Entenda como o histórico familiar e a genética podem causar enfarte

Texto Amanda Nicácio e Priscila Pegatin | Edição Cáren Nakashima | Adaptação Rebecca Nogueira Cesar

Enfarte

Genética pode aumentar as chances do enfarte

Foto: Freeimages

Caso de família

O nome é complicado: hipercolesterolemia familiar (HF). “Trata-se de uma doença causada pela presença de mutações no gene do receptor de lipoproteína de baixa densidade (LDLR), o mau colesterol. Isso resulta em aumento dos níveis de colesterol de lipoproteína de alta densidade (LDLc) e do colesterol total, que são detectados desde o nascimento e que aos poucos vão entupindo as artérias e veias”, explica Elisabete Almeida, cardiologista e uma das fundadoras da Associação dos Pacientes Portadores de Hipercolesterolemia Familiar (AHF).

Por se tratar de uma doença genética, não há prevenção nem cura. Por isso, quem a carrega precisa adaptar o estilo de vida, dar atenção principalmente à alimentação e usar medicamentos para o resto da vida. Seguindo à risca os procedimentos indicados pelo cardiologista, a qualidade de vida de quem possui essa doença se iguala à de pessoas que não a possuem, diminuindo, assim, os riscos de enfarte.

Revista Corpo a Corpo | Ed. 317