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Uma parcela significativa dos brasileiros sofre com problemas para dormir. A Associação Brasileira do Sono (ABS) estima que 73 milhões de pessoas têm insônia no País – número quatro vezes maior que a população do Chile. Ter um bom sono é considerado tão importante para a nossa saúde que existe uma data para reforçar as informações sobre essa atividade: o “Dia Mundial do Sono”, que neste ano é celebrado em 15 de março. “Dormir bem é essencial e deveria ser natural. Porém, estamos vivendo a era da poluição mental maciça com grande repercussão sobre todo o nosso corpo. As alterações do sono mexem com o ciclo de produção de hormônios importantes para a manutenção do estado de saúde. Diminuição da imunidade, distúrbios do humor, problemas cardiovasculares e endócrinos estão associados à insônia crônica”, explica Fabrício Dias, consultor da Weleda e médico da família especializado em Medicina Antroposófica.

Segundo os princípios da Medicina Antroposófica, para uma pessoa ter um sono noturno reparador é preciso que ela esteja bem acordada e atenta durante o dia. “Com uma atenção difusa e semiconsciente, conservamos um estado de semi-sonolência à noite. Mantemos na tela mental pensamentos acelerados sem necessariamente um foco importante.  Seria essa a causa da insônia”, avalia Dias. Para minimizar o problema,  a Weleda, empresa suíça de cosméticos orgânicos e medicamentos de origem natural, listou abaixo cinco dicas que podem contribuir para uma melhor qualidade do sono:  

  1.  Esteja bem acordado e presente

Na avaliação do Dr. Fabrício Dias, o ideal é acordar, tomar o café da manhã e começar o dia com foco e atenção plena no momento presente. “Os pensamentos devem ser controlados pela consciência e não “galopar” livremente na nossa mente. Temos de evitar viver automaticamente como um sonâmbulo”, comenta o médico.

 2.    Atenção às telas

A segunda recomendação do médico é afastar-se de informações desnecessárias,  principalmente quando o horário de dormir se aproxima. “As telas facilmente acessíveis aos olhos alteram a produção de melatonina, que é o hormônio do sono. O ideal é trocar a tela brilhante que nos acorda e agita a mente por uma leitura calma”, diz.

3. Mexa-se sempre

A prática regular de exercícios físicos é também benéfica para o sono, assim como para o pensamento acelerado e para a diminuição dos hormônios causadores do estresse.  “A atividade física contrapõe o estado de alerta do estresse com melhoria das funções de vários órgãos”, explica Dias.4.    Coma de forma saudável

“Sabemos que o excesso de gordura, sal e açúcares pode alterar a qualidade do sono, bem como substâncias estimulantes, a exemplo da cafeína”, afirma o médico antroposófico. Por isso, uma alimentação balanceada com fibras naturais, verduras cruas e frutas em quantidades adequadas é essencial para uma boa saúde e noite de sono.

4.    Pratique a higiene do sono e medite

Segundo Fabrício Dias, o ritmo é fundamental para a qualidade de vida. “Um desacelerar no entardecer com menos luz, barulhos e atividades estimulantes do pensamento ajuda bastante a ter um sono reparador. Paralelamente, as práticas meditativas são a grande joia do mundo moderno para mudar o constante raciocínio acelerado que causa insônia em tantas pessoas”, finaliza o especialista.

 

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Quem busca uma vida mais saudável, além de manter uma alimentação regrada, precisa praticar exercícios físicos. Com esses hábitos, o corpo consegue ter diferentes benefícios, desde o progresso na aparência, como também mais disposição e concentração para o dia a dia.

Por isso, muitos empresários estão reconhecendo que o segmento da gastronomia benéfica, voltada para a prática do esporte é a junção perfeita para um bom investimento.

Combinação Perfeita = Mandí Cozinha Criativa

Foi assim, vivenciando estes dois cenários, que as empresárias Camila Medici, ex-jogadora de vôlei profissional e atual praticante de diferentes modalidades, e Geisa Richetti, amante da culinária saudável e idealizadora do blog Criansaudavel, criaram a Mandí Cozinha Criativa.

“Somos a combinação perfeita. Conhecemos bem esses dois universos. Eu por exemplo, sei que para ter um rendimento positivo no esporte, preciso de uma alimentação saudável. Foi por isso que criamos nossa marca. Queremos assumir com o mercado o dever de oferecer produtos de elevada qualidade para as pessoas”, destaca Camila.

Com o estudo e conhecimento das sócias, o menu da Mandí promete surpreender o Vale do Paraíba, oferecendo o serviço nos principais estabelecimentos do ramo, como academias, lanchonetes e cafés. “Nosso trabalho vai além do negócio, queremos fazer a diferença na vida das pessoas da forma mais natural possível. Por isso, levantamos essas duas bandeiras por meio da Mandí”, finaliza Geisa.

 

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Você já reparou que ao ficar um tempo na piscina sua pele fica um pouco ressecada? O ressecamento da pele ocorre por um desequilíbrio na produção do manto hidrolipídico que protege a pele. “O manto hidrolipídico é uma película que recobre a epiderme. Quando alterado, a epiderme perde a sua capacidade de reter água e uma cascata inflamatória é desencadeada, em graus variáveis de intensidade, causando coceira, descamação, perda de viço. Além da alteração do manto lipídico da pele, ocorre também uma alteração no microbioma cutâneo. O microbioma caracteriza-se por micro-organismos que habitam naturalmente nossa pele e contribuem para sua perfeita função”, explica a dermatologista  Daniela Neves, que tem consultório em Belo Horizonte.


Todas essas alterações que provocam o ressecamento da pele podem ser desencadeadas por fatores intrínsecos (diabetes por exemplo) e extrínsecos (exposição ao cloro). “O cloro presente na água das piscinas é uma importante causa extrínseca de ressecamento da pele e dos cabelos já que interfere negativamente na película lipídica da pele além de alterar o microbioma cutâneotem (o cloro é usado na água das piscinas por sua ação bactericida)”, alerta a médica.  


O sol também pode agravar o ressecamento da pele.  “ A exposição solar também afeta negativamente o manto lipídico da pele. A radiação ultravioleta diminui a produção de lipídios pela pele deixando-a ressecada. Nos casos de exposição crônica, a pele seca e craquelada faz parte do conjunto de alterações da pele conhecida como dermatoheliose (envelhecimento da pele causada pelo sol: ressecamento, rugas, manchas ...)”, detalha Daniela.  


A dermatologista explica ainda que o ressecamento da pele, por representar uma alteração da função epidérmica, pode causar doenças como dermatites e infecções bacterianas, virais e fúngicas. E complementa: “os cabelos também se tornam porosos e quebradiços”.

