Texto Fernanda Cury | Edição Karine César | Fotos Getty Images | Adaptação Web Ana Paula Ferreira



Pode prestar atenção: o padrão de beleza do corpo feminino sempre está mudando. Até pouco tempo atrás, a moda era ser grande e musculosa. Atualmente, a silhueta “secou” um pouco, mas muita gente ainda busca o corpo perfeito recorrendo ao uso de anabolizantes

“Isso porque o organismo feminino tem 40 vezes menos concentração do hormônio testosterona — responsável pelo ganho de massa muscular — do que o masculino. Na prática, isso significa que por mais que ela treine, há um limite para o desenvolvimento e o aumento dos músculos. A partir daí, apenas com o uso de anabolizantes a sua musculatura ficará volumosa”, explica Paulo Zogaib, especialista em fisiologia do exercício da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Por que elas usam?

O estímulo é quase sempre estético. “A promessa de resultados rápidos vem incentivando o consumo cada vez maior de anabolizantes entre as mulheres. Elas desejam ter um corpo perfeito e acabam correndo sérios riscos em nome da vaidade”, comenta Mauro Guiselini, professor de educação física e diretor do Centro de Treinamento Multifuncional, de São Paulo (SP). Mas o desejo de curvas extremamente definidas, desenhadas com o auxílio de doses e mais doses de esteroides e hormônios masculinos, pode ser tão nocivo quanto o da magreza exagerada difundida nas passarelas fashion ou até mesmo a obesidade mórbida que fica escondida em casa. “Por trás dos aparentes benefícios, como um corpo forte e músculos desenvolvidos, essas substâncias escondem riscos que podem detonar o organismo e até matar”, alerta Marcio Scomparin, personal trainer, de São Paulo (SP).

Entenda a química

Os anabolizantes (esteroides androgênicos anabólicos) são hormônios sintéticos que imitam a testosterona. Apesar de ser conhecido como um hormônio masculino, ela também é encontrada nas mulheres, em quantidade bem menor. Nos homens, esse hormônio é produzido nos testículos, e, nas mulheres, nos ovários. E em ambos os sexos a testosterona é fabricada, também, nas glândulas suprarrenais, mas em dose baixa.

A testosterona natural tem dois efeitos distintos no organismo. No andrógeno, ela influencia nas características masculinas, como mudança de voz, desenvolvimento do órgão sexual, crescimento de bigode e barba, além de pelos nas axilas e áreas genitais, e aumento da agressividade. Já o anabólico age no controle de gordura e no aumento de massa muscular e força.

Bomba-relógio 

Se para conquistar coxas grossas e torneadas, barriga dividida em “gomos” e braços musculosos for preciso recorrer ao uso de anabolizante,  é bom ficar esperta. Com esse “pacote” de transformações físicas você vai conseguir outras mudanças nada agradáveis. “A mulher que recorre aos anabolizantes fica com a pele cheia de espinhas, queixo pontudo, cabelo ralo e olhos mais saltados”, comenta Sandra Hugenneyer, dermatologista, de São Paulo (SP). “E os danos estéticos não são os únicos nem os mais graves”, alerta Nabil Gorayebe, cardiologista especialista em Medicina do Esporte, de São Paulo (SP). “Ele é um adubo de coisas ruins. Se a mulher tem alguma célula cancerígena, esses hormônios vão fazer que o câncer se espalhe de forma muito acentuada no organismo”, afirma o especialista. Os esteroides também dão força para as principais causas de morte da população feminina. “Eles causam a hipertensão arterial e transformam o coração em um dispositivo prestes a explodir”, alerta Nabil Gorayebe.

Não acabou por aqui, não! Se você quer saber todos os efeitos colaterais dos anabolizantes, basta garantir a edição 350 da Corpo a Corpo! Então corra para a banca ou adquira a sua CORPO aqui → https://goo.gl/bCZWg2

Continue Lendo >>

Por Karine César | Foto Getty Images | Adaptação web Ana Paula Ferreira

Devo tratar a dor nos joelhos com gelo ou calor?

“Em um primeiro momento, nenhum dos dois é tratamento para qualquer tipo de articulação — sejam joelhos, ombros, tornozelos... Eles são apenas coadjuvantes. No caso da dor traumática, o gelo tem a função de ‘esfriar’ o processo inflamatório e diminuir os hematomas, pois causa uma vasoconstrição. Deve ser aplicado por no máximo 20 minutos em intervalos de três a quatro horas. No caso das compressas de água quente, a indicação é 24 a 48 horas depois do trauma para ajudar na reabsorção do hematoma. Na região dorsal, cervical e lombar, o calor pode ser mais tolerável do que o frio. O ideal é consultar um especialista para ter um diagnóstico certo”, recomenda Marcelo Terra, ortopedista e especialista em cirurgia do joelho e medicina esportiva, de São Paulo (SP).

Para saber mais sobre saúde, corra para as bancas ou garanta sua Revista Corpo a Corpo através do site da Editora Escala

Continue Lendo >>

Por Bárbara Rossi | Foto Getty Images | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Cuidar da pele e do cabelo enquanto dorme e, de quebra, levantar com aquela aparência de quem passou horas se arrumando. Parece um sonho? A gente te ajuda a tornar isso realidade.

1. Limpe a tez antes de se deitar

“Durante o dia, ela fica exposta a raios solares, poluição, ar condicionado, suor e maquiagem, o que a deixa desidratada e sem viço”, explica Ester Dalonso, esteticista do salão Criar by Fabinho Araújo, de São Paulo (SP). Escolha um demaquilante e um tônico facial adequados para o seu tipo de pele e limpe muito bem o rosto antes de dormir.

