feliz e não houver nenhum tipo de complicação, a prótese não necessita de troca. “Normalmente, próteses de boa qualidade não precisam ser substituídas”, diz ele.  André Eyler, cirurgião plástico, do Rio de Janeiro (RJ), compartilha da mesma opinião: “Existem pacientes com 30 anos de implante sem problemas com as próteses e satisfeitas com o resultado”.

Motivos que levam à substituição

Um deles acabou de acontecer com a apresentadora Xuxa Meneghel, que no final de 2016 se submeteu a uma cirurgia para trocar as suas. O problema dela foi contratura capsular (naturalmente o organismo cria uma cápsula que envolve a prótese, com o objetivo de protegê-la, mas com o tempo essa cápsula começa a se retrair), que, ao longo dos anos, pode levar a uma deformação do formato da prótese e, por consequência, da mama. “Ela contratura é progressiva, mas em graus severos gera deformidades como endurecimento das mamas, alterações da sua forma, assimetria entre os lados e dor”, descreve Suzy Vieira. “Outra causa que tem indicação para a troca é a ruptura da prótese (embora seja menos comum com as mais modernas),  que pode levar a alterações na forma dos seios, diminuição do seu volume e até ao vazamento do gel se não for preenchida por tipo coesivo”, diz a médica. Luiz Carneiro destaca que se a prótese está comprometida e não for trocada, pode haver rupturas que levam ao vazamento do conteúdo, causando inflamações nos tecidos vizinhos. “Nesses casos, pode ser necessário fazer uma raspagem para a retirada desse tecido. Quando não tratada devidamente, essa infecção pode se espalhar e causar danos ainda maiores”, alerta o médico.

Pós-operatório da troca

A dor é bem menor, visto que a adaptação e a pressão causadas pelo novo volume já foram feitas no primeiro implante. Os cuidados após a cirurgia são os mesmos recomendados na operação "de estreia”: não movimentar os braços ou elevá-los acima dos ombros, assim como não carregar peso, por 30 dias; dormir de barriga para cima no mínimo por duas semanas; usar sutiã compressor de um a dois meses. Praticar atividade física (que não solicite os membros superiores) e tomar sol, só depois de 30 dias. Dirigir é possível após uma ou duas semanas, vai depender da recuperação.

Não acabou por aqui, não! Se você quer saber mais sobre a substituição da prótese de silicone, basta garantir a edição 341 da Corpo a Corpo! Então corra para a banca ou adquira a sua CORPO aqui → https://goo.gl/MVGcGL

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Por Ana Paula Ferreira | Foto Shutterstock



Quem não gostaria de sempre exibir um sorriso bem branquinho? Para isso, muitas pessoas optam por fazer clareamento dental.  No entanto, de acordo com Paulo Coelho Andrade, especialista em implantodontia e odontologia estética, de Minas Gerais, é importante esclarecer todas as dúvidas sobre o procedimento antes de tomar qualquer providência. 

Abaixo, o profissional listou as principais perguntas sobre a técnica. Confira!

1. Quem pode fazer o clareamento dental?

Normalmente, qualquer pessoa pode fazer clareamento dental. Todavia, há restrições para pessoas que têm tártaro, placas ou problemas gengivais. O ideal é primeiro tratar estes problemas para então, realizar o clareamento. Gestantes e lactantes também devem esperar o período, pois não há dados que comprovem a segurança do procedimento em grávidas. No caso de pessoas com amplas restaurações ou próteses, a colocação de facetas – famosas lentes de contato para os dentes – pode ser mais eficiente, pois o clareamento abrange somente os dentes, não o material restaurador utilizado. 

2. Qual tipo de clareamento é mais eficaz? O do consultório ou o caseiro?

Os dois tratamentos garantem resultados satisfatórios. O clareamento de consultório produz resultados instantâneos através de géis de alta concentração aliados ao laser. O caseiro é mais lento e gradual. Mas é importante salientar que ambos devem contar com a ajuda de um profissional. 

3. Como fica a alimentação após o clareamento?

Principalmente durante o tratamento clareador e até 15 dias após, deve-se evitar o consumo de alimentos de forte coloração como café, açaí, vinho tinto, beterraba, chocolate ou outras bebidas e alimentos com adição de corantes. Para manter o efeito por mais tempo, o ideal é não consumir nenhum destes itens em excesso. Cigarro é um dos maiores vilões dos dentes brancos. 

4. O clareamento causa sensibilidade nos dentes?

Geralmente o processo pode até causar um aumento da sensibilidade dos dentes ao frio. Entretanto, com a alta tecnologia, os produtos utilizados atualmente possuem agentes que diminuem esta sensibilidade. 

5. Quanto tempo dura um clareamento?

Tudo isto depende dos hábitos do paciente em relação à alimentação e ao consumo de cigarro. Mas em geral, dura um ano. Já as facetas ou lentes de contato de porcelana não alteram a cor.

6. Cremes dentais e enxaguantes bucais com ação clareadora tem o mesmo efeito?

Definitivamente não. Estes produtos podem ajudar em manchas externas, mas não penetram os poros dos dentes promovendo o real clareamento. Inclusive, eles não devem ser utilizados constantemente, pois são muito abrasivos e danificam o esmalte do dente. 

