Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Uma pesquisa realizada na universidade sueca Dalarna chegou a uma conclusão inusitada: pessoas que ficam acordadas até tarde têm quatro vezes mais chances de ter cáries do que aquelas que costumam dormir cedo. 

Isso indica uma associação entre hábitos de sono e frequência de escovação. A pesquisa verificou que quem ficava acordado até tarde “pulava” a escovação noturna. E, para piorar, muitos tinham o hábito de atacar a geladeira altas horas da noite.

Por isso, se você for uma pessoa noturna, lembre-se: evite alimentos ricos em carboidratos e açúcares (especialmente à noite), escove os dentes ao menos duas vezes por dia e, por maior que seja o cansaço, jamais vá para a cama sem limpar a boca.

“Enquanto dormimos, diminuímos a taxa de secreção salivar e com isso ocorre uma menor diluição das bactérias da cavidade oral, predispondo ao aparecimento de cáries”, esclarece Mário Groisman, dentista e mestre em Ciências Dentais pela Universidade de Lund, na Suécia, do Rio de Janeiro (RJ).

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Texto Marcela Zanetti e Vand Vieira | Adaptação Ana Paula Ferreira

Antes e depois de Talita Santos

Fotos Arquivo pessoal (antes) / BO Campos (depois)

Até os 16 anos, a podóloga Talita Santos, 25 anos, de Sorocaba (SP), nunca havia brigado com a balança, e nem percebeu as mudanças no corpo depois de conseguir o primeiro emprego, na época, como manicure. “Passava horas sentada, sem me alimentar ou comendo besteiras entre uma cliente e outra”, lembra. “Em sete anos, passei dos 56 para os 84 kg”, conta. Os sintomas de depressão não demoraram a aparecer. Ela não aceitava a própria aparência e se achava bem mais velha do que realmente era. “Comprar roupas era uma tortura. Ia de loja em loja e nada me servia. Experimentava todas as peças da maior numeração que existia e saía suando do provador. A frustração era total”, conta. Pouco tempo depois de completar 23 anos, Talita ficou grávida. O ganho de peso não foi grande – 8 kg –, mas a indisposição, a falta de ar e o cansaço, sim. 

Já com a filha nos braços e quando tudo parecia bem, veio o choque de realidade: Talita não se reconheceu em uma foto tirada pelo marido, em janeiro deste ano. “Chorei muito. Não fazia ideia de que eu estava tão gorda”, fala. “Decidi que tinha que mudar ou minha filha não teria uma mãe disposta com quem passear e brincar”, diz. 

O primeiro passo foi entrar em um grupo no Facebook com outras pessoas tentando emagrecer. Depois, iniciou a reeducação alimentar. “Diminuí a quantidade de arroz e variei as fontes de carboidrato, como batata e mandioquinha. Também cortei as frituras e passei a preparar mais assados, cozidos e grelhados.” Produtos industrializados e snacks supostamente saudáveis, como barra de cereal e cream cracker, também perderam lugar na nova dieta. 

Apesar de não ser muito fã de exercícios, Talita alternou caminhada e corrida durante processo de emagrecimento e, de quebra, conseguiu controlar o estresse e a ansiedade dessa fase. “Agora, pela falta de tempo, prefiro fazer treinos funcionais em casa, três ou quatro vezes por semana”, fala. 

Hoje com 59 kg, Talita garante que fez as pazes com o guarda-roupa e com a vida. “Tomei coragem para usar vestido, short e tudo o que eu quiser. Emagrecer foi libertador e influenciou até na relação com a minha família, já que estou muito mais feliz”, comemora.

Dicas da Talita

Mantenha o foco
Para escapar do desânimo diante de objetivos grandiosos demais – enxugar 20 kg, por exemplo –, vale a pena fracionar a meta, comemorando cada quilo perdido.

Encontre o que dá prazer 
Praticar atividades físicas não é – nem precisa ser – um sacrifício. Basta descobrir quais são as modalidades e tipo de ambiente que mais fazem você feliz.

Coma bem 
Pular refeições é sempre uma péssima ideia. Além de prejudicar o funcionamento do organismo, faz você querer comer em dobro depois. Invista em pequenas porções ao longo do dia, a cada duas ou três horas.

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Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Já ouviu falar em osteopatia? Trata-se de uma terapia complementar de cuidado com a saúde que tem como objetivo restabelecer os movimentos naturais do corpo, devolvendo o equilíbrio, a boa postura e a capacidade de se adaptar melhor a posições prolongadas ou erradas. “Com o tratamento, os músculos relaxam, as inflamações diminuem, a dor passa e podemos prevenir futuros problemas crônicos e degenerativos”, explica Henri Pelletier, osteopata francês da NGO – Natural Global Osteopathy, do Rio de Janeiro (RJ).

Para chegar a esse resultado, o profissional utiliza o método de palpação e técnicas manuais diversas para tratar músculos, articulações, nervos, o tecido conjuntivo, o sistema circulatório e até órgãos internos. “As indicações são várias, tanto preventivas como curativas: dores musculares, articulares, abdominais, cefaleias, insônia, além de acompanhamento da gravidez e de atletas, por exemplo”, explica o osteopata.

Segundo ele, de uma a três sessões são suficientes para restaurar a mobilidade ideal. Em curto prazo, os benefícios são o relaxamento e o alívio das dores. Em longo prazo, o equilíbrio do organismo como um todo, restabelecimento dos movimentos naturais do corpo, bem-estar e saúde. Para encontrar um profissional qualificado, visite o site registrodososteopatas.com.br.

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Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Estou com os olhos muito vermelhos. Como sei se é conjuntivite ou terçol?

A primeira é uma inflamação da camada que reveste a parte branca dos olhos e a superfície interna das pálpebras. Os sintomas são vermelhidão, sensibilidade à luz, secreção, lacrimejamento e inchaço. Geralmente é causada por vírus ou bactéria.

O terçol também é uma inflamação, mas de duas glândulas nas pálpebras. Os sintomas são muito semelhantes, e pode aparecer um abscesso na borda da pálpebra. “Quando isso acontece, há acúmulo de pus, células mortas e secreção”, conta Gustavo Bonfadini, oftalmologista do Instituto de Oftalmologia do Rio de Janeiro (RJ). A conjuntivite pode ser contagiosa e deve ser avaliada por um médico. Já o terçol não é transmitido para outras pessoas e tem resolução espontânea.