2. Abuse dos produtos noturnos

Utilize os ativos que não podem ser expostos à luz solar, como ácido retinoico e vitamina C, que clareiam manchas e previnem o envelhecimento.  Para os cabelos, invista em produtos que são aplicados antes de dormir e enxaguados no dia seguinte. “O óleo de coco é ótimo para hidratar os fios”, indica Ester Dalonso.

3. Invista em frescurinhas

Usar uma fronha ou forrar seu travesseiro com um pano de seda evita atrito com cabelo, fazendo que ele acorde menos embaraçado e sem frizz. Utilize máscaras de dormir, que evitam que a claridade atrapalhe seu sono, para que ele se torne ainda mais reparador.

Para aprender mais truques de beleza, corra para as bancas ou garanta sua Revista Corpo a Corpo através do site da Editora Escala
Continue Lendo >>

Por Ivonete Lucirio | Edição Isabela Leal | Fotos Getty Images | Adaptação web Ana Paula Ferreira



O sexo é, sem dúvida, um aspecto importante para manter a qualidade de vida. É um momento para relaxar e curtir profundamente.  Com uma ressalva: só não pode descuidar da saúde. Parece banal, corriqueiro até, mas, na verdade, se não houver cuidado, podem ocorrer contaminações, inclusive algumas graves. O mundo mudou e com essa guinada, o comportamento das pessoas, em relação ao sexo, está mais aberto, menos censurado, digamos.

“Com isso, as pessoas se expõem mais e nem sempre se protegem, provocando um aumento de transmissão das DSTs”, diz Fábio Eudes Leal, infectologista e médico do Centro de Referência e Treinamento em DST-AIDS, de São Paulo (SP).

A maior parte dessas doenças pode ser transmitida durante uma única relação sexual. Aliás, a pessoa pode se contaminar com mais de uma em uma única transa. Portanto, todo cuidado é pouco.

Instituições de olho

A contaminação transmitida pelo sexo tornou-se uma preocupação de saúde pública, cujo alvo principal são mulheres entre 19 e 24 anos que, segundo dados epidemiológicos, são as principais vítimas.

A prevenção é simples e única: usar camisinha. Essa é a forma mais eficaz de proteção. Agora você vai conhecer quais são as DSTs cujo contágio é mais significativo e poderá ficar esperta para garantir que as lembranças daquela transa fiquem apenas na sua cabeça.

Aids

A principal forma de transmissão é, de longe, o ato sexual, mas a doença pode ser transmitida também de mãe para filho durante o parto ou por transfusões de sangue. Essa última forma é praticamente desprezível hoje com um controle maior dos bancos de sangue. Há muitas pesquisas que buscam uma vacina contra a doença, algumas delas bastante promissoras, mas não há nada no mercado ainda. Os medicamentos conseguem manter a proliferação do vírus HIV sob controle, mas não se fala em cura, e os efeitos colaterais dessas drogas são grandes, não valem um momento de descuido.

Sífilis

É causada por um treponema, um tipo de micro-organismo que, durante a relação sexual,  é transmitido por meio de um ferimento nos órgãos sexuais, ainda que eles não sejam visíveis. Três semanas depois da infecção surge uma ferida com as bordas mais altas, que desaparece em três semanas. Sem tratamento, algumas semanas depois aparecem mais feridas, que podem se espalhar pela pele. Se não for devidamente cuidada – com antibiótico à base de penicilina –, a sífilis pode se espalhar para o sistema nervoso central, os ossos e o coração.

Gonorreia

É causada por uma bactéria. Os primeiros sintomas, febre, lesões na pele e inflamação na uretra, surgem de dois a seis dias depois da contaminação. Em 15% dos casos a doença pode comprometer as trompas e provoca esterilidade. O tratamento é feito com antibióticos, mas a pessoa pode ser contaminada mais de uma vez se voltar a ter relações sexuais com alguém infectado.

HPV

É a sigla em inglês para papiloma vírus humano, que provoca verrugas genitais. Os estudos mostram que 50% a 80% das mulheres sexualmente ativas são contaminadas pelo vírus em algum momento da vida. Mas a maioria das infecções é combatida pelo próprio sistema imunológico, principalmente no caso das mais jovens. Há cerca de 200 variações do vírus e algumas delas são bem mais perigosas. O organismo não consegue dar conta delas sozinho. As lesões que essas variações provocam na mucosa do aparelho reprodutor são mais persistentes e podem levar ao aparecimento do câncer.  Os dados epidemiológicos mostram que, caso a mulher não se trate, isso pode ocorrer entre 3% e 10% das vezes. Já existe vacina contra esse tipo de doença.

Não acabou por aqui, não! Se você quer saber tudo sobre outros tipos de DSTs, basta garantir a edição 350 da Corpo a Corpo! Então corra para a banca ou adquira a sua CORPO aqui → https://goo.gl/bCZWg2

Continue Lendo >>

Por Caroline Randmer | Foto Getty Images | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Você já se perguntou qual o significado quando suas pálpebras tremem? Se sim, bem-vinda ao clube. As contrações involuntárias e repetitivas na região dos olhos são sinal de que algo não vai bem. 

“Há inúmeras causas para isso acontecer, que vão desde estresse, excesso de cafeína, fadiga, lesão ocular ou problema neurológico”, explica Rita de Cássia Lima Obeid, especialista em plástica ocular e vias lacrimais do Hospital CEMA, de São Paulo (SP).

Ele costuma ocorrer em decorrência de um excesso do organismo. Em situações-limite, o corpo libera hormônios, o que compromete o funcionamento muscular, entre eles, o dos músculos das pálpebras.

