Por Fernanda Emmerick | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira

Não é à toa que os países de verão ensolarado têm fama de lugar de gente feliz. De acordo com um estudo feito na Universidade do Alabama, nos EUA, morar em locais com pouca exposição solar pode intensificar os distúrbios do humor e até mesmo agravar doenças como a depressão. Isso acontece porque o sol tem o poder de inibir a melotonina, hormônio que nos dá aquele sono intenso fora de hora. 

Então a dica é aproveitar os dias de céu aberto, nem que for por dez minutos (com o protetor solar em mãos, é claro!). O bem-estar, o bronzeado e a produção de vitamina D estarão garantidos!

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Por Helena Dias | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira

Se você faz parte do time das que acreditam em superstições, já deve ter experimentado tomar algum banho especial para atrair coisas boas para o próximo ano, não é?

Para te ajudar a se preparar para a chegada de 2018, a aromaterepeuta Sâmia Maluf, da By Samia Aromaterapia, elaborou 4 sugestões de receitas para atrair energias positivas, paz espiritual, dinheiro e amor. Confira e comece o ano de alma lavada!

Modo de preparo dos banhos

Basta encher a banheira e colocar todos os ingredientes nela. Tome este banho antes de preparar-se para a festa de Reveillon. Se na sua casa não tiver banheira, não se preocupe: coloque os ingredientes num recipiente com a água morna e, após finalizar seu banho de chuveiro, despeje a mistura em seu corpo (do pescoço para baixo) sem enxaguar-se depois.

Banho para atrair energias positivas

Ingredientes

100 gramas de sal grosso
1 colher de sopa de óleo vegetal de calêndula 
10 gotas de óleo essencial de lavanda 
0 gotas de óleo essencial de alecrim 
10 gotas de óleo essencial de olíbano 

"O olíbano é um óleo de proteção retirado da árvore de incenso, sendo muito utilizado na meditação. É um óleo poderoso. Já a lavanda é um calmante natural, e o Alecrim, um agente da concentração. Misturados com o olíbano, formam uma sinergia poderosa, protetora e que manda o negativismo embora”, explica a profissional.

Banho para atrair dinheiro

Ingredientes

1 colher de sopa de óleo vegetal de oliva 
10 gotas de óleo essencial de noz-moscada 
10 gotas de óleo essencial de bergamota 
10 gotas de óleo essencial de lavanda 

Sâmia explica que as especiarias, como a noz-moscada, eram utilizadas nas eras antigas como moeda. Por isso,o óleo é usado para atrair dinheiro.

Banho para atrair amor

Ingredientes

1 colher de sopa de óleo vegetal de semente de uva 
Pétalas de rosas vermelhas
Flores de Jasmin
10 gotas de óleo essencial de gerânio
10 gotas de óleo essencial de ylang-ylang 

"Todos os ingredientes desse banho remetem ao amor, à sensualidade e ao poder feminino. O óleo essencial de gerânio é o óleo da mulher, um estrogênio natural e que desperta os sentidos. O ylang-ylang é afrodisíaco e as flores trazem o elemento feminino em sua melhor forma."

Banho para atrair paz espiritual

Ingredientes

1 colher de sopa de óleo vegetal de girassol 
10 gotas de óleo essencial de lavanda 
10 gotas de óleo essencial de palmarosa 
10 gotas de óleo essencial de sândalo amirys  
Flores de Camomila

Sâmia explica: "Os óleos utilizados são calmantes, proporcionam equilíbrio mental e paz de espírito. Podem ser usados o ano todo, sempre que se deseje aquela serenidade tão necessária para que enfrentemos o dia-a-dia".

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Por Ana Paula Ferreira | Fotos Divulgação

A estação mais agitada do ano finalmente está chegando! Se você já está procurando looks para arrasar na praia ou na piscina durante o verão, vai adorar essa vitrine com opções de biquínis e maiôs para todos os gostos – e corpos! Confira!