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Texto Mariana Vieira | Edição Isabela Leal | Fotos Escala Imagens | Adaptação web Ana Paula Ferreira 



Após dias exaustivos, é comum sentirmos cansaço, estresse e até mesmo dores desencadeadas por noites maldormidas. Por isso, o maior desejo da grande maioria da população é ter uma noite de sono tranquila e restauradora. Entretanto, não é todo mundo que tem essa sorte. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 40% dos brasileiros sofre de insônia. O grupo mais afetado pelo problema são as mulheres, especialmente aquelas que se encontram na menopausa. Além delas, idosos e pessoas das classes sociais menos favorecidas também têm alta incidência da doença.  E se não for tratada, ela pode trazer sérias consequências à saúde física e mental, desde alterações de humor a uma série de outras doenças.

Reflexos do problema

A insônia se caracteriza pela dificuldade de pegar no sono ou mantê-lo. No dia seguinte, o indivíduo pode apresentar cansaço, dificuldade de concentração, esquecimento, irritação e impaciência.De acordo com Dalva Poyares. presidente da Associação Brasileira de Medicina do Sono, de São Paulo  (SP), a insônia é prejudicial porque as horas de descanso proporcionadas por uma noite tranquila são fundamentais para o bom funcionamento do organismo. “Quando não dormimos o suficiente, nosso corpo tende a desenvolver problemas de saúde como hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares e relacionadas à imunidade. Quem dorme pouco por falta de tempo também está sujeito a essas consequências”, explica.

Abaixo, ela mostra em poucos passos como identificar o problema. Se você responder sim em todas as questões abaixo, provavelmente pode ser um insone.

1. Você apresenta dificuldade para começar a dormir, no mínimo, três vezes por semana durante três meses?

2. Você tem problemas para manter o sono nesse período?

3. As noites maldormidas estão afetando o seu dia a dia? 

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Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Lipo x abdominoplastia. Em dúvida entre as duas? São procedimentos com indicações e resultados diferentes.

A lipoaspiração é a cirurgia de retirada de gordura por meio da sua aspiração, feita por cânulas introduzidas sob a tez. É indicada para quem tem gordura localizada, sem flacidez, e pode ser feita em várias partes do corpo. A cicatriz do pós-operatório é bem pequena.

Já a abdominoplastia é a cirurgia para retirada de pele com flacidez, especificamente, do abdome. Uma certa quantidade de gordura acaba sendo retirada também. Deixa uma cicatriz grande, proporcional à quantidade de flacidez. É indicada para quem tem excesso de pele abdominal. “Na maioria das vezes, quem realiza são mulheres que já tiveram filhos ou que, por causa de regimes severos, sofrem com a flacidez nessa região”, diz Alexandre Kataoka, cirurgião plástico, de São Paulo (SP). A recuperação é similar em ambas e leva de 15 a 30 dias.

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Texto Mariana Vieira | Edição Isabela Leal | Foto Escala Imagens | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 40% dos brasileiros sofre de insônia. O grupo mais afetado pelo problema são as mulheres, especialmente aquelas que se encontram na menopausa. Além delas, idosos e pessoas das classes sociais menos favorecidas também têm alta incidência da doença. E se não for tratada, ela pode trazer sérias consequências à saúde física e mental, desde alterações de humor a uma série de outras doenças.

Veja a seguir alguns dos principais motivos que podem ocasionar a insônia e que podem ser evitados:

Estresse e depressão: a preocupação excessiva e os assuntos mal resolvidos no decorrer do dia atrapalham o descanso. Isso porque o organismo reage às situações de raiva e tristeza e fica em alerta constante.  Até o fato de não conseguir dormir bem ocasiona estresse, formando um ciclo vicioso.

Sedentarismo: se você não pratica atividades físicas com frequência, isso pode ser um problema para as suas noites de sono. A falta desse hábito atrapalha o relógio biológico e causa obesidade, que, como consequência, resulta na apneia e atrapalha no sono. Mas atenção: é importante não praticar atividades próximo ao momento de dormir, pois o efeito pode ser contrário.

Medicamentos: alguns remédios podem conter em suas fórmulas estimulantes capazes de prejudicar o sono, especialmente os antigripais, os analgésicos e os descongestionantes.

Fatores externos: não é só internamente que estão os problemas. Se o seu ambiente de repouso possui barulho, televisão ligada, muita claridade e umidade, tudo isso pode ocasionar insônia.

Álcool, cafeína e nicotina: este trio é considerado estimulante e pode afetar seu descanso. Apesar de algumas pessoas acharem que são relaxantes, elas se equivocam posteriormente, pois ocasionam dores de cabeça pela manhã e tiram o sono depois das primeiras horas. Além das bebidas alcoólicas e do cigarro, é importante evitar alimentos estimulantes, como café, chocolate e chá-verde.

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Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira

Apesar de parecerem corriqueiros, alguns sintomas podem indicar a presença de males que precisam ser tratados. Confira a lista elaborada sob a consultoria de Alfredo Salim Helito, clínico-geral do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo (SP).

1. Sede intensa

Muito mais do que vontade de se hidratar, esse sintoma pode indicar diabetes.

2. Mudanças nos hábitos do intestino

Se você é um reloginho e de repente seu padrão muda de forma inexplicável, pode significar uma doença no intestino — até mesmo um tumor.

3. Pintas que alteram de tamanho ou sangram 

Podem indicar a presença de melanomas, isto é, o conhecido câncer de pele.

4. Tontura. Não ache que é normal 

Pode ser sinal de um AVC ou uma arritmia cardíaca. “Muita gente que precisa colocar marca-passo começa com uma tontura”, diz o médico.

5. Enxergar flashes de luz

Ou “moscas” (pontinhos pretos que seguem sua visão). Podem indicar problemas na retina, como o descolamento.

6. Coceira pelo corpo

Se for crônica, procure um médico, pois pode indicar alguma doença oncológica, como o linfoma.

7. Sangramento no nariz 

Não basta colocar a cabeça para cima e esperar passar. Pode ser uma lesão no nariz, pressão alta, problemas de coagulação... Procure um médico imediatamente.

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Por Karine César | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira

Os joelhos suportam o peso do nosso corpo e, por isso, precisam de cuidados especiais. A região pode ser acometida por diversas patologias, sendo as mais comuns: torções, contusões, traumas ou desgaste. Charles Cachoeira, ortopedista e especialista em Cirurgia do Joelho da clínica Cecam, de São Paulo (SP), ensina como deixar os seus joelhos aptos para os exercícios.

1. Faça atividade física

A prática regular — inicialmente sem impacto — fortalece a musculatura e previne a sobrecarga articular.