Mas não precisa sair correndo para fazer uma consulta com o médico toda vez que o desconforto se fizer presente. Espere alguns dias para ver se a frequência do tremor diminui e procure descansar. Se mesmo assim o sintoma persistir — e vier acompanhado de outros sinais,  como coceira e vermelhidão —, aí sim vale uma conversa com um especialista.  “A consulta é necessária quando o tremor começa a impedi-la de exercer as atividades diárias”, alerta Rita Obeid.

Para saber mais sobre saúde, corra para as bancas ou garanta sua Revista Corpo a Corpo através do site da Editora Escala

Continue Lendo >>

Por Karine César | Foto Danilo Borges | Adaptação web Ana Paula Ferreira

Às vezes, falar sobre saúde pode acabar se tornando um assunto pesado, principalmente quando se trata de complicações mais sérias, como Parkinson, Alzheimer, autismo ou esclerose lateral amiotrófica.

Esses temas merecem ser tratados com seriedade, mas para facilitar o processo, confira os filmes pra lá de bacanas recomendados por Mariana Carvalho Krueger, fisioterapeuta e sócia do Centro de Excelência em Recuperação Neurológica, de Curitiba (PR). Assim você aprende um pouco mais sobre as doenças neurológicas que mais ganham hashtags de conscientização nas redes sociais e ainda curte sua noite de domingo em grande estilo. É só preparar a pipoca e apertar o play.

1. Amor e Outras Drogas — Parkinson

Jamie Randall (Jake Gyllenhaal) é vendedor de um laboratório da indústria farmacêutica americana. Sua função é abordar médicos e convencê-los a prescrever os produtos da empresa para os pacientes. Em uma dessas visitas, ele conhece Maggie Murdock (Anne Hathaway), uma jovem de 26 anos que sofre de mal de Parkinson. Com o tempo, Jamie descobre que existe algo mais forte – Maggie sente o mesmo, mas não quer levar o caso adiante devido à sua doença.

2. Para Sempre Alice — Alzheimer

Interpretada por Julianne Moore, a Dra. Alice Howland é uma renomada professora de linguística. Aos poucos, ela começa a se esquecer de algumas palavras e se perder pelas ruas de Manhattan. Alice é diagnosticada com Alzheimer precoce. A doença coloca em prova a força de sua família. Enquanto a relação de Alice com o marido, John (Alec Baldwin), é fragilizada, mãe e filha caçula, Lydia (Kristen Stewart), se aproximam.  O filme retrata a dificuldade de aceitação do diagnóstico, tanto para a paciente quanto para a família.

3. A Teoria de Tudo — Esclerose Lateral Amiotrófica

Baseado na biografia de Stephen Hawking, o filme mostra como o jovem astrofísico (Eddie Redmayne) fez descobertas importantes sobre o tempo, além de retratar seu romance com Jane Wide (Felicity Jones) e a descoberta de uma doença motora degenerativa quando tinha apenas 21 anos. O longa narra a vida do cientista que é responsável pela teoria sobre buracos negros e sobre a doença que o confinou a uma cadeira de rodas.

4. Farol das Orcas — Autismo

O filme narra a história de uma mãe que busca tratamento para o filho autista. Na história,  Beto (Joaquín Furriel), um homem solitário que trabalha em um parque nacional argentino e que passa seus dias observando orcas, leões-marinhos e focas, tem a vida completamente alterada com a chegada da espanhola Lola (Maribel Verdú)  e de seu filho de 11 anos, Tristan (Joaquín Rapalini).  Desesperada, Lola pede ajuda a Beto para tratar o autismo de Tristan. Relutantemente, ele aceita.

Para saber mais sobre saúde, corra para as bancas ou garanta sua Revista Corpo a Corpo através do site da Editora Escala

Continue Lendo >>

Por Ana Paula Ferreira | Fotos Divulgação

O universo feminino não para de inovar e receber novidades! Por isso, todo mês, a CORPO vai te mostrar os produtos que chegaram recentemente às prateleiras. Confira abaixo os lançamentos do mês!

Continue Lendo >>

Por Isabela Leal | Foto Getty Images | Adaptação web Ana Paula Ferreira



É indiscutível que a internet e as redes sociais trouxeram uma série de ganhos para a comunicação e a conectividade entre as pessoas. Para entrar em contato com alguém, basta estar diante de um celular com acesso à rede de dados e enviar uma mensagem — em questão de minutos a outra pessoa terá visualizado o conteúdo e estará feita a interação. Da mesma forma que essa inter-relação quase instantânea se tornou facílima, ela se modificou coma universalização das redes sociais como Facebook, Instagram e Twitter.

A dinâmica dos relacionamentos transformou completamente as pessoas, que passaram a compartilhar vivências, pensamentos e momentos de um modo nunca visto antes (muito pior) — no geral, de forma alienada, inconsciente e automática.

“Para se ter uma ideia de como as redes sociais e a internet se tornaram perversas e, talvez,  destrutivas, para uma parcela de usuárias existem dados que indicam o desenvolvimento de comportamento de dependência com características semelhantes às encontradas entre dependentes de drogas, como fissura, sintomas de abstinência e a compulsão pelo uso”, diz Caio Magno,  psiquiatra da Clínica Estar Saúde Mental, de São Paulo (SP).

Mas é possível “se salvar” diante dessa realidade e utilizar os recursos tecnológicos de maneira saudável e comedida, como um detox digital. “Tudo é uma questão de bom senso. Quem consegue não exagerar costuma valorizar e vivenciar o momento presente e criar regras em relação ao uso da tecnologia, muitas vezes até de forma natural”, explica o médico, que a seguir dá algumas dicas que podem ajudar a encontrar o equilíbrio.