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Por Diana Cortez | Fotos Arquivo pessoal | Adaptação web Ana Paula Ferreira



A empresária e blogueira Maria Flor Lemos, 33 anos, de São Paulo (SP), conta que sempre teve insegurança com o corpo. “Fui uma adolescente muito magrinha, apesar de comer muitas besteiras, e sofri bastante bullying por conta disso. Minhas pernas eram muito finas. Eu usava três leggings por baixo do jeans para dar mais volume”, revela. Para acabar com esse trauma, ela decidiu tomar um remédio para abrir o apetite e acabou engordando 15 quilos em três meses. “Meu percentual de gordura, que era baixo, saltou para 35%.” Mas o fato de estar gordinha não era o que a incomodava, e sim os sinais no corpo, como cansaço diário, cabelo opaco e quebradiço e unhas fracas.

Há quatro anos, ela se matriculou em uma academia e lá conheceu seu atual marido. “Ele me convidou para uma aula de spinning, mas desisti nos primeiros cinco minutos. Foi quando me dei conta de que estava muito nova para ter uma resistência tão baixa”, conta.

A empresária, que nunca tinha se preocupado com a alimentação, percebeu que precisaria melhorar a dieta. “No início, achava que para conquistar um corpo bacana deveria passar horas na academia, gastar rios de dinheiro com suplementos e fazer procedimentos estéticos.” Então, Maria Flor buscou a ajuda de um nutricionista para fazer uma reeducação alimentar. “O maior desafio foi mudar o meu paladar, que era infantilizado. Comia muitos industrializados, refrigerante, lanches, salgadinhos e biscoitos recheados. Não consumia quase nenhum legume.”

Com uma alimentação equilibrada aliada ao treino de musculação e HIIT (treino intervalado de alta intensidade), ela viu suas curvas se transformarem. “Em seis meses, já percebia uma mudança significativa. A definição muscular apareceu após um ano”, confidencia. Hoje, Maria Flor preza alimentos naturais e minimamente processados, treina cinco dias por semana e está muito mais segura com o seu corpo. “Aprendi a valorizar os meus pontos fortes e consigo admirar a beleza de outras mulheres, sem precisar questionar a minha”, completa.

Os segredos do sucesso da Maria Flor:

Fuja da compulsão

“Não restrinja alimentos que você adora de forma obsessiva e escolha uma refeição por semana para comer algo bem gostoso.”

Prepare a sua casa

“Não tenha no armário alimentos processados, doces e besteiras em geral. Se bater aquela vontade de comer um doce, prepare uma receita fit e saudável.”

Organize-se

“Planeje suas refeições da semana e leve sempre lanchinhos com você. Frutas e castanhas são opções boas e práticas.”

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Por Ana Paula Ferreira | Fotos Divulgação

O universo feminino não para de inovar e receber novidades! Por isso, todo mês, a CORPO vai te mostrar os produtos que já chegaram ou devem chegar em breve às prateleiras. Confira abaixo os lançamentos do mês de DEZEMBRO!

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Texto Romulo Osthues | Edição Isabela Leal |Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira



No universo feminino, quando se fala em colágeno a primeira coisa que vem à cabeça é a sua relação coma beleza. Mas essa substância é relevante para o organismo como um todo, compondo músculos, ossos, cartilagens, vasos sanguíneos e outros tecidos. O colágeno é uma proteína estrutural básica encontrada na matriz extracelular (a massa ao redor das células que as une entre si) e nos tecidos conectivos (como a cartilagem das articulações), representando cerca de 30% do total de proteínas no corpo humano. A função principal dele é dar força, rigidez e flexibilidade aos ossos, aos dentes, aos ligamentos, às membranas e à pele — além de “segurar” a água que circula pelo corpo. Os cuidados com sua reposição são providenciais e vão além do quesito estético.

“O colágeno talvez seja um dos pilares da construção de uma estrutura orgânica perfeita”, fala Daniel Magnoni, nutrólogo do Hospital do Coração, de São Paulo (SP). Sua indicação é manter uma alimentação rica em proteínas e aminoácidos, importantes grupos alimentares que fornecem ao corpo as matérias-primas de fabricação ideais do colágeno. 

Não há exames que meçam sua quantidade normal, nem sugestão de consumo. O que se sabe é que, com o passar dos anos, a sua qualidadeé prejudicada, e a idade é um dos fatores relacionados, além do sobrepeso, do sedentarismo e de maus hábitos de vida (tabagismo, exposição prolongada ao sol etc.).