Daniela Neves apresenta dicas para quem frequenta muito a piscina melhorar a hidratação da pele:
água termal caracteriza-se pela presença de minerais na sua composição! Essa água pura e enriquecida com selênio e zinco, por exemplo, ajuda a reequilibrar a pele danificada tornando-a mais hidratada e menos sensibilizada. É uma excelente opção de hidratação para pacientes com pele oleosa, que não se adaptam a cremes emolientes!

Os cremes hidratantes são os nossos grandes aliados no tratamento da pele seca! São os responsáveis por devolver os lipídios perdidos. A pele do rosto e do corpo devem receber cremes hidratantes pelo menos uma vez ao dia. O creme hidratante para o rosto geralmente difere do creme corporal já que o rosto é mais rico em glândulas sebáceas (o creme deve ser não comedogênico)! O melhor momento para usar o creme hidratante é com a pele ainda úmida no pós banho! 

Os óleos funcionam muito mais como uma barreira protetora do que como hidratantes. O uso de óleos durante o banho ajuda a preservar a barreira lipídica da pele protegendo-a, por exemplo, da ação detergente dos sabonetes e da cetose caudada pela água quente!

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Quando o assunto é saúde feminina, é difícil não se referir às incômodas infecções urinárias. Queixa comum nos consultórios médicos, atinge 50 vezes mais mulheres do que homens. Isso se deve principalmente à anatomia feminina: uretra mais curta e mais próxima do ânus.

Causadas principalmente pela Escherichia coli, bactéria presente no intestino e importante para a digestão, as infecções são classificadas como uretrites (quando acometem a uretra), cistites (bexiga) e pielonefrite (rins). “A cistite, principalmente, é comum nas mulheres e causa grande desconforto. Muitas chegam a desenvolver até quatro infecções urinárias por ano. Mas, embora sejam comuns, devem sempre ser tratadas com orientação médica devido ao risco de evolução para quadros infecciosos mais graves”, alerta a professora livre docente do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, Dra. Silvana Quintana.

As principais queixas são: urinar em pequena quantidade em várias vezes (polaciúria) e ardência ao urinar (disúria). Sensação de peso ou dor pélvica, urina turva ou escura e presença de sangue na urina também são sintomas indicativos de uma infecção.

O mal-estar causado pelas infecções muitas vezes leva a paciente a buscar alternativas mais rápidas como o uso de medicamentos que aliviam os sintomas ou uso de sobras de antibióticos. “A legislação atual, que controla a venda de antibióticos, contribuiu muito para evitar a automedicação, mas ainda há quem busque alternativas caseiras ou faça uso de sobras de remédios”, comenta Dra. Silvana. “É importante frisar que toda medicação tem riscos, que podem ser potencializados se forem utilizadas doses e intervalos inadequados”.

Prevenção

Alguns hábitos têm sido associados à prevenção de infecções urinárias:

  • Ingerir muita água, pois colabora com a eliminação de bactérias da bexiga;
  • Urinar com frequência. Segurar a urina aumenta o risco de proliferação de bactérias. Urinar após uma relação sexual também favorece a eliminação de bactérias que possivelmente tenham entrado no trato urinário durante o coito;
  • Caprichar na higiene mantendo a região genital sempre limpa. Após a evacuação, passar o papel higiênico de frente para trás e lavar a região com água e sabão;
  • Tratar a prisão de ventre, pois também auxilia na proliferação de bactérias;
  • Evitar roupas muito apertadas e cuidar da higiene das roupas íntimas;
  • Trocar absorventes internos e externos com frequência de duas a três horas, no máximo.

Diagnóstico e tratamento

Embora o exame de cultura de urina (urocultura) seja o padrão para o diagnóstico da infecção urinária, atualmente cresce o uso das técnicas de biologia molecular como opção para resultados mais rápidos e minuciosos para casos de infecções. O diagnóstico preciso da infecção e o tratamento correto são fundamentais, uma vez que as infecções urinárias podem evoluir para quadros graves como infecção renal (pielonefrite), sepse (infecção generalizada) e até mesmo danos permanentes nos rins. Em gestantes, aumentam as chances de parto prematuro ou bebê com peso abaixo do normal e óbito fetal.

Baseados na tecnologia de PCR (reação em cadeia da Polimerase) em tempo real, exames moleculares detectam diferentes patógenos causadores de uretrites e infecções sexualmente transmissíveis (IST). “O teste molecular oferece, em poucas horas, resultado preciso sobre as bactérias presentes na amostra. Desta forma, o médico pode prescrever o antibiótico específico para o patógeno identificado, evitando possíveis readequações no tratamento”, explica o responsável pelo laboratório da Mobius Life Science, Lucas França.

Geralmente, o tratamento de uma infecção urinária é feito com antibiótico associado a medicamentos para alívio do desconforto, como antissépticos e analgésicos. Os sintomas costumam desaparecer em poucos dias, mas é fundamental que o paciente complete o tratamento no prazo determinado pelo médico, sob risco de retorno ou agravamento da doença.

 

 

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Texto Redação | Foto Danilo Borges 

Queda de cabelos é um tema que assusta homens e mulheres de diversas idades.  Um tipo, em especial, vem chamando a atenção de dermatologistas.  Trata-se de uma alopecia progressiva e irreversível, mais frequente em mulheres.  



Dados epidemiológicos sobre a chamada alopecia fibrosante frontal (AFF) ainda não estão disponíveis, porém observações de dermatologistas ao redor do mundo reforçam o aumento do número casos da doença. “A AFF foi descrita pela primeira vez na literatura médica há cerca de 20 anos e nos chama a atenção pelo número crescente de pacientes que desenvolveram o problema”, explica o dermatologista Rodrigo Pirmez, coordenador do Departamento de Cabelos da Sociedade Brasileira de Dermatologia-RJ, vice-presidente da International Trichoscopy Society e membro da European Hair Research Society e North American Hair Research Society.


"A AFF se manifesta principalmente pelo perda dos cabelos na linha de implantação. A paciente tem a sensação de que a testa está ficando cada vez maior. Outro sinal característico é a perda das sobrancelhas que muitas mulheres atribuem a idade, o que acaba retardando a procura pelo dermatologista”, detalha o médico que atua em clínica em Ipanema.  