No trabalho

Nem todas as profissões permitem que você fique conectada o tempo todo com assuntos pessoais, por exemplo. Além disso, seguir publicações, ver o Whatsapp ou outras mensagens durante o trabalho pode dispersar a atenção e reduzir a produtividade. Reserve horários específicos para usar a tecnologia.

Na hora de dormir 

Para uma boa noite de sono, o ideal é ficar longe dos eletrônicos. Além de tudo que já foi dito, a luz emitida por esses dispositivos afeta a indução do sono. Desligue os avisos sonoros e deixe o celular longe do quarto. Se a desculpa for o despertador, lance mão do velho e bom relógio de cabeceira.

Durante as refeições

Deixe o celular longe da mesa, na bolsa ou em uma gaveta, de preferência no modo silencioso. Nesse momento, preste atenção ao que está comendo, isso pode ajudar até a melhorar sua relação com a comida e, claro, com os amigos e familiares. Aproveite o tempo em família para conversar. Nos almoços ou jantares de negócios, a mesma regra é válida.

Nas férias

Desligue-se e desligue o celular! Hoje há uma grande dificuldade em se desconectar do trabalho no período de folga, devido à facilidade de acesso à tecnologia. “Porém, para um descanso verdadeiro e redução do estresse é fundamental se desconectar dos assuntos profissionais”, destaca Caio Magno. Coloque um aviso no e-mail e não caia na tentação de atender ligações ou responder mensagens por outros aplicativos. Além disso, durante as férias, procure vivenciar as experiências de forma plena, com foco no momento presente. Se for viajar, desfrute das paisagens, fotografe, faça passeios, sinta as vivências plenamente. Se for indispensável usar o celular, reserve um momento específico para isso, mas se for possível, evite ao máximo.

Para saber mais sobre saúde e bem-estar, corra para as bancas ou garanta sua Revista Corpo a Corpo através do site da Editora Escala

Continue Lendo >>

Por Caroline Randmer | Foto Getty Images| Adaptação web Ana Paula Ferreira

O ambiente gelado é um alívio nos dias mais quentes, mas o ar gélido e seco do ar-condicionado pode ser um pesadelo para quem é suscetível a alergias.

“Ele provoca o ressecamento da mucosa do nariz, piorando os quadros alérgicos, principalmente os de rinite”, diz Yara Mello, alergologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, de São Paulo (SP).

Além disso, a combinação entre o pó e a umidade no duto do ar-condicionado cria um ambiente favorável para a proliferação de micro-organismos, como fungos e ácaros, o que acaba intensificando ainda mais o problema e estimulando as crises.

Para evitar estas situações indesejadas e aproveitar o ambiente mais fresco, o indicado é não abusar das baixas temperaturas, mantendo o local em torno de 24°C. A alergologista ainda lembra que a hidratação também contribui com a diminuição do ressecamento da mucosa.

Para saber mais sobre saúde, corra para as bancas ou garanta sua Revista Corpo a Corpo através do site da Editora Escala

Continue Lendo >>

Por Caroline Randmer | Foto Getty Images| Adaptação web Ana Paula Ferreira



Sabe aquela sensação de relaxamento que você tem quando passa o dia de frente para o mar? Agora você pode se sentir assim quando quiser! É só apostar na haloterapia.

“É um tratamento natural de inalação de sal  ionizado que reduz o estresse e a ansiedade”, explica Ana Nader, especialista em haloterapia e sócia proprietária da Halosal, de São Paulo (SP).

A terapia, que também alivia alergias, desconfortos respiratórios e até problemas de pele, é aplicada em uma sala que se assemelha a uma caverna de sal, onde, por 45 minutos, você pode se sentar e ouvir uma música relaxante enquanto é exposta a um jogo de luz que altera a cor do ambiente.

“Lá dentro pessoa entra em contato com o próprio sal, um agente terapêutico que mata vírus, fungos, bactérias e leveduras, e com íons negativos, encontrados principalmente em cachoeiras, ondas, raios, regiões montanhosas e ventos, que promovem um relaxamento profundo e melhoram o humor”, explica Ana Nader. Tudo para replicar a experiência da praia e ajudá-la a relaxar. Então, que tal voltar da beira do mar e ir conhecer a experiência?

Para saber mais sobre saúde e bem-estar, corra para as bancas ou garanta sua Revista Corpo a Corpo através do site da Editora Escala

Continue Lendo >>

Por Diana Cortez | Fotos Arquivo Pessoal | Adaptação web Ana Paula Ferreira

historia-inspiracao

A procuradora do Estado aposentada e influencer Adriana Motta Miranda, de São Paulo (SP), tem motivos de sobra para comemorar. Aos 61 anos, mesmo depois de duas gestações, ela conquistou a silhueta que tanto desejava quando era mais nova. "Sempre pratiquei atividade física e, por volta dos 30 anos, comecei a fazer musculação. Mas nunca chegava ao shape que tanto queria”, confessa.

Mesmo com dieta e exercício, Adriana conta que os resultados não apareciam porque, aos finais de semana, ela deixava a alimentação saudável de lado. "Meu maior erro era pensar que podia chutar o pau da barraca nesses dias. Comia muitos doces, que sempre foram minha tentação. Chegava a engordar até 2 quilos em um único fim de semana!”, lembra.

Depois que se aposentou, ela passou a ter mais tempo para se cuidar. Decidiu, então, ir em busca do seu sonho e procurou uma nutricionista. “A dieta oferece todos os nutrientes, mas sempre com quantidade de carboidratos controlada para não engordar. Também não consumo carne vermelha há anos, nem produtos com lactose, porque tenho intolerância.”