2. Procure orientação

O acompanhamento de um profissional capacitado é muito importante. Muitas pessoas não podem correr por causa de traumas anteriores, e um especialista pode auxiliá-la na escolha de um novo esporte, como os aquáticos, por exemplo.

3. Alongue-se e aqueça antes de treinar

Isso ajuda a manter a flexibilidade durante os movimentos e evita o risco de lesões.

4. Respeite seus limites

Comece com um treino leve e aumente a carga progressivamente. Se sentir algum desconforto durante ou depois do exercício, procure um médico.

5. Mantenha o peso

Quilos a mais na balança significam sobrecarga nos joelhos.  Então, se estiver acima do peso,  procure emagrecer antes de se aventurar em algum esporte que gere impacto na região.

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Por Diana Cortez | Fotos Arquivo Pessoal | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Um dos maiores sonhos da estilista e instablogger Daniele Cozzarin, de 36 anos, era ser mãe. Mas, apesar de ter se casado aos 21 anos, não conseguia realizá-lo. Depois de quatro anos de tentativas, decidiu fazer um tratamento. “Tomei vários remédios e hormônios. Quando estava próximo de fazer 30 anos, fiz fertilização in vitro e engravidei de dois meninos”, conta. Ela lembra que a gravidez foi maravilhosa. Seus bebês nasceram saudáveis, com 38 semanas. “Eu era a pessoa mais feliz do mundo”, diz a loira. Logo todos foram para casa. E, ali, Dani começou a sentir um desespero. “A amamentação foi muito difícil e eles choravam de fome. Fiquei bastante frustrada. Para piorar, não conseguia dormir à noite porque um deles sofria de refluxo.” Então veio a depressão e a apatia. “Percebi que alguma coisa tinha mudado em mim, mas não aceitava buscar ajuda. Como era possível eu ter lutado quatro anos para engravidar e não estar feliz, nem mesmo sentir afeto?”, revela.

O marido e a mãe de Daniele começaram a perceber que algo estava errado. Ela, que sempre foi vaidosa, chegava a ficar dois dias com a mesma roupa. Então, na tentativa de reanimá-la, a mãe marcou uma escova no salão em frente à sua casa. Mas Dani sentiu um vazio tão grande que, na volta, pensou em se jogar na frente de um carro. “Naquele momento algo me impediu. Comecei a chorar e pedi ajuda a eles.” 

Ela foi ao psiquiatra, passou a tomar remédios e a fazer terapia. Dois anos depois, apesar de estar melhor da depressão, ela continuava ansiosa e estressada. Então, o médico sugeriu que fizesse uma atividade física. “Descobri o muay thai e a minha vida mudou. Deixava meus filhos na escolinha e ia treinar”, comenta. 

Daniele também buscou uma nutricionista para orientá-la e passou a escolher opções mais nutritivas e saudáveis para a família. O corpo foi mudando e seu percentual de gordura, diminuindo. Depois de um tempo,  ela passou a fazer musculação três vezes por semana e trocou o muay thai pelo kickboxing duas vezes por semana. “A estética foi uma consequência da minha disciplina, mas por um comprometimento com a minha saúde”, finaliza.

Os segredos do sucesso de Daniele

Tenha a sua dieta

“Não se baseie no cardápio das amigas, nem gaste dinheiro com suplementos. Busque uma nutricionista para saber o que é melhor para você.”

Em paz com o espelho

“Seja a sua melhor versão para você mesma e não para agradar alguém. A outra pessoa é só mais uma inspiração para chegar lá.”

Equilíbrio sempre!

“Esse é o segredo para dar certo e seguir com esse estilo de vida por muitos anos.”

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Por Ana Paula Ferreira | Foto Shutterstock 



A indicação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que o aleitamento materno exclusivo seja feito até os seis meses de idade do bebê, podendo estender-se até os dois anos com complementação de outras fontes de alimentos. Contudo, este tema ainda desperta muitas dúvidas sobre como se preparar para o aleitamento ou o que pode ou não ser feito durante esse período. Pensando nisso, Clery Gallacci, neonatologista do Hospital e Maternidade Santa Joana, de São Paulo, esclarece alguns mitos e verdades sobre a amamentação:

1. Cerveja preta ajuda a aumentar a produção de leite.

MITO. É contraindicado que lactantes ingiram bebidas alcoólicas durante o período que estão amamentando. 

→ Dica: Para auxiliar a lactação, é importante que a mãe esteja sempre bem hidratada. Como amamentar exige muito do organismo da mulher, beber bastante água é essencial.  

2. Existem posições não indicadas para amamentar. 

VERDADE. Para amamentar, a mamãe precisa estar em uma posição confortável e o bebê deve conseguir abocanhar toda a aréola, fazendo estímulo para a produção do leite. 

→ Dica: Nem sempre é fácil fazer a pega correta. Para ajudar o bebê a abocanhar o seio corretamente, uma dica é abaixar o seu queixinho. Além disso, o bebê deve estar virado de barriguinha para a mãe, que deve mantê-lo próximo ao seu corpo para que o bebê se organize neurologicamente e consiga coordenar a sucção com a deglutição de forma efetiva.

3. Amamentar ajuda a mulher a retornar ao peso de antes da gravidez.

VERDADE. O ato de amamentar estimula a produção de alguns hormônios que incentivam a contração uterina. Dessa forma, o útero volta mais rapidamente ao tamanho natural no pós-parto. Além disso, o gasto energético que a mãe tem durante a amamentação auxilia na perda de peso. 

4. O aleitamento prejudica o seio da mulher. 

MITO. Com uma boa preparação e cuidados durante o pré-natal, é possível evitar as lesões nos mamilos. Porém, caso isso aconteça, é importante que a mulher vá até um serviço de saúde buscar orientações. 

→ Dica: É importante que a mulher tenha autoconhecimento da anatomia de suas mamas. A postura no momento da amamentação é muito importante para evitar lesões. 

5. Bebê que mama no peito não precisa beber água. 

VERDADE. O aleitamento materno exclusivo nos seis primeiros meses proporciona a esses bebês uma proteção importante contra infecções e colabora para um desenvolvimento neurológico melhor. Ele contém todas as proteínas, gorduras, carboidratos, água e vitaminas que o bebê precisa; é o alimento mais completo que existe. 

6. Devem-se limpar as mamas a cada mamada.  

MITO. A higienização das mamas pode ser feita normalmente durante o banho diário. 

→ Dica: Depois de cada mamada, passar um pouco do próprio leite na aréola e no mamilo, para manter a pele hidratada. 