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Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira



Parceira diária das mulheres, a calcinha merece cuidados especiais. “Problemas crônicos como alergias de contato, que também provocam coceiras, dor na relação sexual e aquele corrimento branco aumentado podem ser todos causados pela higienização errada dessa peça”, avisa Mariana Maldonado, ginecologista e terapeuta sexual, do Rio de Janeiro (RJ), que a seguir dá dicas simples e muito úteis para cuidar sempre com carinho da lingerie.

1. Jamais lave na máquina. O sabão em pó e o amaciante possuem substâncias químicas, que podem causar alergia e candidíase. Esfregue-as delicadamente com a mão, sabão neutro e água fria. Coloque-as para secar em um lugar arejado (nunca no banheiro).

2. A peça que acabou de chegar da loja deve sempre ser lavada antes do primeiro uso.

3. Reserve peças menores, mais apertadas ou do tipo fio dental, para ocasiões especiais. No dia a dia, prefira as maiores, com tecidos confortáveis.

4. Furou, rasgou, perdeu o elástico?  É hora de jogar fora, já que ela não vai cumprir sua função de proteger contra sujeiras e contato com o exterior.

5. Durma sem calcinha. Isso mesmo: aproveite as horas de sono para deixar essa área íntima arejada, sem nada que a abafe.  Se não conseguir, um pijaminha leve de algodão basta como proteção.

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Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira



Enxergar as coisas de maneira positiva, mesmo enfrentando dificuldades, pode ser a chave para uma vida mais longa. É o que concluiu um estudo feito com 70 mil mulheres, de 58 a 83 anos, e publicado no American Journal of Epidemiology, dos Estados Unidos. 

Os pesquisadores descobriram que aquelas que se consideravam otimistas tinham menos chances de morrer de câncer, doenças do coração, problemas de pulmão, derrame ou infecções. O estudo durou oito anos e levou em consideração outros fatores, como situação econômica, diabetes, pressão alta e depressão. 

O otimismo é uma característica da personalidade de cada um e nada mais é do que a crença de que as coisas terminarão bem, mesmo diante de problemas. Aline Gomes, psicóloga do Rio de Janeiro (RJ), concorda com o estudo. “Ser otimista não significa ser leviano com os fatos reais. Podemos dizer que é ver as oportunidades dentro de uma realidade que nem sempre é aquela que sonhamos. É por isso que essa pessoa não apenas pode ter melhor saúde, mas também melhor qualidade de vida, melhores ocupações... Vale para tudo.”

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Por Isabela Leal | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira

Os benefícios do contato com a natureza duraram até sete dias no organismo

das pessoas estudadas / Foto Shutterstock

Sabe aquela sensação boa de que os problemas parecem menores e de que a vida é, sim, leve, quando estamos em contato direto com a natureza e seu silêncio? Então, é a mais pura verdade. E comprovado cientificamente por pesquisadores da Universidade de Chiba, no Japão — país onde o hábito é um dos pilares da medicina preventiva, como forma de frear ou inibir o desenvolvimento de doenças e outros males. “O ar realmente puro, rico em oxigênio, é imediatamente perceptível para quem o inspira, e gera uma sensação de bem-estar e relaxamento. O contato direto com a natureza, seu frescor e cheiros próprios das plantas, flores e madeiras permite a desaceleração do estresse causado pela ansiedade, típica da vida moderna”, justifica Dieter Brepohl, estudioso de teologia e CEO do Centro de Medicina Integrativa e Bem-Estar do SPA Lapinha, em Lapa (PR). 

Imunidade lá em cima

“Estudos recentes mostram um aumento considerável de células do sistema imunológico de quem convive com a natureza”, conta Karlla Patrícia Silva, doutora em biologia, de Clermont-Ferrand (França). Ela diz ainda que cientistas japoneses comprovaram que uma caminhada de duas horas em ambiente de floresta aumenta a síntese de proteínas anticâncer, sugerindo seu efeito preventivo sobre diversos tipos de cânceres, além da importante diminuição dos níveis de cortisol, o hormônio do estresse. “Os benefícios duraram até sete dias no organismo das pessoas estudadas. Isso significa que uma caminhada na mata pode nos deixar revigorados por uma semana”, destaca a bióloga.

Nos centros urbanos 

Dieter Brepohl cita uma publicação, de 2017, do International Journal of Environment and Public Health (“Revista Internacional de Meio Ambiente e Saúde Pública”), que deixa claro a associação de alguns benefícios para a saúde com a exposição à natureza, para quem vive em ambientes urbanos. “O artigo sugere que usufruir desse contato algumas vezes por semana, ainda que seja por curto período de tempo, produz uma resposta de diminuição do nível de depressão”, diz o terapeuta. Para quem está na cidade, vale uma caminhada por trilhas (não muito distantes), um momento relax em praças com muitas árvores, um período de silêncio em um jardim cheio de plantas e flores, um passeio por áreas rurais, com bastante mata, e por aí vai. 

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