O especialista ressalta ainda que outras manifestações podem acompanhar a doença: "Perda dos pelos do corpo é muito comum. Alguns pacientes tem alterações na textura da pele do rosto, como se fossem bolinhas. E outros podem também apresentar manchas acizentadas na face" 
 
Dr. Rodrigo Pirmez, especialista no assunto de alopecia, explica alguns possíveis gatilhos para o surgimento desse tipo de queda de cabelo:
 
Acredita-se que alterações hormonais tenham um papel importante no desenvolvimento da alopecia, uma vez que a doença afeta predominantemente mulheres e é associada com o período perimenopausa.O surgimento recente da doença leva pesquisadores a acreditarem que fatores externos que tenham sido introduzidos há pouco tempo no meio ambiente tenham possam estar atuando como gatilho da doença. Fatores já aventados incluem uso de protetores solares e cosméticos, exposição à telas de computadores, contraceptivos orais e diferentes dietas. No entanto, ainda não há nenhum desses fatores seja responsável pela gênese da doença.   A autoimunidade, ou seja, quando o próprio organismo se ataca, também é considerada. Estudos sugerem que pacientes com AFF tem maior incidência de doenças autoimunes.Há ainda a impressão de que a gênese da alopecia fibrosante frontal possa ser multifatorial e que um único gatilho não seria suficiente para desencadear a doença.   
“É importante ressaltar que esses estudos da doença são iniciais e que não há confirmação de que nenhum dos fatores estudados possa ser, de fato, um gatilho para o surgimento da doença. Portanto, não existem recomendações oficiais no sentido de se proibir ou estimular o uso de nenhum produto ou comportamento específico”, reforça dr. Rodrigo Pirmez.  
 
“Minha recomendação é que o paciente busque a consulta com dermatologista especializado em doenças dos cabelos e couro cabeludo e realize os exames indicados para confirmar o tipo de alopecia, que podem ir desde a tricoscopia, exames de sangue ou até mesmo uma pequena biópsia de pele.  A partir de uma avaliação individualizada o médico irá prescrever o tratamento adequado. A AFF tem tratamento e o diagnóstico precoce é chave para o sucesso do tratamento", conclui o dermatologista.   

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Seja para melhorar a saúde, evitar o sedentarismo, emagrecer ou até mesmo controlar o estresse, muitas mulheres têm interesse em praticar exercícios físicos, mas uma grande parcela das brasileiras ainda é sedentária.

 

Para saber o que afasta as mulheres de uma vida mais saudável, a Freeletics, startup de exercícios físicos com uso de inteligência artificial, produziu o 1º Mapa Nacional do Impacto da Tecnologia no Esporte e Sedentarismo, pesquisa que ouviu 2046 brasileiros. Dentre esses, 968 eram mulheres, das 5 regiões do país, que executam alguma atividade física de 0 até 2 vezes por semana.

 

A pesquisa concluiu que, para se exercitar, 84% das mulheres têm interesse em buscar treinos que atendam diretamente suas necessidades. Já entre os homens, este desejo cai para 74% dos entrevistados.

 

Mais mulheres também acreditam que realizar exercícios com acompanhamento de um treinador melhoraria os resultados obtidos nos treinos, são 77% delas, comparado a 70% dos homens. Além disso, 38% das entrevistadas afirmam que ter acesso a uma rotina de treinos personalizados para o condicionamento físico atual dela e adaptados aos seus objetivos as motivariam a fazer mais atividades físicas.

 

Academias com preços mais baixos também foi uma das maiores motivações elencadas pelas mulheres para que fizessem mais exercícios: 49% das entrevistadas apontaram esse desejo.

 

Mulheres e a tecnologia nos exercícios

A tecnologia pode ser uma grande aliada para tirar as mulheres do sedentarismo. Segundo a pesquisa, 42% delas preferem seguir exercícios propostos por um aplicativo de treinamento a frequentar uma academia tradicional, e 39% delas substituiriam completamente a academia pelo uso dos apps. “As inovações tecnológicas têm facilitado a vida das pessoas em diversas áreas. Poder fazer exercícios físicos a qualquer hora do dia, em qualquer lugar e com um personal trainer digital disponível no próprio bolso é uma mudança muito interessante na forma como as pessoas se exercitam. Estamos muito felizes que os brasileiros têm participado cada vez mas dessa mudança”, afirma Daniel Sobhani, CEO do Freeletics.

 

Outro desejo de 76% das mulheres entrevistadas na pesquisa é de que os aplicativos de exercícios também ajudassem a controlar a alimentação. Nesse sentido, no mercado brasileiro, o único que faz esse trabalho integrado com a nova rotina esportiva é o Freeletics Nutrition, que atua como um nutricionista digital integrado com as plataformas de treino, construindo uma rotina de alimentação saudável para os atletas.  

 

Aporte multimilionário e foco no Brasil
A startup fitness alemã Freeletics atingiu em dezembro de 2018 a marca de 32 milhões de usuários no mundo. No mesmo mês, foi concluído um processo que injetou 45 milhões de dólares na empresa para potencializar uma expansão global acelerada, customizando os aplicativos da marca às necessidades de cada mercado mundial, incluindo o Brasil.

Por aqui, a marca opera com os aplicativos de exercícios: Freeletics App, para treinos funcionais de alta intensidade usando o peso do próprio corpo e pesos, Freeletics Running, para treinos com corridas intervaladas, e Freeletics Gym, que eleva a experiência do treino em academias, além do nutricionista digital, integrado com o os apps de treino, Freeletics Nutrition.

 

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A farmacêutica Lupin convidou as repórteres da CORPO para conhecerem de perto a nova linha de produtos dermatológicos de alta performance. Em viagem para o Congresso da Sociedade Brasileira de Dermatologia, em Curitiba, foi apresentado aos jornalistas e médicos a Fillerina – indicado para o combate das rugas e linhas de expressão – e a Recrexina – com foco no tratamento da queda capilar.

Através de vários estudos clínicos e com uma equipe altamente especializada, os dermocosméticos chegaram ao Brasil com formulação capaz de estimular e ativar as células-tronco presentes nos folículos capazes de proporcionar o crescimento da fibra capilar. “Recrexina traz uma formulação capaz de estimular e ativar as células-tronco presentes nos folículos pilosos, cruciais para o crescimento capilar,” destaca o dermatologista. “Desta maneira, o produto promove o recrescimento e fortalecimento do cabelo, sendo indicado para homens e mulheres”, destaca o dermatologista Rafael Tomaz, gerente médico da Lupin.

De olho no mercado
Por ser a 6ª queixa de pacientes nos grandes consultórios dermatológicos, a queda de cabelo é frequente e pode estar associada a alguns fatores. Por isso, a Lupin realizou diversos testes para avaliar a performance do dermocosmético. “A queda de cabelo está ligada a fatores genéticos, estresse, anemia e outros fatores. É preciso investigar a causa antes de iniciar o tratamento”, ressalta o dermatologista Jerry Shapiro.