Como ela é fabricada

O colágeno é feito de pequenas estruturas chamadas aminoácidos — imagine-os como “tijolos” — provenientes da quebra de proteínas durante a digestão. “Todas as proteínas em nosso corpo são constituídas por aminoácidos obtidos na dieta, e eles utilizam enzimas para construí-las por meio de reações químicas complexas. Há um sistema de regulagem que indica às enzimas se precisam ou não trabalhar para atingir a quantidade ideal de seu produto final”, explica Suzy Rabello, dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, de São Paulo (SP). O organismo só fabrica o necessário dessas peças para constituir os “muros” de proteínas que estão espalhados pelo nosso corpo, incluindo o colágeno.

“A ingestão natural ou suplementada, no entanto, não garante que o corpo produza mais dessa proteína estrutural”, alerta Juliana de Oliveira, nutricionista, de São Paulo (SP). Isso porque, tratando-se de uma proteína, o colágeno é “quebrado” quando digerido e os aminoácidos resultantes são utilizados pelo organismo para sintetizar novas proteínas de que precisamos naquele momento — dos mais variados tipos, uma vez que esses tijolos são comuns a muitas delas.  Para a especialista, a melhor maneira de suplementação é com colágeno hidrolisado.

Não acabou por aqui, não! Se você quer conferir a matéria complera sobre colágeno, basta garantir a edição 346 da Corpo a Corpo! Então corra para a banca ou adquira a sua CORPO aqui → https://goo.gl/YGnvPE

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Por Caroline Randmer | Foto Getty Images | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Você costuma se sentir bem quando está com seus amigos? Então saiba que isso não acontece por acaso. Uma nova pesquisa da Universidade de Leeds, no Reino Unido, acaba de comprovar que a amizade faz bem para a saúde mental.

Os estudiosos ingleses acompanharam 75 participantes durante um ano inteiro e, no início e no final desse período, os questionaram sobre a capacidade que cada um tinha de superar situações difíceis — como divórcios, doenças crônicas ou morte de entes queridos — e também sobre como era o relacionamento com seus amigos. Após a coleta de todos esses dados, os pesquisadores descobriram que a resiliência e a saúde psicológica dos voluntários era proporcional à qualidade das amizades que mantinham.

“Os amigos nos ouvem e apoiam em momentos difíceis. Isso tem um efeito confortante e consolador que alivia a angústia e faz bem à mente”, explica Luiz Scocca, psiquiatra membro da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). Então que tal dar uma ligadinha para sua melhor amiga e colocar o papo em dia?

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Por Ana Paula Ferreira | Foto Shutterstock

Uma vida saudável não se baseia apenas em manter uma boa alimentação e uma rotina de treinos e atividades físicas. De acordo com o último levantamento mundial realizado pela empresa de pesquisas Gfk, algumas atitudes diferentes no dia a dia também podem influenciar – e muito! – seu bem-estar.

Primeiramente, 62% das pessoas que participaram da pesquisa disseram que passar mais tempo com a família e com o bichinho de estimação é um hábito que traz benefícios para o dia a dia. Em seguida, 34% das pessoas consideraram importante se desapegar da tecnologia.

Portanto, a dica para garantir uma vida ainda melhor e mais saudável é deixar o celular de lado por alguns minutos e curtir os momentos com as pessoas que te fazem bem. E aí, topa?

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Por Letícia Roche | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira

Manter o otimismo é a chave para manter a motivação quando se trata de perda de peso. “Para isso, a pessoa depende de sua saúde mental em equilíbrio, do sucesso razoavelmente rápido e de adequada orientação em relação aos hábitos e estilo de vida melhores”, conta Sander Fridman, psiquiatra do Hospital Adventista Silvestre (RJ). 

Além das recomendações de boa alimentação e atividade física, é necessário também trabalhar e administrar o estresse, uma vez que, normalmente, a causa dessa desmotivação durante o processo de emagrecimento pode estar associada a algum distúrbio mental. “O mais comum é depressão, que pode resultar no aumento de apetite e de peso, além de ansiedade e agitação comportamental”, exemplifica o especialista. Para se manter focado, é essencial que se busque aconselhamento adequado de profissional qualificado antes de perder seu otimismo.