7. Todas as mães podem doar leite.

VERDADE. Desde que a mãe deseje doar seu leite, ela pode se dirigir aos bancos e realizar os procedimentos recomendados.  Se para todo recém-nascido a alimentação recomendada é o leite materno, para os prematuros ajudará na recuperação mais rápida diminuindo as morbidades da prematuridade. Os nutrientes do leite materno vão contribuir também entre outras coisas para o amadurecimento gastrointestinal com melhor tolerância alimentar.

8. O ambiente externo influencia no sucesso da amamentação.

VERDADE. O ambiente externo no qual a mamãe está inserida pode colaborar para o sucesso da amamentação. O pai e os familiares podem ajudar nos afazeres domésticos, por exemplo, e na oferta de nutrientes a mamãe. O cansaço e o stress materno pode diminuir a produção de leite. Assim a colaboração de todos ao redor pode ajudar a mamãe. Nesse aspecto, vale ressaltar que os pais ou acompanhantes fazem parte do processo de amamentação. 

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Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Segundo a Agência Nacional de Saúde (ANS), os planos de saúde perderam nada menos do que 1,4 milhão de beneficiários em 2016. Por outro lado, as chamadas clínicas populares viram sua clientela aumentar a passos largos. A fórmula é simples: agendamento de serviços pela internet, atendimento ágil, bons profissionais e consultas com valores que giram em torno dos R$ 100, com direito a retorno. “Nós temos uma equipe de mais de mil médicos, formados nas melhores universidades. E, por meio de hospitais parceiros, oferecemos até cirurgias”, diz Marcos Fumio, vice-presidente médico da rede Dr.Consulta. Veja abaixo, algumas outras dessas alternativas.

Saúde na Mão

Possui três unidades em São Paulo (SP) e oferece consultas, inclusive de odontologia, e exames.

Clínica Sim

Com seis unidades em Fortaleza (CE), oferece um pacote de exames de check-up para mulheres e consultas.

Policlínica Granato

Localizada no Rio de Janeiro  (RJ), possui cinco unidades na cidade. Além das consultas, tem exames laboratoriais e de imagem.

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Por Isabela Leal | Foto Shutterstock | Adaptação Web Ana Paula Ferreira



Não é só a poluição e a poeira excessiva que inalamos na rua que podem fazer mal à saúde. Um estudo publicado no The Scientific Electronic Library Online (biblioteca eletrônica que divulga artigos científicos brasileiros) mostrou que o ar que respiramos em ambientes fechados também contém os chamados VOCs (compostos orgânicos voláteis), substâncias tóxicas encontradas nos materiais que nos rodeiam, como papéis, móveis, tintas de paredes, tintas de impressora, plásticos, vernizes, produtos de limpeza etc. O contato diário com essas toxinas pode causar desde irritações nos olhos, boca e garganta até náuseas, sonolência, tontura e aumento da frequência cardíaca, dores de cabeça, e em alguns casos pode até deixar a pessoa inconsciente. 

“Essas substâncias nocivas podem se manifestar com mais ou menos intensidade, dependendo do ambiente, mas o fato é que elas podem ser muito prejudiciais à saúde. Para criar um ar mais limpo, vale manter nos espaços de convívio algumas espécies de plantas que purificam e umidificam o ar, neutralizando a ação desses compostos maléficos”, sugere Alexandre Ferreira Pedro, paisagista e docente da área de paisagismo e jardinagem do Senac Lapa Tito, de São Paulo (SP). Não à toa a NASA fez um estudo para determinar as espécies de plantas mais indicadas para purificar o ar de ambientes fechados. São elas: jiboia, lírio-da-paz, palmeira-dama, espada-de-são-jorge e árvore-da-borracha — facilmente encontradas em viveiros e lojas de jardinagem.  Gostou da ideia de ter essas plantinhas como aliadas? A seguir, Alexandre Pedro ensina como cultivá-las em casa.

Jiboia

Uma das poucas folhagens com características de trepadeiras que podem ser cultivadas à meia sombra. À medida que o tempo passa, suas folhas ficam mais largas, recortadas ou variegadas (rajadas de amarelo). Necessita de água a cada dois dias e tolera meia sombra e luz difusa. Não é muito indicada para sol pleno, pois suas folhas podem ficar muito amareladas. Aconselha—se o plantio em solo (ou vaso) rico em matéria orgânica, adubando-a com intervalos de três a quatro meses.

Lírio-da-paz

Suas flores brancas trazem charme ao ambiente. Deve ser plantada em solo rico em matéria orgânica, com adubação anual e regadas a cada dois dias. Não tolera sol intenso, mas fica muito bem em espaços com meia sombra ou luz difusa. Seu crescimento é bem rápido e sua multiplicação se dá por touceiras, que quando replantadas geram novas mudas.

Palmeira-rápis ou palmeira-dama

De crescimento lento, não suporta sol pleno, sendo indicada sempre para ambientes de meia sombra ou luz difusa. Necessita de bastante água, porém sem encharcar a terra, e solo rico em matéria orgânica e bem drenado. Resiste ao ar-condicionado, caso tenha regas regulares, adubação anual e incidência de luz difusa.

Espada-de-São-Jorge 

Seu plantio é muito fácil, pois se dá bem com sol pleno, meia sombra ou luz difusa. Não necessita de muita água, pode ser regada a cada três dias ou semanalmente, aguentando longos períodos de estiagem.  Não necessita de adubação e se multiplica com facilidade: uma folha retirada com um pouco de raiz já dá origem a uma nova planta. Pode ser encontrada na versão variegada.

Falsa-seringueira ou árvore-da-borracha

Aprecia a luz direta do sol, por isso deve ser cultivada próximo a janelas e portas, com bastante claridade.  Por crescer excessivamente, é necessário fazer podas de contenção e plantá-la em vasos para ter maior controle de seu tamanho. Exige regas a cada três dias e adubação anual.

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Por Ana Paula Ferreira | Foto Shutterstock 



Mesmo sendo considerado um vilão da saúde, o colesterol é um componente essencial para o bom funcionamento do organismo. É importante, contudo, ter atenção aos níveis do colesterol “ruim” (LDL), comumente associado aos hábitos de quem está com sobrepeso. “O excesso de LDL – acima de 200mg/decilitro – é chamado de dislipidemia e pode aumentar os riscos de arteriosclerose, a qual, consequentemente, eleva as chances de doenças cardiovasculares”, explica Leonardo Martins, cardiologista da Cia. da Consulta. “Entre os principais riscos estão a maior probabilidade de infarto agudo do miocárdio (IAM), acidente vascular cerebral (AVC) e doença arterial periférica”, completa.