De acordo com as pesquisas realizadas pela farmacêutica, foi apontado o crescimento de até 6.300 novos fios durante 4 meses de utilização do dermocosmético. Durante a pesquisa feita com 7.300 pacientes apontou que 85,7% deles relataram recrescimento capilar com o uso de Recrexina. Durante o Congresso, foi explicado que “além da ativação de células-tronco, o dermocosmético potencializa a formação de queratina, o que fortalece o cabelo, reduz a atividade da enxima 5α-redutase, relacionada à queda, oferece nutrientes essenciais como aminoácidos e extratos botânicos para o crescimento do fio e promove a vasodilatação do couro cabeludo”.

A farmacêutica afirma que é possível observar os resultados em dois meses de uso contínuo. Por mais que os resultados sejam surpreendentes, vale consultar seu dermatologista para que ele avalie se os dermocosméticos poderão, de fato, auxiliar no seu problema. A Lupin alerta que o produto é facilmente encontrado em diferentes apresentações, específicas para o homem e a mulher, e de acordo com o grau do problema – desde inicial, moderado e até avançado.

Preenchimento de rugas – procedimento nem um pouco invasivo


Você sabia que um dos principais fatores responsáveis pelo envelhecimento da pele é a redução de um ácido chamado hialurônico – substância que é produzida naturalmente pelo corpo humano.

E, durante o Congresso, a Lupin nos mostrou a Fillerina  – dermocosmético capaz de oferecer à pele um efeito preenchedor. O produto é de uso tópico e atua diretamente no preenchimento de rugas e linhas de expressão sem ter que adotar métodos dolorosos e invasivos. “Fillerina contém ácido hialurônico de baixíssimo peso molecular, que atinge a camada mais profunda da pele, a derme, proporcionando o preenchimento das rugas. Por outro lado, também associa moléculas de ácido hialurônico de alto peso, que permanecem na epiderme fazendo sua hidratação,” explica o dermatologista da marca.

A Fillerina traz em sua composição o matrifull responsável por estimular a produção de colágeno e ácido hialurônico. De acordo com o farmacêutica, os resultados já são visíveis a partir do 14º dia de uso. Durante o workshop da marca, os estudos apontaram que 95% dos pacientes mostraram redução de rugas em apenas 1 mês de utilização e 98% registraram efeito lifting no mesmo período.

A CORPO viu de perto a aplicação de cada produto e percebeu que, de fato, são muito fáceis de aplicar e não são nada invasivos. Vale a pena questionar o seu dermatologista sobre a utilização deles e acompanhar os resultados. Os produtos já estão à venda nas melhores farmácias do País.

 

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Sai ano e entra ano e o branquinho é sempre a principal escolha para a virada do ano. Não é para menos, já que a cor representa a serenidade e leveza que desejamos para o próximo ciclo. Porém, a escolha por outros tons ajuda a dar uma sacudida nas energias para 2019. Se você ainda não escolheu a para o Réveillon, o terapeuta holístico e tarólogo Marcos Guillen, que atende no Espaço Soul pode ajudar!

Já é sabido que o amarelo é a cor de quem busca prosperidade no novo ciclo. Porém Marcos defende o uso do tom para outros fins: “Muito mais que atrair dinheiro, o amarelo também reforça a vitalidade, disposição e energia para agir, além de estar ligado à sabedoria e ao equilíbrio”.

O rosa e o vermelho são as cores do amor, porém, existe uma diferença entre as duas: “O rosa é indicado para quem quer ser mais feliz no campo afetivo, promovendo um ano novo mais doce, regido pelo amor. Já o vermelho é indicado para quem deseja reforçar a energia sexual e trazer mais sensualidade”, explica Guillen.

Confira as outras tonalidades indicadas pelo profissional para arrasar no Réveillon:

Azul – É um tom que eleva o poder interior, reforça a fé em Deus, em si mesmo e estimula a iniciativa para a realização dos sonhos e projetos pessoais. “Quem se sente letárgico em suas atividades e precisam estimular a iniciativa em si deve usar a cor”.

Verde – Excelente escolha para garantir um ano de 2019 com saúde, já que o verde contribui para um ano de cura, não apenas física, como também interior e espiritual.

Violeta e lilás – Os dois tons são responsáveis por transmutar as energias e de equilíbrio. “Por isso, devem ser usados por quem precisa transformar energias negativas em positivas”.

Marrom ou laranja – São tons que representam a justiça e são indicadas para estimular que o universo se reorganize e reequilibre, trazendo a justiça para a vida da pessoa.

 

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Texto Redação | Foto Divulgação

 
 


Com mais de 50 marcas, as sócias do evento Vivi Mascaro, Malu Moura Andrade, Kim Tranchesi, Carol Nunes e Ana Garcia Diniz, trarão uma curadoria apurada, com roupas para usar no verão e nas festas final de ano, além de selecionados presentes de Natal.   

Dentre as marcas estão, a Batô Batô com suas roupas leves de pegada divertida e alegre; a 2BFriends marca da influenciadora digital Cris Tamer e Astrid Fontenelle que traz bordados em t-shirts; joias modernas da Ju Bochner; biquínis da Sta. Victoria; peças inspiradas no lifestyle da yoga da Yogini; joias que misturam o clássico com o moderno da Carol Bassi Jewelry e os vestidos leves e fluídos para o verão, do Le Dress Atelier. 

Para as amantes de beleza, a marca Océane, além de trazer as novidades de seus produtos de maquiagem, vai presentear as convidadas com kits de beleza.  

 Serviço:
ABERTO AO PÚBLICO
Data: 27 a 29 de novembro de 2018
Horário: 10h às 20h
Local: Euroart - Rua Colômbia, 157 - Jardim América

 

 

 

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PUBLI

A Laticínios Xandô, pioneira e líder no segmento de leite tipo A, produz leite zero lactose considerados triplamente saudável pelo baixo teor de gordura, sem lactose e com o mesmo sabor do verdadeiro leite fresco, com todas as propriedades preservadas.

 

De acordo com Silvania Busani, responsável pelo Departamento de Qualidade, o leite é um alimento essencial em todas as fases da vida para crianças, jovens, adultos e idosos. Portanto, é imprescindível manter a ingestão diária apostando em um produto rico em sabor, proteína, cálcio, livre de lactose e com restrição de gordura. “Ainda mais na versão Tipo A, que mantém a originalidade do leite puro. Após muitas pesquisas e investimentos, chegamos a essa formulação exclusiva para atender não apenas os intolerantes, mas também o público que faz dietas especiais. Ele contém apenas 2% de gordura, equivalente a um semidesnatado”, complementa Silvia.