A influencer também aprendeu a driblar o desejo por doces. "Entendi que, quanto mais os como, mais sinto vontade. Por isso, procuro evitá-los. Agora, quando me dá vontade, opto por chocolates 70% cacau ou versões sem açúcar e sem lactose. Em restaurantes, deixo de lado a sobremesa já sabendo que terei meus chocolates me esperando”, garante.

Além da alimentação saudável, Adriana também continuou apostando na musculação e em um pouco de aeróbico para buscar definição muscular. Para isso, treina de segunda a sexta-feira. “Faço 1h30 de musculação todos os dias, mais 30 minutos de transport.” Depois de dois anos de muita dedicação, ela chegou ao resultado que tanto queria: 58 quilos distribuídos em 1,70 m e míseros 14% de gordura!

Os segredos do sucesso de Adriana

Busque o equilíbrio → “Não deixe de ter uma vida social, mas faça boas escolhas no cardápio. Sempre tem uma opção mais saudável!”

Resista às tentações → “Isso nos mostra o quanto somos fortes e nos enche de orgulho.”

Mexa-se sempre! → “Mesmo em viagens, faça exercícios. Pode ser na academia do hotel, uma trilha, uma caminhada...”

Para conferir mais histórias de inspiração, corra para as bancas ou garanta sua Revista Corpo a Corpo através do site da Editora Escala

Continue Lendo >>

Por Caroline Randmer | Foto Getty Images | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Muita gente sente aquela dor chata no dente ao comer algo muito gelado, quente ou doce, mas nem sempre consegue entender de onde ela vem ou por que ela aparece.  Conheça as principais causas da sensibilidade nos dentes, enumeradas por Thais Azevedo, dentista especialista em dentes sensíveis, do Rio de Janeiro (RJ).

Refluxo — O conteúdo ácido do refluxo danifica o esmalte dos dentes e os deixa mais suscetíveis a dores. 

Pressão excessiva na hora de escovar os dentes — Muita força durante a escovação debilita a proteção natural dos dentes.

Escova de dentes dura — Quem escova os dentes com cerdas muito firmes acaba com a gengiva retraída, o que desgasta o esmalte dos dentes, gerando a sensibilidade.

Gengivite — Com o avanço da idade e o aumento das recessões gengivais, a dentina fica mais exposta e o resultado são dentes mais sensíveis.

Para saber mais sobre beleza e maquiagem, corra para as bancas ou garanta sua Revista Corpo a Corpo através do site da Editora Escala

Continue Lendo >>

Por Caroline Randmer | Foto Getty Images | Adaptação web Ana Paula Ferreira

Você sabia que lavar as mãos reduz em até 40% o risco de infecções, diarreias, resfriados e conjuntivite? É que as mãos são a principal via de transmissão de germes e micro-organismos. 

“Se não mantivermos as mãos limpas, atos simples, como coçar os olhos, o nariz e a boca, podem colocar sua saúde em risco”, diz Aier Adriano Costa, coordenador da equipe médica do Docway, de São Paulo (SP).  Por isso, lave-as várias vezes ao longo do dia, em especial antes e depois das refeições, de assoar o nariz e de usar o banheiro.

Caso você passe a maior parte do seu dia na rua e sem acesso a água corrente, carregue na bolsa um álcool em gel. “Ele desinfeta e mata qualquer tipo de bactéria, desde que sua concentração seja de 60% a 80%”, explica Aier Adriano Costa.

Para saber mais sobre saúde, corra para as bancas ou garanta sua Revista Corpo a Corpo através do site da Editora Escala

Continue Lendo >>

Por Caroline Randmer | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Se você traçou suas metas no ano passado para levar uma vida mais regrada e chegou firme e forte ao segundo mês de 2018, aqui vão algumas dicas de Thais de Brito, nutricionista do Spa Estância do Lago, de Almirante Tamandaré (PR), para você continuar mantendo hábitos saudáveis até o fim do ano sem sacrifícios.

1. Programe-se para fazer a última refeição do dia até as 20h. Durante a madrugada, o metabolismo fica mais lento, o que faz que o gasto energético diminua. Caso vá se alimentar depois desse horário, prefira frutas, iogurte desnatado ou uma barrinha de cereal light.

2. Na hora da sobremesa, opte por frutas, picolés naturais e gelatinas.

3. Se for beber cerveja, escolha a versão sem álcool, que contém 60% menos calorias por garrafa.

4. Não exagere em itens light e diet, pois eles também contêm um alto teor calórico.

5. Reduza a ingestão de embutidos, como salames, bacon, defumados e salsicha — eles são riquíssimos em sódio.

6. Evite frituras e empanados, pois contêm o dobro ou mais calorias do que o mesmo alimento cozido ou grelhado.

7. Controle o consumo de água tônica. Apesar de amarga, a bebida leva muito açúcar em sua composição, assim como os sucos industrializados e refrigerantes.

8. Cuidado com petiscos. Em vez do amendoim, das azeitonas e dos salgadinhos, prefira picles, queijo branco temperado com azeite e orégano e torradas com berinjela.

Para saber mais sobre bem-estar, corra para as bancas ou garanta sua Revista Corpo a Corpo através do site da Editora Escala

Continue Lendo >>

Por Thainá Zolim | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira

Deixar a obesidade de lado, conquistar o corpo dos sonhos, recuperar a autoestima e a saúde são alguns dos desejos de quem opta por passar por uma cirurgia bariátrica. Mas você sabia que também são necessários cuidados com a saúde bucal?

Um estudo realizado por profissionais da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) constatou que a cirurgia bariátrica pode ter impacto negativo na saúde bucal. O estudo aponta que pacientes que passaram pelo procedimento tiveram maior incidência de cáriese outras lesões. Se é o seu caso, vale consultar um dentista.