Enquanto o HDL (considerado o colesterol “bom”) ajuda a eliminar o “colesterol ruim” e a reduzir os riscos de problemas cardíacos, o LDL possui baixa densidade e, ao entrar nas células, faz com que o seu excesso se acumule nas artérias como placas gordurosas. “O abacate é um poderoso aliado para aumentar o HDL e recomendo consumir pelo menos uma colher de sopa por dia”, indica Emily Sena, nutricionista da Cia. da Consulta.

As alterações dos níveis de colesterol podem ter três origens: fator genético, ocorrência de doenças como hipotireoidismo, obesidade, diabetes e insuficiência renal , e hábitos de vida, como sedentarismo, tabagismo ou alimentação rica em gordura saturada (sobretudo de origem animal), gordura trans e açúcar. “Optar por uma vida saudável, praticando exercícios físicos, mantendo-se no peso adequado e evitando comer alimentos gordurosos, ajuda a prevenir o alto colesterol”, recomenda Martins. Dependendo de cada situação, o tratamento sugerido pelo médico pode utilizar remédios para reduzir o colesterol. “Mesmo com o uso de medicamentos, os cuidados com alimentação e exercícios devem ser mantidos por tempo indeterminado”, completa o cardiologista. Abaixo, Emily listou alguns alimentos que podem ajudar no combate do colesterol “ruim”. Confira: 

Alimentos a serem evitados

- Consumo de alimentos com alto nível de gordura, como coxinha, folhados ou empadas;
- Carnes gordurosas, principalmente aquelas com gordura aparente, entre elas picanha ou pele de frango; 
- Frituras em geral;
- Bolachas recheadas e  amanteigadas, tortas ou bolos com recheio e com cobertura;
- Manteiga, margarina e banha de porco;
- Alimentos industrializados, que são ricos em gordura vegetal hidrogenada e aumentam assim a taxa de colesterol no sangue, como sorvetes ou salgadinhos;
- Gordura saturada, principalmente de origem animal, como queijos amarelos, creme de leite, toucinho e bacon, além de leite, requeijão  e iogurte integrais.;
- Embutidos, como salsicha, linguiça ou salame;
- Massa folhada.

Alimentos a serem priorizados

- Dê preferência ao pão, macarrão e arroz integrais;
- Inclua no cardápio as leguminosas, como feijão, soja, lentilha ou ervilhas; 
- Prefira cereais integrais, como aveia, trigo, centeio ou cevadinha;
- Dê preferência aos peixes, aves (peito de frango) sem pele e carnes magras cozidas ou assadas;
- Prefira leite desnatado e iogurte desnatado; 
- Dentre os queijos, priorize queijo branco;
- Farelo de aveia, que é rico em fibra e ajuda a diminuir os índices de colesterol;

- Consuma mais gorduras saudáveis, como as monoinsaturadas que ajudam a aumentar HDL presentes no azeite de oliva, abacate, peixes de água fria (salmão, sardinha e atum) e linhaça dourada;
- Aumente o consumo de frutas, verduras e legumes, e coma de forma variada. 
- Procure colocar diferentes cores no seu prato;
- Consuma frutas e vegetais crus em abundância.

Para consumir todos os dias 

- Frutas vermelhas;
- Vegetais;
- Peixes de água fria, como cavala, sardinha, bacalhau fresco, salmão grelhados ou assados;
- Azeite de oliva;
- Alimentos ricos em fibras, como aveia, feijões, grão-de-bico, lentilha, ervilha, trigo e hortaliças;
- Leite desnatado e iogurte desnatado.

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Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira



O diagnóstico nas mulheres demora mais

Verdade. “Elas reclamam de dor ou mal-estar, mas acreditam que seja apenas psicológico.  Isso acaba agravando o quadro e retardando o diagnóstico”, diz Rogério Krakauer, cardiologista da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP).

Estresse faz mal

Verdade. “Um estudo realizado pela McMaster University, no Canadá,  com 24 mil voluntários em 52 países,  revelou que a prevalência de estresse crônico é maior entre as vítimas de infarto”, diz Rogério Krakauer.

Um estilo de vida saudável pode contar mais do que a genética 

Verdade. Um trabalho apresentado no congresso da American Heart Association, em 2016, relatou que hábitos saudáveis reduzem o risco de doença cardiovascular, infarto e morte por causa cardíaca mesmo nas pessoas com histórico familiar.

Os riscos aumentam após a menopausa

Verdade. Os hormônios femininos protegem o coração. Então, quando há seu declínio, por volta dos 50 anos, os riscos elevam progressivamente.

Prevenção é tudo

Verdade. A avaliação cardiológica para pessoas com história familiar de doenças do coração deve ser iniciada entre os 30 e 35 anos, para quem não desempenha atividade esportiva intensa. Indivíduos sedentários e sem história familiar de problemas cardíacos podem começar um pouco mais tarde, entre 35 e 40 anos.

Apenas obesos têm problema no coração

Mentira. A obesidade é apenas um dos fatores. Magros também podem ser afetados, principalmente se integrarem grupos de riscos, como hipertensos, sedentários e fumantes.

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Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação Web Ana Paula Ferreira



Substituir os óculos pelas lentes de contato pode ser uma ótima ideia, especialmente para quem faz esporte. Veja, a seguir, um pequeno guia de como começar a usar e cuidar das suas:

- No início, é preciso passar por um período de adaptação: usar a lente por períodos curtos, aumentando a cada dia. 

- Elas devem ser higienizadas antes e depois de cada uso. Mas nada de água da torneira ou soro fisiológico — use soluções específicas para esse fim.

- Segundo Samantha de Albuquerque, oftalmologista, de São Paulo (SP), não é recomendado dormir nem tomar banho com a lente. “Durante o sono, não piscamos. Assim, não há renovação da lágrima, que limpa as lentes, retira ‘sujeiras’ e ajuda na oxigenação”, explica. Em relação ao banho, a água do chuveiro não é estéril e pode contaminar as lentes.

- Uma novidade são as lentes diárias, que devem ser descartadas depois do uso. Elas são mais finas que as comuns e diminuem o risco de infecções, porém têm o custo mais alto.