Via Revista VivaSaúde | Ed. 154

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Texto Priscila Pegatin | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira



“Não sou capaz de fazer isso”, “minha vida é ruim” e “meu futuro é incerto” são frases que indicam padrões de pensamentos negativos que podem afetar sua saúde. Segundo pesquisadores da Universidade de Concordia, em Montreal (Canadá), esse sentimento pode danificar o metabolismo, o sistema imunológico e os órgãos. “Amargura persistente pode resultar em anseios de raiva e hostilidade que, quando fortes o suficiente, poderiam afetar a saúde física de uma pessoa”, explica o líder da pesquisa Carstern Wrosch. A falta de esperança assim como o estresse crônico podem ser causas de desequilíbrio hormonal, empobrecendo as reações químicas do cérebro que levam aos sentimentos de felicidade.

Estudos apontam também que o estresse pode diminuir o tempo de vida, desempenhando um grande papel no envelhecimento. Já a raiva, independentemente da causa, está relacionada a complicações de saúde, como hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, distúrbios digestivos e infecções. Além de provocar doenças, o pessimismo é o responsável pela dificuldade em se recuperar de uma patologia. “Isso porque as pessoas com pensamentos positivos são mais fáceis de adotar um estilo vida mais saudável, com dieta e exercícios. Elas aderem mais a medicamentos e o acreditar faz com que se recuperem mais rápido”, pontua Daniela Levy, psicóloga e presidente da Associação de Psicologia Positiva da América Latina (Appal).

Pessimista ou otimista?

Diversos fatores influenciam os pensamentos. “Podemos dizer que pessoas com comportamento otimista possuem experiências e vivências internas positivas desde a mais tenra infância”, diz Cristiane. “Há predominância de maior autoestima e de mais estímulo na infância, nas relações com seus pais e cuidadores, com uma postura positiva da vida.” Além das questões psíquicas, devem ser considerados os níveis hormonais que regulam o humor e as tradições culturais.

Mas se o seu pensamento está propenso para o pessimismo, tente mudar a situação, essa é a dica dos especialistas. “Busque e lute para compreender que a vida pode ter seus momentos preto e branco, mas as cores estão presentes mesmo nesse cenário. É possível viver com equilíbrio interno e enxergar o mundo de maneira positiva”, diz Cristiane. “Falar sobre coisas positivas, compartilhar sentimentos bons, fazer perguntas e narrações positivas contagia até os outros à nossa volta”, explica. “É importante saber que o otimismo pode ser aprendido”, ressalta.

Importância da positividade

Diversas pesquisas relatam os efeitos da positividade, especialmente na saúde do coração. Ao cultivar o otimismo há diminuição do risco de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral (AVC). Pacientes que já sofreram um ataque cardíaco e adotam hábitos positivos têm chance de viver 15 anos a mais do que os pessimistas. O mais recente estudo sobre otimismo e seus efeitos cardíacos foi realizado pela Universidade de Illionois (EUA). Segundo a pesquisa, que acompanhou 6 mil pessoas, durante 11 anos, os otimistas têm duas vezes mais chances de terem uma boa saúde do coração, comparados aos pessimistas.

Em 2013, um estudo da Escola de Saúde Pública de Harvard (EUA) descobriu que os otimistas com meia-idade têm maiores níveis de colesterol bom e baixas taxas de triglicérides. Mas as pesquisas não param por aí. Enxergar o copo meio cheio aumenta a imunidade, regula as emoções, reduzindo as chances de desenvolver depressão e proporciona uma vida mais longa. “Quando analisamos 243 pessoas que viveram mais de cem anos, encontramos qualidades que refletem claramente uma atitude positiva perante a vida”, aponta Nir Barzilai, diretor do Instituto de Pesquisa do Envelhecimento da Universidade de Yeshiva (EUA). Assim, o melhor é mudar os valores. De hoje em diante, para todos os efeitos, o copo deve estar sempre cheio, transbordando!

Via Revista VivaSaúde - Ed. 146

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Por Karine César | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira

Além de aumentar a flexibilidade e a força, os pesquisadores descobriram mais um motivo para apostar na ioga: a modalidade também faz bem para o cérebro

Segundo um estudo da Universidade de Waterloo, no Canadá, praticar sessões de 25 minutos de hatha yoga por dia ajuda a melhorar as habilidades cognitivas, as respostas emocionais impulsivas, os pensamentos e as ações. Em outras palavras, as posturas e os exercícios de respiração deixam a pessoa mais focada nas tarefas do dia a dia depois da prática. A explicação seria a liberação de endorfina e o aumento da circulação de sangue no cérebro.