Via Revista Dieta Já! Ed. 266

Continue Lendo >>

Por Caroline Randmer | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira



O corpo humano possui dois tipos de glândulas sudoríparas: as écrinas e as apócrinas. A primeira se encontra espalhada por toda a derme e é responsável por manter a temperatura do nosso corpo em torno de 36,5 graus - ela produz um tipo de suor inodoro, composto por água e sais minerais. Já a segunda se localiza em pontos específicos, como nas axilas, nos mamilos, na região genital, no couro cabeludo e na planta dos pés.

“Na maioria das vezes, o suor produzido por essas glândulas é composto por restos celulares, que, ao entrarem em contato com fungos e bactérias, exalam aquele odor fétido”, relata Alexandre Kataoka, cirurgião plástico e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, de São Paulo (SP).Saiba o que fazer se você é uma das vítimas do suor em excesso:

Boa higiene

Seja para evitar o mau cheiro nas axilas ou na planta dos pés, a higienização deve ser feita sempre com atenção, principalmente nos dias mais quentes. Não tenha medo de apostar em produtos antissépticos e desodorantes antitranspirantes. Vale também não repetir sapatos e roupas por dias seguidos.

Toxina botulínica

Ela pode ser usada caso seu médico ache necessário. O objetivo é paralisar as glândulas com a finalidade de diminuir a sudorese e a produção de micro-organismos locais. Sua aplicação deve ser feita a cada seis meses e tem efeito positivo em aproximadamente 60% das pessoas.

Quer conferir mais sobre saúde? Então, corra para as bancas ou garanta a sua aqui!

Continue Lendo >>

Por Caroline Randmer | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Se você tem algumas dúvidas sobre a asma, confira abaixo 6 mitos e verdades esclarecidos por José Roberto Megda Filho, médico pneumologista e membro das Sociedades Brasileira e Europeia de Pneumologia, de Taubaté, São Paulo.

1. Ela tem cura

Mito. A asma é uma doença crônica e, como tal, não tem cura, mas pode ter seus sintomas controlados. "Algumas pessoas chegam a passar meses ou até anos sem apresentar crises de falta de ar e, por isso, acreditam ter sido curadas", explica o profissional.

2. Pessoas com a doença não podem praticar exercícios físicos

Mito. Ao contrário do que muita gente pensa, dá para incluir a atividade física na rotina quando o tratamento está em dia. Inclusive, os exercícios podem ser encarados como aliados no controle da doença. Só fique esperta e siga as orientações do seu médico quando for realizar algum tipo de esforço muito intenso.

3. Asma e bronquite são doenças diferentes

Verdade. Enquanto a asma é uma doença de causa genética ou alérgica, a bronquite pode ser provocada por um vírus ou por hábitos nocivos, como o tabagismo.

4. Só devo acionar meu médico em caso de crise 

Mito. O tratamento deve ser feito de forma contínua. "Interromper as crises, que são apenas uma manifestação pontual da doença, não é suficiente. É preciso realizar consultas regulares com um pneumologista para a definição do melhor tratamento de longa duração", diz Filho.

5. Fatores externos podem piorar o quadro

Verdade. Embora não seja a causa da doença, a exposição a ácaros, poluição ou fumaça pode desencadear crises de tosse seca e falta de ar.

6. É uma doença inofensiva

Mito. As crises podem impor sérias limitações à rotina e, em casos extremos, levar ao óbito. De acordo com dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde do Brasil, três pessoas morrem a cada dia por asma no Brasil.

Quer conferir mais sobre saúde? Então, corra para as bancas ou garanta a sua Corpo a Corpo aqui

Continue Lendo >>

Por Redação Corpo a Corpo | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira



Tudo o que a gente menos quer durante o Carnaval é sofrer por causa de dores nas pernas, não é mesmo? Para você poder curtir a folia bem longe desses incômodos, Givanildo Matias, personal trainer, fisiologista e diretor da rede Test Trainer (SP), listou 7 dicas importantes:

No dia

- Procure dormir bem na noite anterior.
- Consuma alimentos ricos em carboidratos e evite as gorduras, que demoram muito para serem digeridas.
- Faça um alongamento e aquecimento antes de cair no samba.
- Mantenha-se hidratada, bebendo água a todo o momento.
- Procure dar pausas de uma hora entre a maratona de folia.
- Tome pouca bebida alcoólica, pois o excesso de álcool atrapalha a recuperação do organismo.

No dia seguinte

- Procure dormir bem, alimentar-se corretamente e faça um bom alongamento para relaxar a musculatura.

Continue Lendo >>

Por Diana Cortez | Fotos Arquivo Pessoal | Adaptação web Ana Paula Ferreira



A empresária e atleta profissional, Renata Spallicci, 36 anos, de São Paulo (SP), conta que começou no balé aos 5 anos de idade e, durante sua carreira, sofreu muito para se manter no peso para os espetáculos e as competições. “Sempre convivi com o efeito sanfona. Quando precisava emagrecer, fazia dietas restritivas, mas era insustentável e logo recuperava tudo em pouco tempo.” Além do balé, ela praticava musculação, mas não como uma prioridade.

Foi em uma viagem de réveillon ao Rio de Janeiro, em 2009, que Renata — ao ver os corpos sarados das cariocas — decidiu mudar o seu estilo de vida. “Eu estava fora de forma e infeliz”, confessa.  Para cumprir a nova meta, Renata contratou um personal trainer e uma nutricionista. “Fui entendendo a necessidade de cuidar da saúde e aprendendo a me alimentar.”