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Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação Web Ana Paula Ferreira



Quem consegue imaginar a vida sem celular? Pois além de todas as funções que ele já desempenha, adicione mais uma à lista: ajudar a manter o organismo em dia. Confira abaixo 5 aplicativos para cuidar da saúde:

Einstein Vacinas 

Gerencia as vacinas que você e sua família precisam tomar, com calendários personalizados e alertas.

Beber Água 

Calcula a quantidade ideal de líquido por dia e envia notificações periódicas para não esquecer de consumir.  Além disso, também dá para consultar o histórico de consumo no dia a dia.

Hora da Pílula 

Sufoco, nunca mais. O aplicativo envia lembretes diários para nunca mais esquecer de tomar o anticoncepcional na hora certa.

Docway

Conecta médicos e pacientes para atendimento domiciliar. O aplicativo possui um banco de médicos cadastrados e faz o agendamento das visitas solicitadas. Disponível para São Paulo, Belo Horizonte e Curitiba.

Cardiógrafo

Quer saber a quantas andam os batimentos do seu coração? Esse app, por meio da câmera do celular, é capaz de medir a frequência cardíaca. Útil para quem faz exercícios físicos.

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Por Diana Cortez | Fotos Arquivo Pessoal | Adaptação Web Ana Paula Ferreira



Tatiane foi uma criança magrinha, mas, na adolescência, teve a primeira experiência com o sobrepeso. “Vivia rodeada de comidas engordativas. Minha mãe fazia salgadinhos e bolos para vender”, conta a consultora fit, de Araras (SP). Ela lembra que sua primeira frustração com o peso foi em sua festa de 15 anos: “Não consegui encontrar uma roupa que ficasse bem e fiquei chateada”,  relembra. Com uma alimentação baseada em frituras, doces, pastéis,  pizzas, lanches, salgadinhos e refrigerantes, além de muito sedentarismo, Tatiane chegou aos 101 quilos! “Ficava muito tempo sem comer e, depois, atacava tudo,  mesmo tarde da noite”, conta. No final de 2012, após várias decepções, Tatiane conheceu a depressão e a síndrome do pânico. “Afundei, me isolei e até tentei suicídio. Estava disposta a acabar com tudo!”

Por dois anos, ela foi levando essa vida até que uma pessoa a aconselhou a olhar para si e deixar de colocar as outras pessoas como prioridade. “Em um estalo decidi me dar essa chance,  era a última! Então, em agosto de 2014, iniciei o meu processo de transformação. Confesso que não acreditava muito, mas não saberia se não tentasse”, confessa. Com apenas 1,56 m de altura, Tatiane definiu como meta inicial pesar 80 quilos. Para isso, procurou uma nutricionista e se matriculou em uma academia. “Decidi que queria algo para sempre, estava cansada de emagrecer e engordar.” 

Então, a gata começou uma reeducação alimentar. Ela também passou a fazer exercícios aeróbicos (esteira, elíptico, bicicleta) e, um mês depois, começou a intercalar com musculação. “Muitas vezes chorei pelas limitações, mas não desisti”, fala. Ela manteve o foco e passou a treinar de segunda a sexta, durante uma hora e meia, sempre no mesmo horário. “Eu sabia que só assim viraria um hábito.” No primeiro mês, emagreceu 8 quilos e vibrou de felicidade. Mas, no mês seguinte, foram apenas 2. “Quase desanimei. Porém, decidi me preocupar em emagrecer, e não com o tempo que isso levaria”, diz. Em dez meses, a gata detonou 40 quilos! Depois de um ano e dois meses, foram 50! Até hoje ela mantém o mesmo peso. “É uma mudança de vida para sempre! Não vivo mais para comer. Eu como pra viver”, finaliza.

Os segredos do sucesso de Tatiane

Viva uma etapa de cada vez!

“Primeiro, faça o café da manhã direito. Depois, vá para a próxima refeição, o lanche. Caiu em tentação no almoço? Levanta, sacode a poeira e volte para o foco.”

Comece a dieta todo dia

“Tudo o que é novo fascina e encanta, mas perde a graça depois de um tempo. Por isso, sempre acordo com a ideia de que vou começar o regime.”

Equilíbrio, por favor!

“Não é preciso se isolar do mundo, mas fazer as melhores escolhas, sempre. Por isso, quando vou a um happy hour sempre me pergunto: Vai me fazer bem? Vai valer a pena?”

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Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação Web Ana Paula Ferreira



A menopausa — nome dado à última menstruação — costuma ocorrer entre os 45 e os 55 anos.  No entanto, há quem pare de menstruar antes dos 40 anos, uma condição chamada de insuficiência ovariana prematura, ou menopausa precoce. Os sintomas do climatério (fase de transição entre os ciclos reprodutivo e não reprodutivo da mulher) são os mesmos: fogachos (ondas de calor excessivo), secura vaginal, alterações de humor, diminuição da libido, entre outros.  

As causas da menopausa antes da hora são muitas: doenças autoimunes (ligadas à tireoide, como a tireoidite de Hashimoto e a Doença de Graves), quimioterapia, radioterapia, alterações hormonais, genética... A condição aumenta o risco de osteoporose, doenças cardiovasculares e Alzheimer.  

Na maioria das vezes, a terapia hormonal é o tratamento escolhido. “Como há queda nos hormônios produzidos pelos ovários, eles são repostos por meio de medicamentos. A escolha do método, dose e via de administração depende da necessidade e da indicação, que varia de caso a caso”, explica Renato de Oliveira, ginecologista e especialista em reprodução humana da clínica Criogênesis, de São Paulo (SP). 

A terapia deve ser bem indicada, pois tem uma série de efeitos colaterais: mal-estar, sangramento uterino e alteração dos níveis de pressão arterial são alguns deles. “O risco de câncer de mama associado à terapia de reposição, uma das maiores preocupações das pacientes, é pequeno, com incidência anual de menos de um caso a cada mil mulheres”, avisa o médico.

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Por Isabela Leal | Foto Shutterstock | Adaptação Web Ana Paula Ferreira



Pessoas que conseguem perdoar — tanto a si mesmas quanto aos outros — tendem a sofrer menos de estresse e de doenças mentais, de acordo com um estudo publicado no britânico Journal of Health Psychology. 

Faz sentido. A psicóloga Fabiane Curvo, do Rio de Janeiro (RJ), explica que, quando uma pessoa não consegue perdoar, ela se aprisiona à situação que lhe causou dor e passa a cultivar ódio, rancor e raiva, sentimentos que adoecem e mantêm uma prisão emocional com o passado, o que faz muito mal. “O perdão é uma forma de libertação, um detox do coração. Ele é uma maneira de encerrar conflitos, de trazer de volta a paz. Isso só acontece quando seu emocional entende que há uma luta em vão.  Ao perdoar, você se livra do peso de carregar uma mágoa por anos”, esclarece a psicoterapeuta.