 

O portfolio de produtos ainda inclui: leite Tipo A integral, leite Tipo A Magro (semi-desnatado); Leite tipo A Leite Light (desnatado); Creme de leite tipo A e também o suco de laranja 100% natural pasteurizado, sem adição de água, açúcar e conservantes.  A Xandô está presente em mais de 5 mil Pontos de Venda em todo o Estado de São Paulo, atendendo o varejo, food service e domicílios. Para mais informações, acesse: www.xando.com.br

 

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Texto Fernanda Cury | Edição Karine César | Fotos Getty Images | Adaptação Web Ana Paula Ferreira



Pode prestar atenção: o padrão de beleza do corpo feminino sempre está mudando. Até pouco tempo atrás, a moda era ser grande e musculosa. Atualmente, a silhueta “secou” um pouco, mas muita gente ainda busca o corpo perfeito recorrendo ao uso de anabolizantes

“Isso porque o organismo feminino tem 40 vezes menos concentração do hormônio testosterona — responsável pelo ganho de massa muscular — do que o masculino. Na prática, isso significa que por mais que ela treine, há um limite para o desenvolvimento e o aumento dos músculos. A partir daí, apenas com o uso de anabolizantes a sua musculatura ficará volumosa”, explica Paulo Zogaib, especialista em fisiologia do exercício da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Por que elas usam?

O estímulo é quase sempre estético. “A promessa de resultados rápidos vem incentivando o consumo cada vez maior de anabolizantes entre as mulheres. Elas desejam ter um corpo perfeito e acabam correndo sérios riscos em nome da vaidade”, comenta Mauro Guiselini, professor de educação física e diretor do Centro de Treinamento Multifuncional, de São Paulo (SP). Mas o desejo de curvas extremamente definidas, desenhadas com o auxílio de doses e mais doses de esteroides e hormônios masculinos, pode ser tão nocivo quanto o da magreza exagerada difundida nas passarelas fashion ou até mesmo a obesidade mórbida que fica escondida em casa. “Por trás dos aparentes benefícios, como um corpo forte e músculos desenvolvidos, essas substâncias escondem riscos que podem detonar o organismo e até matar”, alerta Marcio Scomparin, personal trainer, de São Paulo (SP).

Entenda a química

Os anabolizantes (esteroides androgênicos anabólicos) são hormônios sintéticos que imitam a testosterona. Apesar de ser conhecido como um hormônio masculino, ela também é encontrada nas mulheres, em quantidade bem menor. Nos homens, esse hormônio é produzido nos testículos, e, nas mulheres, nos ovários. E em ambos os sexos a testosterona é fabricada, também, nas glândulas suprarrenais, mas em dose baixa.

A testosterona natural tem dois efeitos distintos no organismo. No andrógeno, ela influencia nas características masculinas, como mudança de voz, desenvolvimento do órgão sexual, crescimento de bigode e barba, além de pelos nas axilas e áreas genitais, e aumento da agressividade. Já o anabólico age no controle de gordura e no aumento de massa muscular e força.

Bomba-relógio 

Se para conquistar coxas grossas e torneadas, barriga dividida em “gomos” e braços musculosos for preciso recorrer ao uso de anabolizante,  é bom ficar esperta. Com esse “pacote” de transformações físicas você vai conseguir outras mudanças nada agradáveis. “A mulher que recorre aos anabolizantes fica com a pele cheia de espinhas, queixo pontudo, cabelo ralo e olhos mais saltados”, comenta Sandra Hugenneyer, dermatologista, de São Paulo (SP). “E os danos estéticos não são os únicos nem os mais graves”, alerta Nabil Gorayebe, cardiologista especialista em Medicina do Esporte, de São Paulo (SP). “Ele é um adubo de coisas ruins. Se a mulher tem alguma célula cancerígena, esses hormônios vão fazer que o câncer se espalhe de forma muito acentuada no organismo”, afirma o especialista. Os esteroides também dão força para as principais causas de morte da população feminina. “Eles causam a hipertensão arterial e transformam o coração em um dispositivo prestes a explodir”, alerta Nabil Gorayebe.

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Por Karine César | Foto Getty Images | Adaptação web Ana Paula Ferreira

Devo tratar a dor nos joelhos com gelo ou calor?

“Em um primeiro momento, nenhum dos dois é tratamento para qualquer tipo de articulação — sejam joelhos, ombros, tornozelos... Eles são apenas coadjuvantes. No caso da dor traumática, o gelo tem a função de ‘esfriar’ o processo inflamatório e diminuir os hematomas, pois causa uma vasoconstrição. Deve ser aplicado por no máximo 20 minutos em intervalos de três a quatro horas. No caso das compressas de água quente, a indicação é 24 a 48 horas depois do trauma para ajudar na reabsorção do hematoma. Na região dorsal, cervical e lombar, o calor pode ser mais tolerável do que o frio. O ideal é consultar um especialista para ter um diagnóstico certo”, recomenda Marcelo Terra, ortopedista e especialista em cirurgia do joelho e medicina esportiva, de São Paulo (SP).

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Por Bárbara Rossi | Foto Getty Images | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Cuidar da pele e do cabelo enquanto dorme e, de quebra, levantar com aquela aparência de quem passou horas se arrumando. Parece um sonho? A gente te ajuda a tornar isso realidade.

1. Limpe a tez antes de se deitar

“Durante o dia, ela fica exposta a raios solares, poluição, ar condicionado, suor e maquiagem, o que a deixa desidratada e sem viço”, explica Ester Dalonso, esteticista do salão Criar by Fabinho Araújo, de São Paulo (SP). Escolha um demaquilante e um tônico facial adequados para o seu tipo de pele e limpe muito bem o rosto antes de dormir.

2. Abuse dos produtos noturnos

Utilize os ativos que não podem ser expostos à luz solar, como ácido retinoico e vitamina C, que clareiam manchas e previnem o envelhecimento.  Para os cabelos, invista em produtos que são aplicados antes de dormir e enxaguados no dia seguinte. “O óleo de coco é ótimo para hidratar os fios”, indica Ester Dalonso.

3. Invista em frescurinhas

Usar uma fronha ou forrar seu travesseiro com um pano de seda evita atrito com cabelo, fazendo que ele acorde menos embaraçado e sem frizz. Utilize máscaras de dormir, que evitam que a claridade atrapalhe seu sono, para que ele se torne ainda mais reparador.