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Por Caroline Randmer | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira

Todo mundo sabe que fumar é prejudicial à saúde. O tabagismo contribui para a formação de placas de gordura, faz com que o sangue coagule mais rápido e altera a fragilidade capilar dos vasos sanguíneos. Tudo isso aumenta — e muito — o risco de um acidente vascular cerebral. Acontece que mesmo quem nunca colocou um cigarro na boca também precisa se preocupar com esses problemas.

“Os malefícios que recaem sobre quem acaba inalando essas substâncias tóxicas são os mesmos dos que atingem quem fuma, só que em uma intensidade um pouco menor”, alerta Paulo Camiz, clínico geral do Hospital das Clínicas de São Paulo (SP). 

É que as partículas nocivas do cigarro continuam pairando no ar mesmo depois que a fumaça se dissipa. “A saída é evitar o contato com fumantes e dar preferência a ambientes com maior circulação de ar”, sugere o especialista.

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Por Caroline Randmer | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Cientistas da Fundação Oswaldo Cruz, do Rio de Janeiro (RJ), descobriram que mosquitos do gênero Culex, também conhecidos como pernilongos comuns, são capazes de transmitir o vírus Zika. Durante a análise laboratorial de insetos infectados coletados na Região Metropolitana do Recife, os estudiosos comprovaram a presença de partículas do vírus na saliva expelida do Culex. Ou seja, uma simples picada desse danado pode causar uma série de outros problemas além da incômoda coceira. 

“O mosquito se adaptou ao ambiente urbano. Durante o ano inteiro, independentemente da estação climática, continuamos dando condições para que ele se prolifere facilmente”, comenta Gisely Farias, diretora comercial da NON Repelente, de São Roque (SP). 

Mas em vez de se desesperar, tome as rédeas da situação e reforce as formas de prevenção de picadas. A principal delas continua sendo o uso de repelente, seja no parque, em casa ou no escritório — quem é que nunca levou uma picada embaixo da mesa do trabalho quando menos esperava, não é mesmo? Então não arrisque. Passe o produto assim que acordar e reaplique nas áreas expostas ao longo do dia.

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Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira

Suar bastante quer dizer que estou emagrecendo?

Há quem acredite que suar enquanto pratica exercícios produz resultados melhores, e por isso usa roupas quentes durante a corrida, imaginando que assim consumirá calorias de forma mais rápida e eficiente. Puro engano! Segundo o personal trainer Silvio Cabral, suar e emagrecer não são fatores inter-relacionados, uma vez que a transpiração é composta por água e sais minerais que podem ser rapidamente recuperados com a hidratação.

O verdadeiro responsável pela queima de calorias é o próprio exercício físico. Portanto, estimular a transpiração com roupas de fibras sintéticas, faixas ao redor do abdome ou filme plástico sobre a pele não ajuda em nada na perda de peso e pode causar desidratação e muito calor. A dica é treinar com roupas leves para potencializar o seu rendimento e não correr o risco de ficar pelo caminho.

Vale ressaltar que uma pessoa em movimento pode eliminar em torno de um litro e meio de líquido por hora através da transpiração. E já existem estudos que demonstram que quem pratica exercícios regularmente costuma suar mais porque sua capacidade de resfriamento é mais desenvolvida. À medida que o treinamento e o atleta progridem, mais o suor aparece. Por exemplo: um triatleta pode produzir até quatro litros de suor a cada 60 minutos. 

Via Revista Dieta Já! Ed. 238

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Por Caroline Randmer | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Se você sofre com quedas no sistema imunológico quando pega firme na malhação, saiba que você não está sozinha nessa. O problema é mais comum do que parece. “Ao contrário do que muita gente pensa, não é a atividade física intensa que compromete a imunidade, mas a frequência alta de treino combinada à falta de descanso entre sessões”, explica Luiz Noboru, educador físico da Bodytech Eldorado, de São Paulo (SP). É o que chamamos de overtraining

Para evitar o problema e bater o cartão na academia sem ter que se preocupar com a saúde, basta conversar com um profissional de educação física e montar um cronograma que contemple dias de repouso. “É preciso considerar que, após o treinamento, o músculo precisa de 48 horas para se recuperar e repor nutrientes como água, carboidratos,  proteínas e minerais”, diz Luiz Noboru.