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Por Isabela Leal | Foto Shutterstock | Adaptação Web Ana Paula Ferreira

Nem sempre é fácil administrar as emoções, mas se lançarmos mão dos métodos certos a mudança acontece naturalmente e traz uma bela colheita de paz interior. Um bom exemplo são os florais de bach originais,  fáceis de ministrar no dia a dia e com efeito seguro. “Às vezes guardamos sentimentos mal resolvidos durante a jornada que podem acarretar doenças físicas ou mentais. O floral pode ser útil, pois transforma o sofrimento em algo positivo. Ele trabalha a transformação”, explica Márcia Rissato, terapeuta floral da Mona’s Flower, única importadora dos Florais de Bach Rescue originais no Brasil. A seguir, selecionamos alguns perfis e damos a dica do floral certo para cada caso.

Romântica

Delicada, amorosa e sonhadora.
Necessidade: por viver em outra dimensão, precisa concretizar mais, realizar de fato.
Floral: Clematis — para ter foco e concretizar.

Vaidosa

Cuida de si mesma, muitas vezes com exagero; se preocupa demais com a autoimagem. 
Necessidade: desvencilhar-se desse apego e deixar de ser refém da imagem a ponto de ter uma distorção da realidade.
Floral: Crab Apple — limpa a visão distorcida da autoimagem.

Fitness

Não abre mão dos exercícios e chega a exagerar.  
Necessidade: ter uma rotina de malhação saudável, sem excessos.
Floral: Rock Water — para ser mais flexível consigo mesma.

Dinâmica

Faz milhões de coisas, todas bem-feitas, mas exige um grau de perfeição alto que nem sempre é atingido.
Necessidade: aceitar suas limitações.
Floral: Rock Water — para se tornar mais flexível e condescendente com as próprias limitações.

Executiva

Muito trabalhadora, mas está a um passo de se tornar workaholic.
Necessidade: permitir-se mais os momentos de lazer e ter vida pessoal.
Floral: Oak — para trabalhar no limite do razoável, antes que adoeça.

Superprotetora

Quer proteger sua família, especialmente os filhos, de tudo, sem deixá-los livres e autônomos.
Necessidade: entender que não pode controlar tudo.
Florais: Chicory — para praticar o desapego. Red Chestnut — para limpar os pensamentos negativos.

Aventureira

Louca por viagens e aventuras, sempre encara novos desafios, o que é positivo, mas tende a não se apegar a nada, e a falta de “mudanças” já é motivo para frustração.
Necessidade: valorizar sua vida como ela é.
Floral: Wild Oat — ajuda a trazer um rumo.

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Por Ana Paula Ferreira | Foto Shutterstock 



Com propriedades relaxantes, a lavanda – também conhecida como alfazema – pode oferecer diversos benefícios à saúde, principalmente para as mulheres que costumam sofrer com os sintomas da TPM.

Para usar a flor a favor do seu bem-estar, Nathalia Carravetta, especialista em desenvolvimentos de aromas da L’eponge, listou 5 dicas que vão te ajudar a amenizar a temida tensão pré-menstrual.  

Hora de dormir bem

Por ter efeito calmante, a flor é uma aliada das mulheres que sofrem com os sintomas da TPM. A dica é pingar de 5 a 8 gotas do óleo essencial em 1 litro de água e borrifar pelo quarto antes de dormir. Ele vai ajudar a te acalmar e ter uma boa noite de sono. Outra opção é colocar flores secas de lavanda dentro da fronha do travesseiro para acalmar os ânimos. 

Dor de cabeça não mais

Para quem sofre com dores de cabeça, principalmente nesse período, a dica é massagear as têmporas com uma gotinha do óleo essencial. 

Tchau inchaço

O inchaço também acompanha a maioria das mulheres nesta época do mês. Para diminuir os sintomas nos pés e pernas, a dica é fazer um escalda pés com o olho essencial da flor. Deixe os pés de molho por 15 minutos antes de dormir em um recipiente com água, 10 gotas de óleo de lavanda e uma colher de sopa de sal grosso. Você também pode massagear algumas gotas do óleo nos pés antes de deitar, ela ajuda a acalmar os pés cansados e hidratar a região. 

Efeito Rapunzel 

O óleo essencial da flor é eficaz no tratamento de queda de cabelos emocional. Isso acontece porque a planta tem benefícios que ajudam na cura da insônia, depressão, estresse e ansiedade, causas da perda dos fios. A dica adicionar algumas gotas no seu xampu ou condicionador. 

Para acalmar os ânimos durante o dia

A lavanda tem um aroma único bastante requisitado no mercado de beleza. Para acalmar os seus ânimos e de quem está ao seu redor, aposte em um perfume ou creme com essa essência. Aplique nos pulsos, atrás das orelhas, nuca e dobras, regiões que têm maior circulação sanguínea e ajudam a fixar a fragrância. 

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Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação Web Ana Paula Ferreira



Até pouco tempo atrás, quem queria mostrar menos a gengiva ao sorrir só tinha uma opção: cirurgia. Agora, os dentistas estão usando também a toxina botulínica para amenizar o sorriso gengival.

“Ela é aplicada no músculo que levanta o lábio. Ele perde a força de contração e não levanta tanto ao sorrir”, explica Osmir Batista de Oliveira Júnior, dentista e professor da Faculdade de Odontologia na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), de Araraquara (SP). O efeito dura de três a seis meses.

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Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação Web Ana Paula Ferreira 



O número assusta: segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), 40% dos brasileiros sofrem com a insônia.  “Muitos procuram medicamentos para dormir, mas eles podem trazer efeitos colaterais desagradáveis, como boca seca, dor de cabeça, amnésia e distração”, comenta Joseth Gimenez, farmacêutica do Grupo Pholias, empresa que fornece insumos para farmácias de manipulação. 

É justamente para combater esses efeitos colaterais que algumas pessoas apostam em medicamentos derivados de frutas ou plantas. Um deles, o ProSleep, que pode ser manipulado em farmácias, é um blend de frutas vermelhas. “Ele limpa e desinflama os espaços entre as células do cérebro, promovendo um sono reparador”, diz Joseth Gimenez. 