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Por Ivonete Lucirio | Edição Isabela Leal | Fotos Getty Images | Adaptação web Ana Paula Ferreira



O sexo é, sem dúvida, um aspecto importante para manter a qualidade de vida. É um momento para relaxar e curtir profundamente.  Com uma ressalva: só não pode descuidar da saúde. Parece banal, corriqueiro até, mas, na verdade, se não houver cuidado, podem ocorrer contaminações, inclusive algumas graves. O mundo mudou e com essa guinada, o comportamento das pessoas, em relação ao sexo, está mais aberto, menos censurado, digamos.

“Com isso, as pessoas se expõem mais e nem sempre se protegem, provocando um aumento de transmissão das DSTs”, diz Fábio Eudes Leal, infectologista e médico do Centro de Referência e Treinamento em DST-AIDS, de São Paulo (SP).

A maior parte dessas doenças pode ser transmitida durante uma única relação sexual. Aliás, a pessoa pode se contaminar com mais de uma em uma única transa. Portanto, todo cuidado é pouco.

Instituições de olho

A contaminação transmitida pelo sexo tornou-se uma preocupação de saúde pública, cujo alvo principal são mulheres entre 19 e 24 anos que, segundo dados epidemiológicos, são as principais vítimas.

A prevenção é simples e única: usar camisinha. Essa é a forma mais eficaz de proteção. Agora você vai conhecer quais são as DSTs cujo contágio é mais significativo e poderá ficar esperta para garantir que as lembranças daquela transa fiquem apenas na sua cabeça.

Aids

A principal forma de transmissão é, de longe, o ato sexual, mas a doença pode ser transmitida também de mãe para filho durante o parto ou por transfusões de sangue. Essa última forma é praticamente desprezível hoje com um controle maior dos bancos de sangue. Há muitas pesquisas que buscam uma vacina contra a doença, algumas delas bastante promissoras, mas não há nada no mercado ainda. Os medicamentos conseguem manter a proliferação do vírus HIV sob controle, mas não se fala em cura, e os efeitos colaterais dessas drogas são grandes, não valem um momento de descuido.

Sífilis

É causada por um treponema, um tipo de micro-organismo que, durante a relação sexual,  é transmitido por meio de um ferimento nos órgãos sexuais, ainda que eles não sejam visíveis. Três semanas depois da infecção surge uma ferida com as bordas mais altas, que desaparece em três semanas. Sem tratamento, algumas semanas depois aparecem mais feridas, que podem se espalhar pela pele. Se não for devidamente cuidada – com antibiótico à base de penicilina –, a sífilis pode se espalhar para o sistema nervoso central, os ossos e o coração.

Gonorreia

É causada por uma bactéria. Os primeiros sintomas, febre, lesões na pele e inflamação na uretra, surgem de dois a seis dias depois da contaminação. Em 15% dos casos a doença pode comprometer as trompas e provoca esterilidade. O tratamento é feito com antibióticos, mas a pessoa pode ser contaminada mais de uma vez se voltar a ter relações sexuais com alguém infectado.

HPV

É a sigla em inglês para papiloma vírus humano, que provoca verrugas genitais. Os estudos mostram que 50% a 80% das mulheres sexualmente ativas são contaminadas pelo vírus em algum momento da vida. Mas a maioria das infecções é combatida pelo próprio sistema imunológico, principalmente no caso das mais jovens. Há cerca de 200 variações do vírus e algumas delas são bem mais perigosas. O organismo não consegue dar conta delas sozinho. As lesões que essas variações provocam na mucosa do aparelho reprodutor são mais persistentes e podem levar ao aparecimento do câncer.  Os dados epidemiológicos mostram que, caso a mulher não se trate, isso pode ocorrer entre 3% e 10% das vezes. Já existe vacina contra esse tipo de doença.

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Por Caroline Randmer | Foto Getty Images | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Você já se perguntou qual o significado quando suas pálpebras tremem? Se sim, bem-vinda ao clube. As contrações involuntárias e repetitivas na região dos olhos são sinal de que algo não vai bem. 

“Há inúmeras causas para isso acontecer, que vão desde estresse, excesso de cafeína, fadiga, lesão ocular ou problema neurológico”, explica Rita de Cássia Lima Obeid, especialista em plástica ocular e vias lacrimais do Hospital CEMA, de São Paulo (SP).

Ele costuma ocorrer em decorrência de um excesso do organismo. Em situações-limite, o corpo libera hormônios, o que compromete o funcionamento muscular, entre eles, o dos músculos das pálpebras.

Mas não precisa sair correndo para fazer uma consulta com o médico toda vez que o desconforto se fizer presente. Espere alguns dias para ver se a frequência do tremor diminui e procure descansar. Se mesmo assim o sintoma persistir — e vier acompanhado de outros sinais,  como coceira e vermelhidão —, aí sim vale uma conversa com um especialista.  “A consulta é necessária quando o tremor começa a impedi-la de exercer as atividades diárias”, alerta Rita Obeid.

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Por Karine César | Foto Danilo Borges | Adaptação web Ana Paula Ferreira

Às vezes, falar sobre saúde pode acabar se tornando um assunto pesado, principalmente quando se trata de complicações mais sérias, como Parkinson, Alzheimer, autismo ou esclerose lateral amiotrófica.

Esses temas merecem ser tratados com seriedade, mas para facilitar o processo, confira os filmes pra lá de bacanas recomendados por Mariana Carvalho Krueger, fisioterapeuta e sócia do Centro de Excelência em Recuperação Neurológica, de Curitiba (PR). Assim você aprende um pouco mais sobre as doenças neurológicas que mais ganham hashtags de conscientização nas redes sociais e ainda curte sua noite de domingo em grande estilo. É só preparar a pipoca e apertar o play.

1. Amor e Outras Drogas — Parkinson

Jamie Randall (Jake Gyllenhaal) é vendedor de um laboratório da indústria farmacêutica americana. Sua função é abordar médicos e convencê-los a prescrever os produtos da empresa para os pacientes. Em uma dessas visitas, ele conhece Maggie Murdock (Anne Hathaway), uma jovem de 26 anos que sofre de mal de Parkinson. Com o tempo, Jamie descobre que existe algo mais forte – Maggie sente o mesmo, mas não quer levar o caso adiante devido à sua doença.

2. Para Sempre Alice — Alzheimer

Interpretada por Julianne Moore, a Dra. Alice Howland é uma renomada professora de linguística. Aos poucos, ela começa a se esquecer de algumas palavras e se perder pelas ruas de Manhattan. Alice é diagnosticada com Alzheimer precoce. A doença coloca em prova a força de sua família. Enquanto a relação de Alice com o marido, John (Alec Baldwin), é fragilizada, mãe e filha caçula, Lydia (Kristen Stewart), se aproximam.  O filme retrata a dificuldade de aceitação do diagnóstico, tanto para a paciente quanto para a família.