Para alcançar o shape atual, foram quatro anos de dedicação. “Cheguei a pesar 52 kg. Depois fui ganhando massa e perdendo gordura. Hoje tenho praticamente o mesmo peso da época em que era gordinha, mas o corpo é completamente diferente.”

Há dois anos, Renata decidiu competir como atleta fitness e passou a participar de competições. “Eu queria ser uma diva fitness, mas tinha receio de prejudicar minha carreira de executiva devido ao preconceito e à exposição. Meu noivo me encorajou e decidi arriscar”, conta. Na primeira competição, em Orlando (EUA), ela ficou em terceiro lugar. Na sequência, em Atlantic City, conquistou o primeiro título WBFF, World Beauty Fitness & Fashion — competição mundial que tem como foco o lado fashion e glamouroso do mundo fitness. 

Renata treina musculação seis dias por semana durante uma hora e faz mais 40 minutos de aeróbio. Sua alimentação varia semanalmente de acordo com as competições, mas, em geral, ela consome proteínas magras, oleaginosas, folhas verde-escuras e carboidratos complexos.  Também consome muito chá-verde, de hibisco e cavalinha, para ajudar no inchaço típico da TPM. “O esporte e o meu estilo de vida atual me deixaram muito mais produtiva”, afirma Renata.

Os segredos do sucesso de Renata

Você em primeiro lugar
“Coloque-se como prioridade e aprenda a dizer não para tudo o que está fora das suas metas.”

Planeje suas refeições
“Dessa maneira, você não é pega de surpresa e não precisa sair da sua rotina alimentar. Se sentir vontade de comer algo, permita-se e seja feliz, mas retorne ao plano logo depois!”

Aposte na gelatina zero
“Ela é uma ótima alternativa para saciar a fome, a vontade de comer doces e, ainda, tem proteína!”

Quer conferir mais histórias de inspiração? Então, corra para as bancas ou garanta a sua aqui!

Continue Lendo >>

Por Caroline Randmer | Foto Getty Images | Adaptação web Ana Paula Ferreira

Perder a cabeça de vez em quando é normal, afinal, ninguém é de ferro. Mas o descontrole constante é motivo de alerta. “Ataques de raiva repetitivos e desproporcionais aos motivos que serviram de provocação podem ser sinais do Transtorno Explosivo Intermitente (TEI), um tipo de Transtorno de Controle de Impulsos. Os episódios são precedidos de um fator estressante e seguidos de profundo arrependimento”, explica Fernanda Queiroz, psicóloga e cofundadora da Estar Saúde Mental, de São Paulo (SP).

O mais provável é que a causa do pavio curto seja uma combinação de fatores biológicos e emocionais -  pessoas com histórico familiar de dependência química ou de desordens do humor, por exemplo, têm maior predisposição para desenvolver esse transtorno. “Outras teorias apontam para alterações em neurotransmissores como a serotonina, hormônio ligado à sensação de prazer”, comenta a psicóloga. Se você suspeita que está sofrendo do mal, tome as rédeas da situação e inicie uma psicoterapia. Um psiquiatra também pode ajudar no problema.

Quer conferir mais sobre saúde? Então, corra para as bancas ou garanta a sua aqui!

Continue Lendo >>

Por Thainá Zolim | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira

Você é daquelas pessoas que conversa sozinha em frente ao espelho ou até mesmo no carro indo para o trabalho sobre tarefas que precisa fazer ou problemas para serem solucionados? Calma! Isso não é coisa de maluco e, na verdade, faz muito bem à saúde. Alguns estudos vêm mostrando que os diálogos solitários permitem que escutemos a nós mesmos e, assim, melhoramos a concentração e a organização dos pensamentos.

De acordo com a Universidade de Michigan, conversar sozinho pode aumentar a autoconfiança e a capacidade de enfrentar desafios, no entanto é preciso usar as palavras certas e referir-se a você em terceira pessoa, como se estivesse contando sua história, com pronomes como “ele”, “ela”, “você”; assim, a técnica fará com que você se sinta mais seguro.

Via Revista Dieta Já! Ed. 266

Continue Lendo >>

Por Revista Dieta Já | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira

Causada por um fungo, a candidíase é uma infecção que provoca ardor e coceira na região vaginal, acompanhada por um corrimento esbranquiçado. A doença afeta três a cada quatro mulheres ao longo da vida e é mais frequente no calor.

“O fator que mais desencadeia a candidíase é a baixa de imunidade. Mas o calor e a umidade também contribuem muito para o aparecimento da doença”, explica o ginecologista e obstetra José Bento, de São Paulo.

Para fugir desse incômodo, evite ficar com o biquíni molhado por muito tempo, aposte em looks maisventilados durante os dias quentes e em tecidos leves e de fibra natural.

Continue Lendo >>

Por Caroline Randmer | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Ao colocar essas três dicas em prática, você vai se manter bem longe do cálculo renal – conhecido também como pedra nos rins. Anote aí:

1. Beba bastante água ao longo do dia, diariamente

A recomendação médica é de pelo menos um copo a cada três horas.  E vale ressaltar que não estamos falando de qualquer líquido, mas de água pura. “Para saber se você está ingerindo o suficiente, preste atenção à coloração da urina, que deve ser clara e limpa”, explica Arnaldo Cividanes, diretor técnico do Hospital SAHA, de São Paulo (SP).

2. Reduza a ingestão de carne vermelha e sal 

O ideal é restringir o consumo a duas ou três vezes por semana. No restante dos dias, substitua a versão vermelha pela branca. “A quantidade de sal no preparo dos alimentos também deve ser reduzida”, lembra Arnaldo Cividanes. Fique atenta a comidas prontas e industrializadas, que, por conta da quantidade de sal em sua composição, podem prejudicar o bom funcionamento dos rins.

