Estudo indica que 84% das mulheres têm interesse em buscar treinos que atendam diretamente às suas necessidades. Já entre os homens entrevistados, este desejo de personalização dos exercícios cai para 74%

Seja para melhorar a saúde, evitar o sedentarismo, emagrecer ou até mesmo controlar o estresse, muitas mulheres têm interesse em praticar exercícios físicos, mas uma grande parcela das brasileiras ainda é sedentária.

 

Para saber o que afasta as mulheres de uma vida mais saudável, a Freeletics, startup de exercícios físicos com uso de inteligência artificial, produziu o 1º Mapa Nacional do Impacto da Tecnologia no Esporte e Sedentarismo, pesquisa que ouviu 2046 brasileiros. Dentre esses, 968 eram mulheres, das 5 regiões do país, que executam alguma atividade física de 0 até 2 vezes por semana.

 

A pesquisa concluiu que, para se exercitar, 84% das mulheres têm interesse em buscar treinos que atendam diretamente suas necessidades. Já entre os homens, este desejo cai para 74% dos entrevistados.

 

Mais mulheres também acreditam que realizar exercícios com acompanhamento de um treinador melhoraria os resultados obtidos nos treinos, são 77% delas, comparado a 70% dos homens. Além disso, 38% das entrevistadas afirmam que ter acesso a uma rotina de treinos personalizados para o condicionamento físico atual dela e adaptados aos seus objetivos as motivariam a fazer mais atividades físicas.

 

Academias com preços mais baixos também foi uma das maiores motivações elencadas pelas mulheres para que fizessem mais exercícios: 49% das entrevistadas apontaram esse desejo.

 

Mulheres e a tecnologia nos exercícios

A tecnologia pode ser uma grande aliada para tirar as mulheres do sedentarismo. Segundo a pesquisa, 42% delas preferem seguir exercícios propostos por um aplicativo de treinamento a frequentar uma academia tradicional, e 39% delas substituiriam completamente a academia pelo uso dos apps. “As inovações tecnológicas têm facilitado a vida das pessoas em diversas áreas. Poder fazer exercícios físicos a qualquer hora do dia, em qualquer lugar e com um personal trainer digital disponível no próprio bolso é uma mudança muito interessante na forma como as pessoas se exercitam. Estamos muito felizes que os brasileiros têm participado cada vez mas dessa mudança”, afirma Daniel Sobhani, CEO do Freeletics.

 

Outro desejo de 76% das mulheres entrevistadas na pesquisa é de que os aplicativos de exercícios também ajudassem a controlar a alimentação. Nesse sentido, no mercado brasileiro, o único que faz esse trabalho integrado com a nova rotina esportiva é o Freeletics Nutrition, que atua como um nutricionista digital integrado com as plataformas de treino, construindo uma rotina de alimentação saudável para os atletas.  

 

Aporte multimilionário e foco no Brasil
A startup fitness alemã Freeletics atingiu em dezembro de 2018 a marca de 32 milhões de usuários no mundo. No mesmo mês, foi concluído um processo que injetou 45 milhões de dólares na empresa para potencializar uma expansão global acelerada, customizando os aplicativos da marca às necessidades de cada mercado mundial, incluindo o Brasil.

Por aqui, a marca opera com os aplicativos de exercícios: Freeletics App, para treinos funcionais de alta intensidade usando o peso do próprio corpo e pesos, Freeletics Running, para treinos com corridas intervaladas, e Freeletics Gym, que eleva a experiência do treino em academias, além do nutricionista digital, integrado com o os apps de treino, Freeletics Nutrition.