3. A Teoria de Tudo — Esclerose Lateral Amiotrófica

Baseado na biografia de Stephen Hawking, o filme mostra como o jovem astrofísico (Eddie Redmayne) fez descobertas importantes sobre o tempo, além de retratar seu romance com Jane Wide (Felicity Jones) e a descoberta de uma doença motora degenerativa quando tinha apenas 21 anos. O longa narra a vida do cientista que é responsável pela teoria sobre buracos negros e sobre a doença que o confinou a uma cadeira de rodas.

4. Farol das Orcas — Autismo

O filme narra a história de uma mãe que busca tratamento para o filho autista. Na história,  Beto (Joaquín Furriel), um homem solitário que trabalha em um parque nacional argentino e que passa seus dias observando orcas, leões-marinhos e focas, tem a vida completamente alterada com a chegada da espanhola Lola (Maribel Verdú)  e de seu filho de 11 anos, Tristan (Joaquín Rapalini).  Desesperada, Lola pede ajuda a Beto para tratar o autismo de Tristan. Relutantemente, ele aceita.

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Por Ana Paula Ferreira | Fotos Divulgação

O universo feminino não para de inovar e receber novidades! Por isso, todo mês, a CORPO vai te mostrar os produtos que chegaram recentemente às prateleiras. Confira abaixo os lançamentos do mês!

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Por Isabela Leal | Foto Getty Images | Adaptação web Ana Paula Ferreira



É indiscutível que a internet e as redes sociais trouxeram uma série de ganhos para a comunicação e a conectividade entre as pessoas. Para entrar em contato com alguém, basta estar diante de um celular com acesso à rede de dados e enviar uma mensagem — em questão de minutos a outra pessoa terá visualizado o conteúdo e estará feita a interação. Da mesma forma que essa inter-relação quase instantânea se tornou facílima, ela se modificou coma universalização das redes sociais como Facebook, Instagram e Twitter.

A dinâmica dos relacionamentos transformou completamente as pessoas, que passaram a compartilhar vivências, pensamentos e momentos de um modo nunca visto antes (muito pior) — no geral, de forma alienada, inconsciente e automática.

“Para se ter uma ideia de como as redes sociais e a internet se tornaram perversas e, talvez,  destrutivas, para uma parcela de usuárias existem dados que indicam o desenvolvimento de comportamento de dependência com características semelhantes às encontradas entre dependentes de drogas, como fissura, sintomas de abstinência e a compulsão pelo uso”, diz Caio Magno,  psiquiatra da Clínica Estar Saúde Mental, de São Paulo (SP).

Mas é possível “se salvar” diante dessa realidade e utilizar os recursos tecnológicos de maneira saudável e comedida, como um detox digital. “Tudo é uma questão de bom senso. Quem consegue não exagerar costuma valorizar e vivenciar o momento presente e criar regras em relação ao uso da tecnologia, muitas vezes até de forma natural”, explica o médico, que a seguir dá algumas dicas que podem ajudar a encontrar o equilíbrio.

No trabalho

Nem todas as profissões permitem que você fique conectada o tempo todo com assuntos pessoais, por exemplo. Além disso, seguir publicações, ver o Whatsapp ou outras mensagens durante o trabalho pode dispersar a atenção e reduzir a produtividade. Reserve horários específicos para usar a tecnologia.

Na hora de dormir 

Para uma boa noite de sono, o ideal é ficar longe dos eletrônicos. Além de tudo que já foi dito, a luz emitida por esses dispositivos afeta a indução do sono. Desligue os avisos sonoros e deixe o celular longe do quarto. Se a desculpa for o despertador, lance mão do velho e bom relógio de cabeceira.

Durante as refeições

Deixe o celular longe da mesa, na bolsa ou em uma gaveta, de preferência no modo silencioso. Nesse momento, preste atenção ao que está comendo, isso pode ajudar até a melhorar sua relação com a comida e, claro, com os amigos e familiares. Aproveite o tempo em família para conversar. Nos almoços ou jantares de negócios, a mesma regra é válida.

Nas férias

Desligue-se e desligue o celular! Hoje há uma grande dificuldade em se desconectar do trabalho no período de folga, devido à facilidade de acesso à tecnologia. “Porém, para um descanso verdadeiro e redução do estresse é fundamental se desconectar dos assuntos profissionais”, destaca Caio Magno. Coloque um aviso no e-mail e não caia na tentação de atender ligações ou responder mensagens por outros aplicativos. Além disso, durante as férias, procure vivenciar as experiências de forma plena, com foco no momento presente. Se for viajar, desfrute das paisagens, fotografe, faça passeios, sinta as vivências plenamente. Se for indispensável usar o celular, reserve um momento específico para isso, mas se for possível, evite ao máximo.

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Por Caroline Randmer | Foto Getty Images| Adaptação web Ana Paula Ferreira

O ambiente gelado é um alívio nos dias mais quentes, mas o ar gélido e seco do ar-condicionado pode ser um pesadelo para quem é suscetível a alergias.

“Ele provoca o ressecamento da mucosa do nariz, piorando os quadros alérgicos, principalmente os de rinite”, diz Yara Mello, alergologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, de São Paulo (SP).

Além disso, a combinação entre o pó e a umidade no duto do ar-condicionado cria um ambiente favorável para a proliferação de micro-organismos, como fungos e ácaros, o que acaba intensificando ainda mais o problema e estimulando as crises.

Para evitar estas situações indesejadas e aproveitar o ambiente mais fresco, o indicado é não abusar das baixas temperaturas, mantendo o local em torno de 24°C. A alergologista ainda lembra que a hidratação também contribui com a diminuição do ressecamento da mucosa.

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Por Caroline Randmer | Foto Getty Images| Adaptação web Ana Paula Ferreira



Sabe aquela sensação de relaxamento que você tem quando passa o dia de frente para o mar? Agora você pode se sentir assim quando quiser! É só apostar na haloterapia.

“É um tratamento natural de inalação de sal  ionizado que reduz o estresse e a ansiedade”, explica Ana Nader, especialista em haloterapia e sócia proprietária da Halosal, de São Paulo (SP).

A terapia, que também alivia alergias, desconfortos respiratórios e até problemas de pele, é aplicada em uma sala que se assemelha a uma caverna de sal, onde, por 45 minutos, você pode se sentar e ouvir uma música relaxante enquanto é exposta a um jogo de luz que altera a cor do ambiente.

“Lá dentro pessoa entra em contato com o próprio sal, um agente terapêutico que mata vírus, fungos, bactérias e leveduras, e com íons negativos, encontrados principalmente em cachoeiras, ondas, raios, regiões montanhosas e ventos, que promovem um relaxamento profundo e melhoram o humor”, explica Ana Nader. Tudo para replicar a experiência da praia e ajudá-la a relaxar. Então, que tal voltar da beira do mar e ir conhecer a experiência?