Outros sintomas do overtraining:

- Cansaço anormal
- Irritabilidade
- Falta de vontade de malhar
- Lesões agudas e crônicas
- Ausência de apetite
- Perda de força
- Contusões e resfriados frequentes
- Dores de cabeça
- Sede
- Insônia
- Tremor nas mãos
- Ansiedade

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Por Redação Revista VivaSaúde | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira

É verdade que as mulheres ficam com hematomas mais facilmente?

Sim, mas não apenas as mulheres. Crianças e idosos também têm essa predisposição para hematomas. Isso porque esses grupos têm peles mais finas e os idosos, mais especificamente, têm maior fragilidade dos vasos. 

De acordo coma dermatologista Tatiana Steiner, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia(SBD), em caso de trauma ou golpe, o primeiro passo é aplicar gelo no local durante cinco minutos em intervalos de uma hora. Outra técnica é pressionar imediatamente a palma da mão sobre o local e manter a pressão por vários minutos. Cremes podem ajudar também, como os à base de arnica e heparina. A mancha some em alguns dias.

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Por Rita Trevisan e Louise Vernir | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira

Quem disse que é preciso ouvir sons de passarinhos para desestressar? Segundo a musicoterapeuta Maristela Smith, doutoranda da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, o som que faz bem é aquele que agrada a quem ouve. “A música atua na bioquímica de nosso organismo, tanto positiva quanto negativamente, e muitos autores falam sobre a influência dos sons no ritmo cardíaco”, diz. 

Só tem um detalhe: as sensações que a mesma música provoca podem variar muito de uma pessoa para outra, e o segredo é descobrir aquela que funciona melhor para acalmar você.

Via Revista VivaSaúde | Ed. 155

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Por Kelly Miyazato | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira


O uso de protetor diário pode prejudicar a saúde íntima da mulher?

Sim. Segundo Cristina Carneiro, ginecologista da Vagisil, é recomendável evitar o uso contínuo de protetores diários. "Esse tipo de absorvente abafa a região genital da mulher e, consequentemente, pode causar o surgimento de infecções”, esclarece ela.

De acorpo com a profissional, é importante sempre ficar atenta aos sinais que seu corpo dá e, caso note que está com algum tipo de corrimento vaginal, procure um especialista para investigar e orientá-la.

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Por Ana Paula Ferreira | Fotos Divulgação

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*Por Letícia Ronche | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira



É visível que algumas pessoas engordam em partes do corpo diferentes de outras. Umas mais no quadril, outras na barriga, e tudo bem. Isso faz parte de quem somos, porém denuncia alguns hábitos de saúde. “A forma como a gordura se acumula na região abdominal diz muito sobre o tipo de problema que pode causar na saúde”, conta a médica nutróloga Ana Luisa Vilela (SP). Abaixo, confira quais são as recomendações da profissional para cada tipo de gordura na barriga:

1. Ampulheta (cintura fina com gordura no quadril)

Esta não é uma gordura metabólica. Pessoas com esse perfil se beneficiam mais com exercícios físicos e consumo de fibras.

2. Pochete (gordura localizada abaixo do umbigo)

Essas pessoas conseguem bons resultados com tratamentos estéticos. Este tecido adiposo aparece também em pessoas magras, pois se trata de uma característica genética.

3. De cerveja (durinha e proeminente)

Para estas, é ideal a diminuição dos carboidratos, massas brancas e açúcar.

4. Avental (flácida com dobra)

O recomendado é o consumo de proteínas e colágeno, que pode ser ingerido na alimentação por meio de gelatina ou tutano ou suplementado. Alguns tratamentos estéticos funcionam.

Via Revista VivaSaúde | Ed. 168

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Por Isabela Leal | Foto Getty Image | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Estudos mundiais revelam que cerca de 30% a 40% da população do planeta apresenta algum nível de temor de voar, desde uma ansiedade leve até a aerofobia, considerada o grau mais severo. As causas têm relação com algum transtorno de ansiedade. Soma-se a isso o medo de ficar em lugares fechados (claustrofobia), traumas relacionados a incidentes (forte turbulência, pouso de emergência etc.) e o desconhecimento sobre a parte técnica da aviação (segurança, manutenção e funcionamento da aeronave). Mas a boa notícia é que existe tratamento para o problema com um índice de 95% de sucesso, segundo Fernanda Queiroz e Paola Casalechi, psicólogas e orientadoras do curso VOE Psicologia, de São Paulo (SP), que, a seguir, dão dicas essenciais para superar essa barreira.