Além das frutas vermelhas, outros ingredientes naturais também têm efeitos comprovados no combate à insônia. “É o caso da valeriana, cuja raiz reduz os efeitos da ansiedade e da insônia, e também do caule e das folhas da erva-cidreira, que tem boa atuação sobre as alterações indesejadas do sono”, afirma Luis Marques, farmacêutico especialista em Fitoterapia, de São Paulo (SP).

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Por Rita Santander | Foto Shutterstock | Adaptação Web Ana Paula Ferreira 

A reflexologia restaura o bem-estar do organismo, produz relaxamento e ainda contribui para o tratamento de doenças. “Para a reflexologia, o pé é dividido em três partes”, explica Gilson Tsuyoshi Fuji, massoterapeuta, de São Paulo (SP).

Dedos – contêm pontos reflexos dos órgãos e membros do tórax para cima, como olhos, ouvidos, têmporas, cérebro e pescoço.

Meio do pé – os pontos dessa região se refletirão no meio do corpo. A maior parte dos órgãos internos está representada nessa área do pé — rim, pulmão, pâncreas, baço, intestino e coração, para citar alguns.

Calcanhar – tem pontos que se refletem nos membros inferiores e no nervo ciático, que passa por quase todo o corpo.

Conheça abaixo como trabalhar cada problema com a técnica:

Relaxamento: precisa relaxar? Puxar todos os dedos, fazendo uma pequena torção, trará esse benefício. Lembre-se de dedicar de 10 a 15 minutos para cada pé, e não é preciso estalar os dedos.

Lombar: muitas horas de caminhada ou até a má ergonomia no ambiente de trabalho podem causar dores lombares. Para aliviar esse incômodo, a lateral do pé, do dedão até o calcanhar, deve ser pressionada.

Nervo ciático: a dor provocada pela inflamação do nervo ciático pode ocorrer por múltiplos fatores: problemas musculares, problemas vicerais, má postura, sapatos com saltos muito altos,  sedentarismo ou excesso de atividades físicas.

Fígado: o ponto referente a este órgão está localizado no meio do pé direito.  A pressão nessa região ajuda a aliviar o desconforto causado pelo álcool e eliminar essa substância do organismo.

Pescoço e cervical: nos dias de hoje, devido ao uso contínuo de celular, a região dos ombros acaba sofrendo as consequências. Para aliviar a tensão dessa área, pressione a lateral externa do pé, do dedo mínimo até o calcanhar e a base do dedão. Essa massagem trabalhará os pontos reflexos do pescoço, da coluna cervical, dos ombros e cotovelos.

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Por Rita Santander | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira



Todos os órgãos, glândulas e estruturas ósseas do corpo estão representados em pontos específicos dos pés. Baseada nessa premissa, a reflexologia podal utiliza as mais de 70 mil terminações nervosas presentes nesses membros para conduzir estímulos que beneficiarão todo o corpo humano, levando a uma melhora da qualidade de vida, saúde e atuando como terapia complementar no tratamento de doenças

Quando um ponto do pé chamado de zona reflexa é tocado pela pressão exercida pelos dedos das mãos, é gerada uma espécie de descarga elétrica no cérebro, que manda a mensagem para o órgão equivalente e alivia a tensão acumulada nos pés, assim estimula a circulação energética e sanguínea, levando uma sensação de alívio ao organismo. E não é só. Ainda melhora o funcionamento dos órgãos devido à estimulação da circulação sanguínea e linfática, favorecendo a absorção de nutrientes e facilitando a eliminação de toxinas, levando, dessa maneira, ao restabelecimento do equilíbrio do organismo. 

Em uma sequência completa de reflexologia podal, são estimulados todos os pontos para promover o relaxamento e aliviar a tensão do corpo. “Se a paciente relata alguma queixa, concentramos mais a massagem na zona reflexa que ajudará a tratar aquele problema. Em alguns casos, ela não percebe, mas conseguimos sentir o acúmulo de energia em determinadas áreas, e com isso é possível direcionar o tratamento”,  explica Gilson Tsuyoshi Fuji, massoterapeuta, de São Paulo (SP).

Para cada caso, um ponto

No Guia Completo da Reflexologia (Ed. Pensamento), a autora Ann Gillanders afirma que os resultados mais impressionantes dessa terapia são o alívio de problemas comuns, como dores e incômodos pontuais, mas muitas vezes sem gravidade, que médicos e outros profissionais de saúde gastam tempo demais para tratar. 

Na adolescência, quando a menstruação e os distúrbios de pele costumam ser um problema, sessões regulares de reflexologia podem aliviar as dores do período menstrual, regular o ciclo e equilibrar a carga hormonal que tanto afeta os cabelos e a epiderme. A reflexologia também é altamente recomendada para promover relaxamento mental durante as épocas de exames escolares.  

Tratamentos regulares de reflexologia no pós-operatório podem ser de grande valia, ajudando o corpo a se recuperar mais rapidamente, já que toda intervenção cirúrgica provoca um choque no corpo, e os anestésicos enfraquecem o sistema imunológico.

Atenção: não é para todos

Ann Gillanders relata ainda no livro que, se as pessoas recorressem à reflexologia ao notarem os primeiros sintomas, muitas doenças jamais se agravariam. Contudo, em alguns casos, o uso dessa terapia complementar não é recomendado.  É o caso de grávidas nas primeiras 14 semanas de gestação. “Enquanto o bebê está em formação, o feto exige muito sangue da mãe, e como a reflexologia interfere na circulação sanguínea e energética, isso pode afetar a produção de sangue para o bebê”, enfatiza Gilson Fuji.

Pela mesma razão, pacientes diagnosticadas com câncer ou trombose não devem ser submetidas a sessões de reflexologia, pois o estímulo pode fazer as células cancerígenas se reproduzirem ou ainda deslocar os coágulos sanguíneos,  acometendo outras partes do corpo. Pessoas em fases agudas de doenças infecciosas também não devem ser tratadas com a terapia.

Já as pacientes com grau avançado de diabetes podem ter a sensibilidade na planta do pé comprometida e não perceber os estímulos.  “Por isso, a técnica, nesse caso, é feita somente com o intuito de relaxamento, sem estimular pontos específicos”, acrescenta Gilson Fuji.

O terapeuta que aplica o tratamento não tem o poder de diagnosticar doenças. O massoterapeuta explica que sua função, nesse caso, é indicar à paciente que busque um médico. “Quando ouvimos reclamação de dor ao estimularmos determinado ponto, sabemos a qual área reflexa ela se refere, e por isso temos como orientar a busca pelo especialista, mas não dizer que determinado órgão tem um problema”, completa.

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