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Por Diana Cortez | Fotos Arquivo Pessoal | Adaptação web Ana Paula Ferreira

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A procuradora do Estado aposentada e influencer Adriana Motta Miranda, de São Paulo (SP), tem motivos de sobra para comemorar. Aos 61 anos, mesmo depois de duas gestações, ela conquistou a silhueta que tanto desejava quando era mais nova. "Sempre pratiquei atividade física e, por volta dos 30 anos, comecei a fazer musculação. Mas nunca chegava ao shape que tanto queria”, confessa.

Mesmo com dieta e exercício, Adriana conta que os resultados não apareciam porque, aos finais de semana, ela deixava a alimentação saudável de lado. "Meu maior erro era pensar que podia chutar o pau da barraca nesses dias. Comia muitos doces, que sempre foram minha tentação. Chegava a engordar até 2 quilos em um único fim de semana!”, lembra.

Depois que se aposentou, ela passou a ter mais tempo para se cuidar. Decidiu, então, ir em busca do seu sonho e procurou uma nutricionista. “A dieta oferece todos os nutrientes, mas sempre com quantidade de carboidratos controlada para não engordar. Também não consumo carne vermelha há anos, nem produtos com lactose, porque tenho intolerância.”

A influencer também aprendeu a driblar o desejo por doces. "Entendi que, quanto mais os como, mais sinto vontade. Por isso, procuro evitá-los. Agora, quando me dá vontade, opto por chocolates 70% cacau ou versões sem açúcar e sem lactose. Em restaurantes, deixo de lado a sobremesa já sabendo que terei meus chocolates me esperando”, garante.

Além da alimentação saudável, Adriana também continuou apostando na musculação e em um pouco de aeróbico para buscar definição muscular. Para isso, treina de segunda a sexta-feira. “Faço 1h30 de musculação todos os dias, mais 30 minutos de transport.” Depois de dois anos de muita dedicação, ela chegou ao resultado que tanto queria: 58 quilos distribuídos em 1,70 m e míseros 14% de gordura!

Os segredos do sucesso de Adriana

Busque o equilíbrio → “Não deixe de ter uma vida social, mas faça boas escolhas no cardápio. Sempre tem uma opção mais saudável!”

Resista às tentações → “Isso nos mostra o quanto somos fortes e nos enche de orgulho.”

Mexa-se sempre! → “Mesmo em viagens, faça exercícios. Pode ser na academia do hotel, uma trilha, uma caminhada...”

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Por Caroline Randmer | Foto Getty Images | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Muita gente sente aquela dor chata no dente ao comer algo muito gelado, quente ou doce, mas nem sempre consegue entender de onde ela vem ou por que ela aparece.  Conheça as principais causas da sensibilidade nos dentes, enumeradas por Thais Azevedo, dentista especialista em dentes sensíveis, do Rio de Janeiro (RJ).

Refluxo — O conteúdo ácido do refluxo danifica o esmalte dos dentes e os deixa mais suscetíveis a dores. 

Pressão excessiva na hora de escovar os dentes — Muita força durante a escovação debilita a proteção natural dos dentes.

Escova de dentes dura — Quem escova os dentes com cerdas muito firmes acaba com a gengiva retraída, o que desgasta o esmalte dos dentes, gerando a sensibilidade.

Gengivite — Com o avanço da idade e o aumento das recessões gengivais, a dentina fica mais exposta e o resultado são dentes mais sensíveis.

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Por Caroline Randmer | Foto Getty Images | Adaptação web Ana Paula Ferreira

Você sabia que lavar as mãos reduz em até 40% o risco de infecções, diarreias, resfriados e conjuntivite? É que as mãos são a principal via de transmissão de germes e micro-organismos. 

“Se não mantivermos as mãos limpas, atos simples, como coçar os olhos, o nariz e a boca, podem colocar sua saúde em risco”, diz Aier Adriano Costa, coordenador da equipe médica do Docway, de São Paulo (SP).  Por isso, lave-as várias vezes ao longo do dia, em especial antes e depois das refeições, de assoar o nariz e de usar o banheiro.

Caso você passe a maior parte do seu dia na rua e sem acesso a água corrente, carregue na bolsa um álcool em gel. “Ele desinfeta e mata qualquer tipo de bactéria, desde que sua concentração seja de 60% a 80%”, explica Aier Adriano Costa.

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Por Caroline Randmer | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Se você traçou suas metas no ano passado para levar uma vida mais regrada e chegou firme e forte ao segundo mês de 2018, aqui vão algumas dicas de Thais de Brito, nutricionista do Spa Estância do Lago, de Almirante Tamandaré (PR), para você continuar mantendo hábitos saudáveis até o fim do ano sem sacrifícios.

1. Programe-se para fazer a última refeição do dia até as 20h. Durante a madrugada, o metabolismo fica mais lento, o que faz que o gasto energético diminua. Caso vá se alimentar depois desse horário, prefira frutas, iogurte desnatado ou uma barrinha de cereal light.

2. Na hora da sobremesa, opte por frutas, picolés naturais e gelatinas.

3. Se for beber cerveja, escolha a versão sem álcool, que contém 60% menos calorias por garrafa.

4. Não exagere em itens light e diet, pois eles também contêm um alto teor calórico.

5. Reduza a ingestão de embutidos, como salames, bacon, defumados e salsicha — eles são riquíssimos em sódio.

6. Evite frituras e empanados, pois contêm o dobro ou mais calorias do que o mesmo alimento cozido ou grelhado.

7. Controle o consumo de água tônica. Apesar de amarga, a bebida leva muito açúcar em sua composição, assim como os sucos industrializados e refrigerantes.

8. Cuidado com petiscos. Em vez do amendoim, das azeitonas e dos salgadinhos, prefira picles, queijo branco temperado com azeite e orégano e torradas com berinjela.

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Por Thainá Zolim | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira

Deixar a obesidade de lado, conquistar o corpo dos sonhos, recuperar a autoestima e a saúde são alguns dos desejos de quem opta por passar por uma cirurgia bariátrica. Mas você sabia que também são necessários cuidados com a saúde bucal?

Um estudo realizado por profissionais da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) constatou que a cirurgia bariátrica pode ter impacto negativo na saúde bucal. O estudo aponta que pacientes que passaram pelo procedimento tiveram maior incidência de cáriese outras lesões. Se é o seu caso, vale consultar um dentista.

Via Revista Dieta Já! Ed. 266

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