1. Informe-se

O medo de voar está ligado às crenças sobre a aviação. O público leigo não tem conhecimento de toda a segurança que existe para que um avião possa funcionar. Portanto, a educação sobre a aviação comercial é fundamental para quebrar esses mitos.

2. Respire

Controlar a respiração ajuda a gerenciar a ansiedade, que está diretamente ligada ao medo de voar. Os movimentos de inspiração e expiração favorecem a circulação sanguínea, diminuem os batimentos cardíacos, e isso tudo ajuda o corpo a sair do estado de alerta.

3. Nunca tome medicamentos sem prescrição

Apesar de ser comum, esse comportamento, que já é arriscado em solo, é ainda mais perigoso no ar. Os remédios que dão sono terão seu efeito potencializado na altitude. A mesma regra vale para o álcool. Essas substâncias podem gerar confusão mental, delírios e outros efeitos indesejados.

4. Tente se distrair

Livros, palavras-cruzadas, filmes, jogos etc. Qualquer atividade que desvie o foco do medo de estar ali é útil para ajudar o cérebro a se desconectar dos pensamentos negativos.

5. Sente-se no corredor

Isso ajuda nos casos de claustrofobia associada, pois são lugares fáceis de se levantar quando preciso. Mas atenção: como a ansiedade pode levar a uma necessidade maior de movimentação, o passageiro precisa respeitar regras e medidas de segurança do voo e só levantar quando for permitido.

6. Enfrente a turbulência

A primeira dica é escolher assentos perto das asas, para ficar próximo ao centro de gravidade da aeronave, onde a trepidação costuma ser mais leve. A outra é optar por voos noturnos, quando a instabilidade climática é menor. Por último, quanto maior a aeronave, menor a sensação do efeito de uma turbulência.

7. Cuide da alimentação

Procure fazer refeições leves e evite alimentos que possam provocar desconforto gástrico (feijão, brócolis, couve, batata, bebidas com gás e alimentos gordurosos), principalmente gases. Isso porque no ar a pressão cai e o ar interno tem mais espaço para se expandir.

8. Procure tratamento

Casos de fobia em que a pessoa não se sente capaz de entrar no avião para viajar pode causar constrangimentos e riscos à saúde, sendo essencial procurar tratamento especializado para se libertar dessas amarras.

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Por Caroline Randmer | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira


De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de 80% da população mundial tem ou terá pelo menos um episódio de dor lombar durante a vida. No Brasil, o problema é a segunda causa que mais incapacita pessoas de irem trabalhar — a primeira é a cefaleia. 

A boa notícia é que o 13º Congresso Brasileiro para Estudo da Dor, promovido pela Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED), reuniu profissionais para discutir o problema. Entre a produção de medicações que atuam em diferentes alvos do sistema nervoso, procedimentos minimamente invasivos, novos modelos de exercícios e estimulação magnética transcraniana, o tratamento da dor lombar tem evoluído em praticamente todas as áreas. "Os avanços da ciência, especialmente da neurociência, permitiram o desenvolvimento de novas tecnologias, o que tem um reflexo direto na criação de novos tratamentos e na qualidade de vida dos pacientes com lombalgia", avalia Artur Padão Gosling, fisioterapeuta e mestre em Ciências pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (RJ).

A mais nova solução veio lá do outro lado do mundo: da Austrália. Pesquisadores desenvolveram um método que previne e acaba de vez com as dores na coluna lombar e cervical: a Estabilização Segmentar Vertebral.  O tratamento é realizado por meio de exercícios específicos e com o auxílio de um equipamento chamado Unidade Pressórica de Biofeedback. "Esse aparelho faz com que os músculos mais profundos da região, responsáveis por estabilizar a lombar, a pélvica e a cervical, voltem a contrair de forma correta", explica Ana Gil, diretora do Espaço Ana Gil, do Rio de Janeiro (RJ).

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Texto Natasha Franco | Edição Isabela Leal | Foto Getty Image | Adaptação web Ana Paula Ferreira



É comum todo mês nos depararmos com aquele incômodo ou até uma dor um pouco mais forte, porém suportável, causada pela cólica. Contudo, de acordo com a ginecologista Cintia Pereira, uma dor muito intensa pode sinalizar problemas mais sérios e sugere a procura imediata de um especialista, para que ele possa investigar a origem.