3. Controle a ingestão de alimentos ricos em oxalato de cálcio

Esse composto químico favorece a formação de depósitos de cristais nos rins. Sendo assim, é bom tomar cuidado com o consumo exagerado de espinafre, beterraba,  batata-doce, salsinha, pimenta, nozes e amendoim.

Quer conferir mais dicas de saúde? Então, corra para as bancas ou garanta a sua Corpo a Corpo aqui

Continue Lendo >>

Por Caroline Randmer | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira

De acordo com um levantamento de dados da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, 20% da população brasileira sofre ou já sofreu com refluxo. Quem já sentiu aquela queimação na boca do estômago e a sensação de que o alimento está subindo ao invés de descer sabe como o problema - que aparece quando a válvula que separa o esôfago e o estômago fica enfraquecida - incomoda.

Apesar de não existir cura para o refluxo, algumas medidas simples, como evitar ficar na horizontal logo após a refeição e eliminar o cigarro da rotina, são capazes de prevenir os episódios. “Deitar-se depois de comer faz que o efeito da gravidade seja perdido, o que favorece o retorno da comida para o esôfago. Já o cigarro contribui para a redução da pressão do esfíncter, a válvula responsável por evitar o refluxo do conteúdo gastroduodenal”, explica João Paulo Cândido Barbosa, gastroenterologista do Hapvida Saúde, de São Paulo (SP).

Quer conferir mais sobre saúde? Então, corra para as bancas ou garanta a sua aqui!

Continue Lendo >>

Por Redação Dieta Já | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira



O uso de aplicativos e plataformas na área da saúde vem crescendo consideravelmente nos últimos anos. Exemplo disso é o uso frequente de ferramentas para marcar consultas, praticar exercícios físicos, monitorar se suas vacinas estão em dia, receber alertas para hidratar o corpo e, até mesmo, para comprar suplementos. 

Abaixo, listamos 6 apps de saúde e treino para você se manter ainda mais saudável!

Nike Training Club

O aplicativo é destinado para quem gosta de praticar exercícios físicos, mas não pode pagar pelo auxílio de um personal trainer. O app te ajuda a alcançar seu objetivo, seja ele emagrecer, ficar forte ou mais saudável. O app é gratuito e está disponível, por enquanto só em inglês. Para usar, basta colocar suas informações e ele cria um treinamento personalizado, com regimes de atletas profissionais e seus treinadores.

Coração sob medida

Antigamente, para saber a situação dos batimentos cardíacos sem aparelhos específicos era preciso pressionar dois dedos sob o pulso e fazer a contagem durante um minuto. Agora, basta baixar o Cardiógrafo, posicionar o indicador na câmera do celular e aguardar. Em seguida, o resultado aparece na tela do dispositivo e pode ser armazenado para fazer o comparativo ao longo dos dias. Em iOS e Android.

Vacinas em dia

O intuito do Einstein Vacinas é fazer com que a população não deixe de tomar os antídotos que protegem de diferentes doenças. Além de criar lembretes sobre as próximas doses, ele indica qual o posto mais próximo ao usuário de acordo com a localização. É possível dividir diferentes “cadernetas” em um só login, assim dá para ter uma agenda para cada membro da família, por exemplo. Disponível em Android e iOS.

Logfitness

Plataforma omnichannel de vendas de suplementos, que tem como objetivo facilitar a compra e a entrega desses produtos. Pelo site, a academia cria um perfil e divulga para seus alunos. O aluno da academia, realiza a compra do suplemento, efetua o pagamento online e recebe o produto na própria academia, com frete grátis. Além disso, o usuário é atendido por quem ele mais confia, seu professor, e recebe o produto no dia do seu treino. Legal, né? A academia e o professor, recebem comissão pela venda de cada produto.

RunKeeper

Ótimo aplicativo tanto para pessoas que já têm o hábito de correr para se exercitar, quanto para quem desejam começar esta atividade. O app utiliza o GPS do dispositivo para automaticamente registrar as corridas do usuário, medindo velocidade, tempo e distância do percurso.

Hydro

Sabemos que o consumo de água é muito importante para a saúde, mas algumas pessoas bebem água com pouca frequência, durante uma refeição, no calor ou quando vão fazer um exercício. E para que ninguém mais se esqueça de tomar água durante todo o dia o app Hydro ajuda a te lembrar e a monitorar a quantidade que foi ingerida por dia. Disponível em Android e iOS.

Continue Lendo >>

Por Karine César | Foto Getty Images | Adaptação web Ana Paula Ferreira

A cada hora a menos das oito recomendadas de sono, você pode ganhar quase um centímetro na cintura e meio ponto no IMC (índice de massa corporal). Foi o que provou uma recente pesquisa da Universidade Leeds, no Reino Unido.

Um sono de baixa qualidade causa desordens no metabolismo, como o aumento dos níveis de cortisol — hormônio do estresse, que está ligado ao acúmulo de gordura — e a redução dos de testosterona e GH, que ajudam no ganho de massa muscular. A boa notícia, contudo, é que a atividade física feita até quatro horas antes de se deitar melhora a qualidade do sono. 

Para ajudar na produção natural de melatonina, procure consumir leite e frutas como o kiwi e a cereja, que contam com o triptofano, aminoácido precursor deste hormônio do sono. “Um copo por dia do laticínio, um kiwi e cinco unidades de cereja são suficientes”, indica Renato Lobo, médico pós-graduado em nutrologia, de São Paulo (SP).

Quer conferir mais pesquisas sobre saúde? Então, corra para as bancas ou garanta a sua aqui!

Continue Lendo >>