Confira abaixo as possíveis causas da dor excessiva:

Endometriose: é uma doença que leva à proliferação do endométrio tanto para a musculatura uterina quanto para outros locais fora do útero [região pélvica, ovários, intestino, reto, bexiga e peritônio (membrana que reveste o abdome)], causando dores, menstruação retrógrada e até problemas de imunidade.

Miomas uterinos: eles são tumores benignos que crescem no útero e são classificados conforme o local em que crescem, podendo resultar em problemas como a infertilidade. Há maiores chances de aumentar a dor, mas principalmente nos casos em que são grandes, levando ao aumento considerável do volume uterino.

Infecções do trato vaginal: essa região é constituída pela sucessão de cavidades (tubas de Falópio, cavidade uterina, endocérvice e vagina). Quando há uma doença inflamatória pélvica, um quadro infeccioso causado por uma bactéria que atinge essa região, ela causa dores, entre outros problemas para a saúde.

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Por Diego Benine | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira



Mais incidente nas mulheres do que nos homens, a infecção urinária costuma aparecer quando a imunidade do corpo está baixa. A maioria dos casos tem origem nas bactérias da flora intestinal, as quais passam pelo canal da uretra e caem na bexiga, provocando a infecção.

Dor no baixo ventre na hora de urinar, vontade frequente de ir ao banheiro e micção com odor desagradável são alguns dos sintomas da doença. Veja algumas medidas simples que ajudam a evitar o problema: 

1. Hidratação: é imprescindível beber muito líquido (de preferência, água e bebidas naturais) para manter o aparelho urinário em atividade e, dessa forma, eliminar as impurezas do organismo.

2. Não reter a urina: uma vez que a doença é causada por uma bactéria, quanto mais a urina estiver parada, mais os agentes infecciosos vão proliferar na bexiga.

3. Higienização: quando for ao banheiro, limpe-se no sentido da frente para trás, de modo a evitar que as bactérias migrem do ânus para a vagina. Além disso, faça a limpeza da região genital antes e depois de ter relações sexuais.

4. Consuma vitamina C: os alimentos ou suplementos ricos nessa substância diminuem a acidez da urina. Uma das melhores opções é o suco de cranberry.

Via Revista VivaSaúde | Ed. 125

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Por Ana Paula Ferreira | Foto Shutterstock



Quando o assunto é dieta, existem dois tipos de pessoas: as que seguem o cardápio à risca e as que, por mais que tentem, não conseguem manter a alimentação saudável por muito tempo. Se você se identifica mais com a segunda situação, saiba que não está sozinha.

Um estudo realizado com mais de 2.400 pessoas pela Proteste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor – concluiu que 80% dos brasileiros tentam comer direito, mas não conseguem. De acordo com a pesquisa, as principais queixas são: 

1. 57% não melhoram a alimentação por falta de dinheiro.
2. 36% dizem não ter tempo para organizar um cardápio equilibrado.
3. 37% não resistem aos doces, embutidos e frituras.
4. 28% acham difícil demais modificar os hábitos.

Além disso, o estudo constatou que 73% dos participantes estão com um índice de massa corporal (IMC) maior do que o recomendado e apenas 4% deles consideram ter hábitos saudáveis. Então se você acredita que não está levando uma vida saudável, nunca é tarde para começar. Afinal, é difícil, mas não impossível. ;)

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Texto Thainá Zolim | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Que corridas e caminhadas são sinônimos de saúde não nenhuma é novidade. Porém, um estudo realizado pela revista científica Nature Running confirmou que além dos diversos benefícios que essa prática traz, ela ainda pode proteger sua coluna, já que a prática fortalece o disco intervertebral. 

“O estudo mostra ser benéfico ao andar e correr na faixa de 5 a 9 km/h. Menos do que isso ou mais não traz benefícios à coluna”, explica o cirurgião especialista em coluna vertebral e presidente da Sociedade Brasileira da Coluna da Regional São Paulo, Vinicius Benites. 

Segundo estatísticas da Organização Mundial de Saúde, 80% da população apresentará dor nas costas em algum momento, sendo essa uma das dores mais comuns no mundo. Portanto, começar a prevenir o problema pode ser uma boa opção.

Via Revista Dieta Já! Ed. 267

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